{"id":2147,"date":"2015-05-17T21:06:29","date_gmt":"2015-05-17T21:06:29","guid":{"rendered":"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/?p=2147"},"modified":"2015-05-17T21:06:29","modified_gmt":"2015-05-17T21:06:29","slug":"mitologia-egipcia-deuses-egipcios-dicionario-da-mitologia-egipcia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/dicionarios\/mitologia-egipcia-deuses-egipcios-dicionario-da-mitologia-egipcia\/","title":{"rendered":"Mitologia eg\u00edpcia, Deuses eg\u00edpcios &#8211; Dicion\u00e1rio da Mitologia Eg\u00edpcia"},"content":{"rendered":"<p><b><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/Portal-ae.jpg\" alt=\"Portal a&amp;e\" \/><\/b><strong><span style=\"color: #ff0000;\">Dicion\u00e1rio da <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/mitos-e-mitologia\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"14\" title=\"Mitologia, veja mais aqui\">Mitologia<\/a> Eg\u00edpcia<\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A &#8211; Entre os eg\u00edpcios era o hier\u00f3glifo que representava a \u00edbis, ave sagrada.<\/p>\n<p>AALU &#8211; O C\u00e9u. Designava, tamb\u00e9m, os &#8220;Campos de paz&#8221; na ab\u00f3bada terrestre, onde R\u00e9 tinha seu trono; era, portanto, a morada dos <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> e das <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusas<\/a>, assim como das almas de todos os eg\u00edpcios respeit\u00e1veis.<br \/>\nAs terras f\u00e9rteis, que popula\u00e7\u00f5es felizes habitavam, mereciam, igualmente, o nome de Aalu. Finalmente, dava-se essa denomina\u00e7\u00e3o \u00e0quela parte do C\u00e9u, esp\u00e9cie de Campos El\u00edsios, onde se desenrolou o reinado de Os\u00edris.<\/p>\n<p>AARU &#8211; V. Aalu.<\/p>\n<p>ADORADORAS DE AMON &#8211; Entre as tocantes imagens que o Egipto antigo nos deixou, destacam-se aquelas que representam Caromana, Amen\u00e1rdis e Sapenupet. Essas altas personagens n\u00e3o foram rainhas comuns. Eram, no tempo dos reis l\u00edbios, et\u00edopes e sa\u00edtas, as &#8220;Divinas Adoradoras de Amon&#8221;, as verdadeiras espo\u00adsas do <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a>.<\/p>\n<p>AMON &#8211; Foi a pol\u00edtica que assegurou o sucesso hist\u00f3rico de Amon. <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deus<\/a> dos reis tebanos que expulsaram os hicsos, tomou-se o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> supremo do Estado libertado, e logo a seguir o protector do Imp\u00e9rio que ent\u00e3o se constituiu. Sob as dinastias do Novo Imp\u00e9rio podemos ver com mais precis\u00e3o a sua vertiginosa carrei\u00adra. Os templos, as riquezas fabulosas que possu\u00eda, o clero pode\u00adroso que o servia, clero esse que desempenhou em in\u00fameras oca\u00adsi\u00f5es papel important\u00edssimo, mostram \u00e0 evid\u00eancia que seu pres\u00adt\u00edgio e poder cresceram desmesuradamente no espa\u00e7o de poucos anos, deixando para tr\u00e1s todas as demais <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindades<\/a> do pa\u00eds. A decad\u00eancia de Amon nasceu desse excesso mesmo de poder: mui\u00adtos cultos tinham sido lesados e os sacerdotes de Amon, exces\u00adsivamente poderosos, n\u00e3o raro representavam tem\u00edvel amea\u00e7a para os fara\u00f3s. O epis\u00f3dio de Amarna &#8211; v. ,{ton &#8211; n\u00e3o foi sen\u00e3o um caso isolado, um brado de alerta; sob as dinastias seguintes vemos a continua ascens\u00e3o dos cultos que Amon eclip\u00adsara. Sem d\u00favida, o grande <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> tebano, durante muito s\u00e9culos, conservar\u00e1.. ainda seu poder; durante muito tempo ser\u00e1 o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> nacional; os seus sumos-sacerdotes encontrar\u00e3o, at\u00e9, a possibilidade de instituir reis e de governar o pa\u00eds atrav\u00e9s de <a href=\"https:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/oraculos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"24\" title=\"Or\u00e1culos, veja mais aqui\">or\u00e1culos<\/a>; seu culto espalhar-se-\u00e1 at\u00e9 aos o\u00e1sis l\u00edbios, e os soberanos et\u00edopes o adoptar\u00e3o como <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> supremo.<br \/>\nMas a destrui\u00e7\u00e3o de Tebas (664 a.C.) pelos ass\u00edrios deu o golpe de miseric\u00f3rdia no culto de Amon. Os <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> das prov\u00edn\u00adcias, libertadas do jugo econ\u00f3mico de Tebas, ergueram a cabe\u00e7a e retomaram antigos direitos e privil\u00e9gios; Os\u00edris, pouco a pouco, come\u00e7a a ocupar o lugar que fora de Amon; em Tebas, arruinada e sem prest\u00edgio, Amon contava, ainda, com alguns adoradores.