|
|
Faça busca no Portal Astrologia e Esoterismo. Temos toda a
informação mística, esotérica e religiosa no mundo, em língua portuguesa.
Pesquisa personalizada Introduza os termos da
sua pesquisa sem pontuação. Por
exemplo: não escreva «feitiço», mas sim «feitico»; não escreva «oração» mas antes «oracao». |
||||
|
Se procura soluções
espirituais para o seu problema, visite: Sao Cipriano . |
|
||||
|
…
… |
Portal astrologia e esoterismo © 2008 |
|
Astrologia
babilónica Os astrólogos
babilónicos eram também sacerdotes religiosos, e a astrologia
Babilónica constituía uma parte fundamental do culto religioso oficial. ; Os astrólogos, ( igualmente sacerdotes),
tinham a seu cargo por isso não só a função litúrgica e de devoção, como
também a missão de interpretar a vontade, intenções e mensagens dos espíritos
celestes, ( deuses); pois uma das formas de realização dessa
tarefa de comunicação com os espíritos, era feita através da astrologia. A astrologia
babilónica foi praticada há
de 2.000 anos a.C. Os mais importantes escritos sobre astrologia na
babilónia datam do Sec XVI A.C., sendo que uma das
mais importantes obras astrológicas encontra-se registada em 70 placas, sendo que a obra de astrologia e horóscopos
se chama «Enuma Anu Enlil». A astrologia babilónica funcionava tanto através de um sistema de sinais e presságios que indicavam a
futura realização de um certo tipo de eventos, assim como também consistia num estudo dos corpos celestes e da influencia
que a sua disposição exercia sobre certos eventos tantos pessoais como sociais. A astrologia e religião babilónica professavam a sua crença
esotérica na concretização de duas praticas espirituais: A necromancia e a astrologia Pela necromancia, os
sacerdotes encontravam em contacto com o mundo dos espíritos através do sacrifício
de animais. Acreditavam os babilónicos, (bem como a maioria das civilizações
da antiguidade), que certos espíritos, (deuses), se identificavam com certos
animais que lhes eram agradáveis ou traduziam muito da sua própria essência
neste mundo; ora, o animal com o qual um certo deus se identificava era-lhe
sacrificado; se o espírito aceitasse o sacrifício daquele animal, então
aceitaria junto de si a alma do animal sacrificado, e falaria manifestando-se
no corpo do mesmo, uma vez que o corpo não passa de um receptáculo para uma alma. Assim o
espírito celestial faria revelar as suas mensagens no corpo do animal com o
qual entrou em contacto, da mesma forma que também podia fazer inscrever os
seus pensamentos ou vontades divinas nos corpos celestes.Assim
se chega ao processo astrológico: Na astrologia babilónica, professava-se que
os corpos celestes podiam permitir conhecer não só a dinâmica do mundo
visível e físico, (auxiliando na previsão da mudança das estações, e logo nas
colheitas, nos fenómenos atmosféricos,etc),
como também podiam permitir conhecer a dinâmica do mundo invisível ou
espiritual, assim como a influencia desse sobre o nosso mundo e as nossas
vidas. A astrologia
babilónica reconhecia 5 planetas: Júpiter, Vénus,
Saturno, Mercúrio e Marte. Cada um destes planetas eram considerados como representações de
5 espíritos celestiais ou deuses, pelo que seria possível pela sua
observação, calcular as dinâmicas, mensagens e influencia desses mesmos
espíritos ou forças espirituais nas nossas vidas ou no nosso mundo. Sublinhe-se que os corpos celestes não eram vistos nem entendidos
como «deuses», ao contrário do que comummente se diz. Os corpos celestes eram
antes entendidos como representações simbólicas de forças espirituais
celestiais, que se podiam manifestar através da natureza, nomeadamente dos
planetas. Os astrólogos e magos da antiguidade não eram por isso um grupo de
ignorantes supersticiosos, ( ao contrario: eram
reconhecidamente brilhantes astrónomos e matemáticos), e não confundiam o que é um espírito, como
o que é um corpo celeste, ao contrario do que normalmente se afirma. Na astrologia babilónica, os 5 planetas de reconhecida influencia
sobre o nosso mundo, correspondiam aos seguintes espíritos celestes, ou
deuses:
Também o Sol e a lua correspondiam a 2
divindades:
A «santa trindade» na religião babilónica era representada por Shamash, Sin e Ishtar,
representando este o sol, a lua e a terra. Era a actividades destes 7 corpos celestes e as suas relações entre
si, que permitam entender a influência que as 7 entidades espirituais e
celestes exerceriam sobre o nosso mundo físico. Os babilónicos foram os primeiros a criar um calendário semanal,( fundamentado no Sol), e a dar nomes aos dias da
semana, o que veio a indelevelmente influenciar a cultura da humanidade ate
aos nossos dias.
Ainda hoje em dia a definição dos dias das semanas criada pela
astrologia e astrólogos babilónicos perdura nos nossos dias. Ainda hoje, a astrologia e esoterismo encontram nestas fontes os meios
de contacto com entidades espirituais. A astrologia babilónica era uma astrologia de
profundo sentido religioso, espiritual e necromântico, ao contrario do
conceito da astrologia ocidental tal como hoje é entendida. Tratava-se de uma pratica
astrológica relacionada com as forças espirituais que influenciam a nossa
existência, ao contrário da astrologia ocidental, mais fundamentada que é nas
escolas astronómicas racionalistas. …
…
|
|
Portal
astrologia e esoterismo
Portal astrologia e esoterismo © 2008