<\/p>\n<p>AMULETOS &#8211; Por virtude de participa\u00e7\u00e3o natural, a imagem \u00e9 um t\u00e3o verdadeiro recept\u00e1culo de for\u00e7as activas, que o homem mumificado, para defender a sua vida eterna, abarrota-se de figurinhas, enfiadas em forma de colar ou dispostas sob as faixas. Esses amuletos, conforme a situa\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica do defunto, eram de ouro, de bronze, de pedra ou de faian\u00e7a. Todo o imenso e confuso pante\u00e3o eg\u00edpcio, <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> e animais sagrados, \u00e9 reprodu\u00adzido por esses min\u00fasculos \u00eddolos, alguns de gra\u00e7a encantadora, que velar\u00e3o com seguran\u00e7a sobre os corpos mumificados.<br \/>\nEmblemas reais conferem a for\u00e7a supra-humana dos fara\u00f3s; hier\u00f3glifos petrificados concedem&#8221; a vida&#8221; ou &#8220;O verdor&#8221;; outros, a consci\u00eancia (literalmente &#8220;o cora\u00e7\u00e3o&#8221;). Os mais poderosos, e tamb\u00e9m os mais comuns, <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> os talis\u00adm\u00e3s ou amuletos que representam o escarabeu, o djed, o n\u00f3 de \u00cdsis e o udjat, isto \u00e9, o olho arrebicado ou pintado com tintas escuras, como exactamente hoje em dia costumam fazer as mo\u00e7as elegantes, que enegrecem as p\u00e1lpebras e escurecem os olhos; \u00e9 o olho do <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> celeste, sublinhado com estranha mancha, a qual matiza a cabe\u00e7a do falc\u00e3o que tudo v\u00ea e simboliza a plenitude f\u00edsica e a fecundidade universal.<br \/>\nTamb\u00e9m os vivos usavam amuletos. O &#8220;cartucho&#8221; do rei, a face de uma <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a> emergindo de largo colar, caurins, b\u00fazios e conchas do Mar Vermelho, e, para as damas, especialmente, as ef\u00edgies de Bes e de Tu\u00e9ris, eram bons encantamentos protec\u00adtores.<br \/>\nUdjat, escarabeus, cora\u00e7\u00e3o etc&#8230; n\u00e3o eram amuletos exclusi\u00advamente funer\u00e1rios.<br \/>\nPara curar uma enfermidade prescrevia-se trazer no pesco\u00e7o ou um n\u00f3 de cani\u00e7os ou hastes de cebola tran\u00e7adas; havia recei\u00adtas mais custosas: &#8220;40 p\u00e9rolas ordin\u00e1rias, 7 esmaragditas, 7 p\u00e9\u00adrolas de ouro, 7 fios de linho&#8221;, asseguravam brilhante porvir ao nen\u00ea nascido antes do termo.<\/p>\n<p>AMUN -O mesmo que Amon.<\/p>\n<p>ANAQUIS -Um dos quatro <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> <a href=\"https:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/feng-shui\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"22\" title=\"Fen Shui, veja mais aqui\">Lares<\/a> (<a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindades<\/a> dom\u00e9s\u00adticas), adorados pelos eg\u00edpcios. Os outros tr\u00eas eram: D\u00edmon, T\u00edquis e Heros.<\/p>\n<p>ANC-NETERU &#8211; Serpente atrav\u00e9s de cujo corpo gigantesco o bote de Af-R\u00e9, carregado de almas, foi arrastado, sem perigo, por doze <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a>; foi essa a barreira final na jornada para o Pa\u00adra\u00edso.<\/p>\n<p>ANIMAIS SAGRADOS &#8211; A zoolatria eg\u00edpcia provocou o espanto dos gregos, as crueldades dos persas, os sarcasmos dos romanos e as zombarias indignadas dos Padres da Igreja, no albor do Cristianismo.<br \/>\nEssa zoolatria incompreendida teve seu in\u00edcio bem antes do ano 3000 a.C. Ela via nos animais algo mais que emblemas ou s\u00edmbolos: os animais mereciam ser cuidados e adorados porque eram os recept\u00e1culos das formas boas ou tem\u00edveis do poder divino.<br \/>\nEm cada cidade, o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> tribal, desde toda a eternidade, se encarnava numa esp\u00e9cie protegida pelo tabu: bovinos, carneiro, c\u00e3o, gato, macaco, le\u00e3o, hipop\u00f3tamo, crocodilo, serpentes, falc\u00e3o, \u00edbis, icn\u00eaumon etc.<br \/>\n\u00c0s vezes era um animal particular, reconhec\u00edvel por determi\u00adnados sinais, que reinava nos templos: assim o famoso boi Apis, que era um touro.<br \/>\nHer\u00f3doto: &#8220;Esse jovem touro, que se chama Apis, apresenta os seguintes sinais: \u00e9 negro e traz sobre o dorso a imagem duma \u00e1guia, os p\u00ealos da cauda <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> bifurcados, e sob a l\u00edngua tem a imagem dum escarabeu&#8221;.<br \/>\nO touro Apis tinha outros companheiros, o Mn\u00e9vis de Heli\u00f3polis e o B\u00faquis de Herm\u00f4ntis. Muitas vezes v\u00e1rios represen\u00adtantes da ra\u00e7a eram alimentados no templo: crocodilos, macacos, \u00edbis etc. O cuidado de tais parques, garantia <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/esoterismo\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"11\" title=\"Esoterismo, veja mais aqui\">sobrenatural<\/a> da vida local, era regra durante a Baixa \u00e9poca, na qual a zoolatria prosperou com tanto mais intensidade, quanto mais virulento era o desprezo dos b\u00e1rbaros. Era o tempo, refere-nos Her\u00f3doto, em que um eg\u00edpcio deixava arder seus m\u00f3veis, mas expunha a vida para arrebatar um gato do fogo. Era o tempo em que um cidad\u00e3o romano se via linchado por ter matado um gato.<br \/>\nHer\u00f3doto: &#8220;&#8216;Quando, numa <a href=\"https:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/feng-shui\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"22\" title=\"Fen Shui, veja mais aqui\">casa<\/a>, um gato morre de morte natural, todos seus habitantes raspam as sobrancelhas, as sobrancelhas somente; l\u00e1 onde morre um c\u00e3o, raspam o p\u00ealo de todo o corpo, da cabe\u00e7a aos p\u00e9s. Os gatos mortos <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> levados para locais sa\u00adgrados onde recebem sepultura depois de terem sido embalsamados. Aos c\u00e3es, cada um lhe d\u00e1 a sepultura na sua cidade, em f\u00e9retros sagrados&#8221;.<br \/>\nEspecialmente desse per\u00edodo nos v\u00eam as inumer\u00e1veis m\u00famias de animais de toda esp\u00e9cie. Eram agrupados por ra\u00e7a ou mistu\u00adrados, em fossos ou hipogeus; comumente guardavam-nas em relic\u00e1rios de bronze, feitos \u00e0 imagem do animal cuja m\u00famia ele continha. Cuidar da sepultura dum animal, fosse sagrado, fami\u00adliar ou desconhecido, era dever que todos procuravam cumprir. A respeito, temos um texto: &#8220;Dei p\u00e3o ao homem faminto; ao sedento, \u00e1gua, roupas ao que estava nu. Cuidei das \u00edbis, falc\u00f5es, gatos e c\u00e3es divinos; inumei-os ritualmente, ungidos com \u00f3leo e recobertos com estofos&#8221;.<\/p>\n<p>ANUBIS &#8211; O <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> An\u00fabis, ordinariamente, era honrado com quatro ep\u00edtetos: &#8220;Aquele que \u00e9 a faixinha &#8220;, &#8220;Presidente do divino pavilh\u00e3o&#8221;, &#8220;Senhor da necr\u00f3pole&#8221; e &#8220;Aquele que est\u00e1 empoleirado sobre a sua montanha&#8221;.<br \/>\nO primeiro ep\u00edteto n\u00e3o sabemos o que significa; &#8220;Presidente do divino pavilh\u00e3o&#8221; significa que ele era venerado no lugar onde se procediam as mumifica\u00e7\u00f5es, pois An\u00fabis embalsamara Os\u00edris e se tornara o protector dos embalsamadores; &#8220;Senhor da necr\u00f3\u00adpole&#8221; e &#8220;Aquele que est\u00e1 empoleirado sobre a sua montanha&#8221;, porque esse <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> introduzia os mortos no outro mundo (psico\u00adpompo) e velava sobre as sepulturas, tendo se encarnado no c\u00e3o selvagem &#8211; ou chacal &#8211; que ronda os cemit\u00e9rios.<br \/>\nAntes de Os\u00edris consideravam-no o grande <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> funer\u00e1rio; a ele dirigem-se os votos de uma vida al\u00e9m-t\u00famulo gravados nas mais antigas mastabas.<br \/>\nSeus santu\u00e1rios eram assaz numerosos; o mais c\u00e9lebre de seus templos se encontrava no M\u00e9dio Egipto, na cidade que os gregos chamavam de Cin\u00f3polis, &#8220;A Cidade dos C\u00e3es&#8221;.<\/p>\n<p>APED &#8211; V. apel.<\/p>\n<p>APIS -Os touros sagrados encontrados por Mariette nas catacumbas de Sacara possuem longa hist\u00f3ria, t\u00e3o velha como a civiliza\u00e7\u00e3o eg\u00edpcia, e que s\u00f3 findaria com o triunfo do Cristia\u00adnismo.<br \/>\nNo curso dos s\u00e9culos, a imagem inicial do animal procriador, s\u00edmbolo da fecundidade, o touro, enriqueceu-se com in\u00fameros outros aspectos. Apis era adorado em M\u00eanfis, cujo padroeiro era Pt\u00e1; n\u00e3o tardou em se lhe associar e se tornou a manifes\u00adta\u00e7\u00e3o do <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a>, &#8220;Sua Alma Magn\u00edfica&#8221;. De R\u00e9 lhe veio o disco solar que carrega entre os cornos.<br \/>\nA seguir Apis funde-se com Os\u00edris e o am\u00e1lgama d\u00e1 origem a uma <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a> funer\u00e1ria. Desde ent\u00e3o a morte do touro toma import\u00e2ncia capital; as autoridades celebram suas obs\u00e9quias no meio de grande concurso de fi\u00e9is, que lhe trazem seus dons de todas as partes do pa\u00eds. Mas apenas Apis desaparece, renasce em outro envolt\u00f3rio mortal. Os sacerdotes percorrem as campi\u00adnas e os pastios e examinam os rebanhos a fim de identificarem o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a>, reconhec\u00edvel por marcas particulares. Encontrado o animal, ao pranto e \u00e0s lamenta\u00e7\u00f5es sucede-se o regozijo universal. O novel touro \u00e9 entronizado no seu est\u00e1bulo sagrado de Menfis, junto de sua m\u00e3e, onde viver\u00e1 cercado de um har\u00e9m mugidor.<br \/>\nN\u00e3o se sabe, ao certo, se o touro Apis era branco com man\u00adchas pretas, ou negro com manchas brancas; a iconografia, a respeito, \u00e9 duvidosa. Conta-nos Her\u00f3doto que Cambises, o con\u00adquistador do Egipto, cruelmente feriu o touro sagrado; logo a seguir enlouqueceu.<\/p>\n<p>AP\u00d3FIS -V. Ap\u00f3pis.<br \/>\nAP\u00d3PIS -Ap\u00f3pis era um dem\u00f3nio-serpente, de tamanho gigantesco, que amea\u00e7ava, de manh\u00e3 e de tarde, a ordem c\u00f3smica, em atacando a barca do Sol. Sempre vencido, mas sempre renas\u00adcido, era indestrut\u00edvel e constitu\u00eda um elemento fixo da harmo\u00adnia universal: era o equil\u00edbrio do Mundo. Quase todos os textos religiosos mencionam os ataques de Ap\u00f3pis e a sua derrota; os rituais m\u00e1gicos, compostos para os templos, evocam as t\u00e9cnicas operat\u00f3rias de <a href=\"https:\/\/www.magianegra.com.pt\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"5\" title=\"Bruxaria, saiba tudo aqui\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">feiti\u00e7aria<\/a> ou de execra\u00e7\u00e3o por meio das quais os oficiantes, no momento cr\u00edtico, podiam paralisar os ataques do monstro.<br \/>\nA interpreta\u00e7\u00e3o progressiva dos diversos sistemas teol\u00f3gicos levou, finalmente, a identificar Ap\u00f3pis com Set, que outrora fora seu pior inimigo, e que se tornou, ele tamb\u00e9m, o s\u00edmbolo das for\u00e7as hostis e das revoltas contra os <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> do c\u00e9u.<\/p>\n<p>APUAT -Personifica\u00e7\u00e3o do solst\u00edcio de inverno. Foi associa\u00addo com An\u00fabis como Upuaut, &#8220;Aquele Que Abre Os Caminhos&#8221; para Os\u00edris.<\/p>\n<p>ARFAS E -Outro nome de Os\u00edris.<\/p>\n<p>ARUI::RIS -Filho, segundo a tradi\u00e7\u00e3o, de \u00cdsis e Os\u00edris. \u00c0s vezes era confundido com Horo e An\u00fabis. Tinha uma est\u00e1tua na Fen\u00edcia. Seu templo, port\u00e1til, era conduzido por bois.<\/p>\n<p>ASO &#8211; V. Ason.<br \/>\nASON &#8211; Rainha da Eti\u00f3pia e concubina de Set (T\u00edfon ou Tif\u00e3o). Ajudou-o a tramar ciladas contra Os\u00edris, quando este regressou de suas viagens.<br \/>\nATIR -&#8220;A Noite&#8221; ou &#8220;As Trevas&#8221;, <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a> eg\u00edpcia.<\/p>\n<p>ATON &#8211; <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Divindade<\/a> solar representada pelo disco do Sol, criada por Akhenaton, o fara\u00f3 herege. N\u00e3o \u00e9 certo afirmar, como o querem alguns, que a doutrina de Aton representasse puro monote\u00edsmo; ela o foi tanto quanto outras que a precederam; tamb\u00e9m a exalta\u00e7\u00e3o das mil bondades do &#8220;Senhor Universal&#8221; n\u00e3o era ideia original de Akhenaton. A \u00fanica coisa in\u00e9dita trazida com a cria\u00e7\u00e3o de Aton, foi o confisco dos bens de Amon; esse facto, provavelmente, determinou a r\u00e1pida queda do culto, que morreu com o seu criador. A originalidade religiosa do culto de Aton residia, isso sim, no seu lirismo sensual e na \u00edntima uni\u00e3o da criatura com o Criador, onde se afirmou fortemente a personalidade assaz m\u00edstica de Acn\u00e1ton. Aton era representado pelo Disco solar.<\/p>\n<p>ATOR -<a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deusa<\/a> do Amor. Confunde-se com a Afrodite grega e com a V\u00e9nus romana.<\/p>\n<p>ATUM &#8211; Uma das grandes <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindades<\/a> eg\u00edpcias. De manh\u00e3, aparecendo como o falc\u00e3o de olhos faiscantes, \u00e9 o &#8220;Horo do Horizonte&#8221;; de dia \u00e9 R\u00e9, simplesmente, com corpo humano e cabe\u00e7a de falc\u00e3o encimada pelo uraeus e pelo disco; de noite \u00e9 Atum ou Atum-R\u00e9, sempre com forma humana, tendo em si o princ\u00edpio de vida, quando tudo <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> trevas ou nada. Antes de renascer \u00e0 luz \u00e9 R\u00e9-C\u00f3prer,isto \u00e9, o Escaravelho; v\u00eamo-lo, ent\u00e3o, de c\u00f3coras com cabe\u00e7a de escaravelho.<br \/>\nAs adora\u00e7\u00f5es dos mortos dizem-lhe: &#8220;Atum, <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> que \u00e9 <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> por si mesmo, o Antigo que existe desde o come\u00e7o. Aclama\u00e7\u00e3o a ti, autor dos <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a>\u201d<\/p>\n<p>AVES -V. P\u00e1ssaros.<\/p>\n<p>BA &#8211; Quando os eg\u00edpcios modernos e crist\u00e3os (os coptas) falam da alma, usam o termo grego psique; isto indica clara\u00admente que nenhuma palavra da antiga l\u00edngua correspondia exactamente \u00e0 no\u00e7\u00e3o crist\u00e3 de alma, elemento espiritual, imortal e individual. Contudo, <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> in\u00fameros os termos eg\u00edpcios que desig\u00adnam o composto do ser humano; mas, infelizmente, jamais se preocupam em definir claramente essas no\u00e7\u00f5es.<br \/>\nEnquanto vivo, as for\u00e7as espirituais de um eg\u00edpcio compreen\u00addiam ao menos dois princ\u00edpios distintos: o ca (ka) e o akh. Fi\u00adgurado pela imagem hierogl\u00edfica da \u00edbis com penacho, o akh \u00e9 um princ\u00edpio imortal; dizem-nos os textos que &#8220;se o corpo per\u00adtence \u00e0 terra, o akh pertence ao c\u00e9u&#8221;.<br \/>\n\u00c0 mesma raiz correspondem as palavras que significam &#8220;bri\u00adlhar&#8221;, mas tamb\u00e9m &#8220;ser eficaz&#8221;, e parece que \u00e9 preciso ver no akh um poder invis\u00edvel, que pode prestar sua efic\u00e1cia aos homens, mas aos <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> igualmente. Em alguns contextos akh se aplica aos &#8220;G\u00e9nios&#8221; ou &#8220;Esp\u00edritos&#8221;, formas intermedi\u00e1rias entre os deu\u00adses e os humanos; designa, n\u00e3o raro, os mortos privilegiados ou, ainda, os que retomam.<br \/>\nEntre os coptas, os akhu, outrora t\u00e3o prestigiados, hoje <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> dem\u00f3nios. O bd (ou ba) \u00e9 um aspecto mais definido da alma humana; \u00e9 a parte espiritual do indiv\u00edduo, que, ap\u00f3s a morte, encontra sua individualidade e pode errar \u00e0 vontade, por toda parte.<br \/>\nOs papiros religiosos figuram o bd sob a forma de um p\u00e1s\u00adsaro com cabe\u00e7a humana, que pode permanecer na vizinhan\u00e7a do corpo defunto, na c\u00e2mara f\u00fanebre, mas prefere, comumente, voar ao ar livre, reencontrar aqueles lugares que foram gratos ao morto quando a vida lhe corria nas veias. O bd, pois, \u00e9 ele\u00admento espiritual que pode aparecer independentemente do seu fulcro f\u00edsico, agir por pr\u00f3pria conta, &#8220;representar,&#8221; de certa ma\u00adneira, o patrono.<br \/>\nFala-se, tamb\u00e9m, de animais que <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> o bd de um <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a>, sua manifesta\u00e7\u00e3o f\u00edsica, e de <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> que <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> o bd de outros <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a>, praticamente suas hip\u00f3stases.<br \/>\nNo plural, os bau <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> agentes de ac\u00e7\u00e3o exterior \u00e0quele Que os det\u00e9m; designam manifesta\u00e7\u00f5es long\u00ednquas de um ser vivo ou de um <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a>, esta parte destac\u00e1vel dele mesmo e que age \u00e0 dist\u00e2ncia; \u00e9 costume traduzir bau por &#8220;poder&#8221;; mas \u00e9 necess\u00e1rio precisar que se trata duma pot\u00eancia ou poder que escapa \u00e0s conting\u00eancias espaciais e se estende bem al\u00e9m do lugar onde o portador dos batI se encontra.<br \/>\nO ba seria, numa forma mais intelig\u00edvel, a alma itinerante de um ser vivo, capaz de a\u00e7\u00e3o material.<br \/>\nAo lado desses princ\u00edpios, o ca, o akh e o bd, que se uniam para formar um ser completo (corpo e alma com faculdades), a personalidade de um eg\u00edpcio contava, ainda com in\u00fameros ele\u00admentos, tais como a sombra e o nome, que traduziam a sua ess\u00eancia \u00edntima.<\/p>\n<p>BAAL- TS\u00c9FON -\u00cddolo que os m\u00e1gicos eg\u00edpcios colocaram no deserto, como uma barreira, a fim de deter os hebreus e impedi-los de fugir.<\/p>\n<p>BABUINO -O <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> Tot ou Baba. &#8211; V. Macaco.<\/p>\n<p>BACA -Touro sagrado de Herm\u00f4ntis, encama\u00e7\u00e3o de Mentu. Esta figura mitol\u00f3gica \u00e0s vezes aparece com o nome de B\u00faquis. -V. Animais Sagrados.<\/p>\n<p>BARCAS SOLARES -O Sol tinha duas barcas ou naves celestes, que vogavam nas amplid\u00f5es do C\u00e9u. A imagem cosmogr\u00e1fica concebida pelos eg\u00edpcios era inspi\u00adrada no aspecto geogr\u00e1fico do vale do Nilo. O mundo era uma plataforma de terra cortada ao meio pelo rio Nilo e cercada de \u00e1gua por todos os lados. Por cima desse mundo tabular havia um c\u00e9u, que era tamb\u00e9m uma plataforma, separada do solo pelo Shu, o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> dos espa\u00e7os a\u00e9reos. Nos quatro cantos do mundo havia os quatro esteios que mantinham o c\u00e9u em equil\u00edbrio. Neste c\u00e9u vogavam as barcas do <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> Sol, R\u00e9.<br \/>\nNos cemit\u00e9rios que datam da mais alta antiguidade, encon\u00adtraram-se, flanqueando certas sepulturas, provavelmente princi\u00adpescas, escava\u00e7\u00f5es naviformes e que comumente conservavam destro\u00e7os de embarca\u00e7\u00f5es.<br \/>\nEm 1954, ao p\u00e9 da inclina\u00e7\u00e3o sul da Grande Pir\u00e2mide, duas fossas cobertas com lajes cicl\u00f3picas foram inopinadamente desco\u00adbertas. No fundo de uma delas estava um navio com popa papi\u00adriforme, desmontado com ordem, completo, desde a quilha at\u00e9 o toldo que cobria o conv\u00e9s. Os especialistas do Museu Eg\u00edpcio montaram esse navio, pe\u00e7a por pe\u00e7a, feita de pedacinhos de cedro, minuciosamente ajustados; tem quase 40 metros de comprimento. Os s\u00e1bios aventaram a hip\u00f3tese de que as barcas assim enter\u00adradas na necr\u00f3pole permitiriam ao defunto identificar-se com R\u00e9; falava-se, pois, comumente, nas &#8220;barcas solares de Giz\u00e9&#8221;.<br \/>\nMas outras conjecturas <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> plaus\u00edveis: as barcas serviriam para passeios no outro mundo; seriam verdadeiras barcas-cata\u00adfalcos, perpetuando, com a sua presen\u00e7a, a virtude dos ritos de sepultamento; poderiam ser, tamb\u00e9m, barcas m\u00edsticas, que con\u00adduziriam peregrinos para se revivificarem nos long\u00ednquos lugares sagrados&#8230;<br \/>\nTodos esses g\u00eaneros de barcos, com efeito, <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> conhecidos atrav\u00e9s dos ritos funer\u00e1rios. Sugerem, pois os egipt\u00f3logos, que, de momento, se fale apenas, na &#8220;barca de Qu\u00e9ope&#8221;.<\/p>\n<p>BASTET -<a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deusa<\/a>-gata que, na origem, era <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a>-leoa.<br \/>\nAdo\u00adrada principalmente em Bub\u00e1stis, no Baixo Egipto, o seu templo contava centenas de ef\u00edgies de bronze; algumas dessas estatue\u00adtas emprestavam ao corpo feminino da <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a> uma gentil cabe\u00e7a de gata; outras mostravam Bastet como gata-m\u00e3e alei\u00adtando os filhotes; outras, finalmente, a figuravam como gata\u00ad-rainha, ricamente trajada e enfeitada.<br \/>\nSegundo outra interpreta\u00e7\u00e3o, Bastet, depois de ter personi\u00adficado o calor fecundante do Sol, foi a <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a> da Alegria, que protegia o homem contra as doen\u00e7as.<\/p>\n<p>BES &#8211; G\u00e9nio familiar, disforme, hirsuto e careteiro, emplu\u00admado, vestido com <a href=\"https:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/beleza-bem-estar\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"19\" title=\"Beleza e bem-estar, veja tudo aqui\">pele<\/a> de le\u00e3o. Tinha por of\u00edcio proteger os homens contra as influ\u00eancias nefastas ou malignas, contra os r\u00e9pteis pe\u00e7onhentos e contra os seres malfazejos.<br \/>\nSeu aspecto rid\u00edculo excitava o bom humor e a hilaridade. Figuravam-no ora sobre estelas, vasos ou amuletos, ora em luga\u00adres s\u00e9rios e sagrados, como os templos.<br \/>\nFazia parte do cortejo de dem\u00f3nios ben\u00e9ficos que protegiam a mulher em <a href=\"https:\/\/www.magianegra.com.pt\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"2\" title=\"Trabalhos de magia negra, saiba tudo aqui\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">trabalho<\/a> de parto de todo contacto pernicioso.<\/p>\n<p>B\u00c9TILO &#8211; O sentido primitivo do b\u00e9tilo, que diz, respeito \u00e0 litolatria e que define a pedra sobrenaturalizada (pedra-divin\u00addade ou pedra que cont\u00e9m a sede ou os poderes da <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a>, por oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 imagem da <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a>), ampliou-se mais tarde; aplicando-se, igualmente, ao marco de pedra e \u00e0 pedra talhada em geral, por oposi\u00e7\u00e3o \u00e0s pedras brutas.<br \/>\nO b\u00e9tilo era adorado pelos s\u00edrios e fen\u00edcios; n\u00e3o se sabe, precisamente, qual era a sua situa\u00e7\u00e3o entre os eg\u00edpcios.<br \/>\nB\u00e9tilo \u00e9 de origem semita: beith-el, &#8220;<a href=\"https:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/feng-shui\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"22\" title=\"Fen Shui, veja mais aqui\">Habita\u00e7\u00e3o<\/a> Divina&#8221; (G\u00ea\u00adnese, XXVIII, 10-22). Da\u00ed o nome do lugar de que fala a B\u00edblia, Betel, que traduzem vulgarmente por &#8220;<a href=\"https:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/feng-shui\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"22\" title=\"Fen Shui, veja mais aqui\">Casa<\/a> de <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deus<\/a>&#8221;. \u00c0s vezes b\u00e9tilo \u00e9 confundido com abadir, que significa &#8220;Pai Vener\u00e1vel&#8221;, tamb\u00e9m termo semita.<\/p>\n<p>BEZA -<a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Divindade<\/a> adorada na cidade do mesmo nome, no Alto Egito. Tinha um <a href=\"https:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/oraculos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"24\" title=\"Or\u00e1culos, veja mais aqui\">or\u00e1culo<\/a> que proferia as respostas por meio de bilhetes selados.<\/p>\n<p>BUSIRIS -1) Rei de Tebas, que ele fortificou com poderosas muralhas, a fim de repelir os ataques dos et\u00edopes. Diziam os gregos que era filho de J\u00fapiter (Zeus) e da L\u00edbia, ou de Netuno (Poseidon) e da L\u00edbia, ou, ainda, de Anipa. Refere a lenda que, pelo facto de imolar v\u00edtimas humanas, para fazer cessar a peste que grassava em Tebas, foi morto por H\u00e9rcules, que aboliu o execr\u00e1vel ritual. Seu nome, P-Usiri, significa, literalmente, &#8220;Morada de Os\u00edris&#8221;.<br \/>\n2) Nome de v\u00e1rias cidades do Egito, que ainda hoje trazem o nome ligeirament alterado: Abusir. A mais c\u00e9lebre dessas cidades situava-se no Baixo Egipto, nas vizinhan\u00e7as imediatas de Mendes.<\/p>\n<p>BUTO -1) <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Divindade<\/a> eg\u00edpcia. O s\u00e2nscrito bhuta deu origem ao termo bulo, &#8220;dem\u00f3nio&#8221; ou &#8220;esp\u00edrito maligno&#8221;.<br \/>\n2) Capital do reino do Norte do Egipto pr\u00e9-hist\u00f3rico.<br \/>\nMais tarde, Amon, o obscuro <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> local de Tebas, tomou o carneiro por animal sagrado; a part\u00edr da XVIII dinastia, seus objetos lit\u00fargicos, barcas, vasos e bast\u00f5es rituais, foram ornados com o carneiro, n\u00e3o mais o paleo-eg\u00edpcio, mas a esp\u00e9cie nova, o ovis platyra, pequeno, de cauda curta e gross\u00e0, com espessos cornos recurvados ao redor das orelhas. Longas filas de est\u00e1\u00adtuas deste carneiro guardam o templo de Carnaque. Depois, mais e mais, Amon foi figurado como homem crioc\u00e9falo e \u00e9 sob esse aspecto bestial que aparecer\u00e1 no mundo grego para proferir seus <a href=\"https:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/oraculos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"24\" title=\"Or\u00e1culos, veja mais aqui\">or\u00e1culos<\/a> no o\u00e1sis de Siuah, o &#8220;O\u00e1sis de Amon&#8221;.<br \/>\nE consagramos, ainda, a lembran\u00e7a do <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> tebano quando chamamos amonites esses grandes f\u00f3sseis cuja forma evoca os cornos de Amon.<\/p>\n<p>CA -Entre os eg\u00edpcios h\u00e1 poucas palavras t\u00e3o dif\u00edceis de definir como esta. Nossas concep\u00e7\u00f5es modernas nada t\u00eam de semelhante ao ca, da\u00ed a dificuldade em definir essa palavra. O ca \u00e9, praticamente, manifesta\u00e7\u00e3o de energias vitais, tanto na sua fun\u00e7\u00e3o criadora, como na sua fun\u00e7\u00e3o conservadora.<br \/>\nO ca, pois, pode designar o poder da cria\u00e7\u00e3o que a <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a> possui, mas tamb\u00e9m as for\u00e7as de manuten\u00e7\u00e3o que anima Maat, a ordem universal. Na ordem individual faz-se grande uso do termo ca a respeito dos mortos: &#8220;Passar a seu caro significa &#8220;mor\u00adrer&#8221;; as est\u00e1tuas do defunto que <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> fechadas nos t\u00famulos, <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> &#8220;est\u00e1tuas de caro; as f\u00f3rmulas funer\u00e1rias se dirigem &#8220;ao caro de um determinado morto. Mesmo vivo, um eg\u00edpcio pode ver o seu ca aumentado pelo rei.<br \/>\nTem um reservat\u00f3rio de for\u00e7as vitais, do qual prov\u00e9m toda vida, e gra\u00e7as ao qual toda vida subsiste (alimentos, enrique\u00adcimento, bens materiais, aumento de poder&#8221;.), e para o qual toda vida retorna depois da morte. Tem, pois, uma esp\u00e9cie de &#8220;for\u00e7a vital&#8221;, que desempenha papel t\u00e3o importante nas m\u00faltiplas civiliza\u00e7\u00f5es da \u00c1frica negra; o muniu dos bantus e o menes dos ules.<\/p>\n<p>CAMTFIS &#8211; Nome comum \u00e0s tr\u00eas mais antigas <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindades<\/a> eg\u00edpcias.<\/p>\n<p>CARNEIRO &#8211; Entre os eg\u00edpcios o carneiro era designado por uma onomatop\u00e9ia: b\u00e9; tinha, tamb\u00e9m, o nome de quenum, origin\u00e1rio de uma velha palavra semita, de onde veio o \u00e1rabe, ghanam.<br \/>\nOs criadores eg\u00edpcios conheceram duas esp\u00e9cies de carneiros: a mais antiga, era caracterizada por corpo volumoso, longa cauda e chifres espiralados que se afastavam horizontalmente; esse tipo, comumente, \u00e9 visto nas antigas representa\u00e7\u00f5es iconogr\u00e1ficas.<br \/>\nOs carneiros serviam para os eg\u00edpcios como m\u00e1quinas agr\u00ed\u00adcolas: eram eles que afundavam na terra \u00famida e rica o gr\u00e3o semeado pelo agricultor. Quanto \u00e0 l\u00e3, considerada elemento impu\u00adro (os eg\u00edpcios vestiam-se com linho, mais fresco e mais higi\u00e9nico), eles a desprezavam, assim como a carne. \u00c9 verdade que as popula\u00e7\u00f5es pr\u00e9-fara\u00f4nicas a comiam, os papiros m\u00e9dicos a prescreviam, juntamente com a gordura, mas as longas ementas rituais compostas para os <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> e para os defuntos, n\u00e3o fazem men\u00e7\u00e3o da carne ovina.<br \/>\nPortanto, o carneiro n\u00e3o representava nenhum papel impor\u00adtante na economia fara\u00f3nica. Entretanto, \u00e9 singular observar que os eg\u00edpcios embalsamaram gera\u00e7\u00f5es e gera\u00e7\u00f5es de carneiros. A mais antiga imagem de um carneiro mumificado que se conhe\u00adce, data da I dinastia.<br \/>\nMas na <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/mitos-e-mitologia\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"14\" title=\"Mitologia, veja mais aqui\">mitologia<\/a> o carneiro. ocupa lugar de destaque. Os <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> ovinos eram assaz numerosos e variados: Herishef (em grego Arsafe -V. essa palavra) de Heracle\u00f3polis (&#8220;Cidade de H\u00e9racles&#8221;, isto \u00e9, H\u00e9rcules); o famoso Carneiro de Menct\u00e7s, cuja colossal capela de granito ainda se ergue sobre a coliri\u00e1 deso\u00adlada; enfim o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a>-carneiro por excel\u00eancia, que era venerado em v\u00e1rios lugares, Cnum, &#8220;Aquele Que Tem A Forma Do Carnei\u00adro&#8221; etc. Todas essas personagens divinas se encarnavam no caneiro paleo-eg\u00edpcio, ovis longipes palroaegyptiaca, de chifres honzontais. Seus cornos entravam na composi\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias coroas m\u00e1gicas, pr\u00f3prias aos <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> e reis; eram elas o s\u00edmbolo do temor que causa o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/esoterismo\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"11\" title=\"Esoterismo, veja mais aqui\">sobrenatural<\/a>; a cabe\u00e7a servia para expri\u00admir hieroglificamente o poder e o prest\u00edgio.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/feng-shui\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"22\" title=\"Fen Shui, veja mais aqui\">CASA<\/a> DA VIDA -D\u00e1-se o nome de &#8220;<a href=\"https:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/feng-shui\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"22\" title=\"Fen Shui, veja mais aqui\">Casa<\/a> da Vida&#8221; a v\u00e1rias institui\u00e7\u00f5es culturais: oficinas de escribas cont\u00edguas aos grandes templos, no interior das quais se redigiam ou se copiavam os textos lit\u00fargicos, assim como as inscri\u00e7\u00f5es mitol\u00f3gicas; col\u00e9gios de m\u00e9dicos e, possivelmente, &#8220;sanat\u00f3rios&#8221;, onde se acolhiam os enfermos, lugares que, na Baixa Epoca, faziam parte do templo; col\u00e9gio de professores e oficiantes do templo; col\u00e9gios de artistas e decoradores.<br \/>\n\u00c9 muito prov\u00e1vel que fossem os escribas das <a href=\"https:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/feng-shui\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"22\" title=\"Fen Shui, veja mais aqui\">Casas<\/a> da Vida que copiaram, em m\u00faltiplas edi\u00e7\u00f5es, os Livros dos Mortos, fabricados em s\u00e9rie, e dos quais os defuntos, a partir do Novo Imp\u00e9rio, se muniam para a \u00faltima viagem.<\/p>\n<p>CEB -V. Ceio.<br \/>\nCEDO -V. Ceio.<\/p>\n<p>CECROPE -C\u00e9crope ou C\u00e9crops, personagem m\u00edtica natu\u00adral de Sais, no Egipto. Foi chefe de uma col\u00f4nia egipcia que se estabeleceu na Atica. Fundou Atenas e foi seu primeiro rei. Submeteu os povos vizinhos mais pela do\u00e7ura e pelo encanto pessoal que pelas armas; a religi\u00e3o foi objecto de seus principais cuidados. Representavam-no com torso de homem terminado em cauda de drag\u00e3o.<br \/>\nC\u00e9crope, propriamente, n\u00e3o pertence \u00e0 <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/mitos-e-mitologia\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"14\" title=\"Mitologia, veja mais aqui\">mitologia<\/a> eg\u00edpcia. E cria\u00e7\u00e3o hel\u00eanica.<\/p>\n<p>CECROPS -V. C\u00e9crope.<\/p>\n<p>CEFO -Monstro que era adorado em Menfis. Aspecto de macaco.<\/p>\n<p>CEPO -V. Ceio.<\/p>\n<p>CERCOPITECO -Nome grego que designa o macaco ao qual os eg\u00edpcios tributavam honras divinas (de kerkos, &#8220;cauda&#8221; e pithekos, &#8220;macaco&#8221;). -V. Macaco.<\/p>\n<p>CHACAL -Quando se fala em chacal ocorre-nos logo \u00e0 lem\u00adbran\u00e7a a figura estranha de An\u00fabis, homem com cabe\u00e7a de can\u00eddeo. O verdadeiro chacal n\u00e3o existia no Egito. Havia, isto sim, c\u00e3es selvagens ou errantes, semelhantes a lobos, com grandes orelhas pontudas e focinho afilado (Canis lupaster). Com essa forma era representado o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> Assiut, Upuaut (ou Apuat -v. essa palavra), &#8220;Aquele Que Abre Os Caminhos&#8221;; o pr\u00f3prio An\u00fa\u00adbis, embalsamador e guia dos defuntos, era comumente reves\u00adtido da figura de um desses c\u00e3es.<br \/>\nAs imagens do &#8220;chacal&#8221; de An\u00fabis e de outros c\u00e3es f\u00fanebres foram enfeitadas pelos pintores com mantos inteiramente negros e com um colar de renascimento, ainda que, na realidade, apenas excepcionalmente os c\u00e3es que erravam pelo Egipto fossem negros. Destarte, para que se pudesse entronizar nos templos os animais sagrados de An\u00fabis e de Upuaut, o ritual definia a forma e o tom das manchas que deviam ter os can\u00eddeos dignos de repre\u00adsentar os <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> ladradores. Mas o povo, que n\u00e3o olhava o ritual, chorava piedosamente todo e qualquer ammal que semelhasse o chacal, sem olhar-lhe o p\u00ealo, e o embalsamava com cuidados. As necr\u00f3poles de Assiut e de Cin\u00f3polis (&#8220;Cidade dos C\u00e3es&#8221;) esta\u00advam cheias de can\u00eddeos embalsamados.<\/p>\n<p>CINOCIO-FALO -O mesmo que An\u00fabis. -V. Macaco.<\/p>\n<p>CNEF -Nome sob o qual os eg\u00edpcios adoravam o Criador do Mundo.<\/p>\n<p>CN\u00dcFIS -O mesmo que Cnef.<\/p>\n<p>CNUM -Esta <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a> \u00e9 figurada sob a forma de homem com cabe\u00e7a de carneiro provido de cornos duplos. <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deus<\/a> criador da vida, gerador das esp\u00e9cies viventes, recebeu, segundo os luga\u00adres do Egito onde seu culto se arraigou, as fun\u00e7\u00f5es suplementares de guardi\u00e3o das fontes do Nilo (em Elefantina, onde reina ao lado das <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusas<\/a> S\u00e1tis e An\u00faquis), ou oleiro modelando no seu torno o ovo do qual toda vida dever\u00e1 provir. <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deus<\/a> muito antigo, \u00e9 conhecido, sobretudo, pelos textos do templo de Esna que, paradoxalmente, pertencem aos primeiros s\u00e9culos da nossa era. Seu culto era muito espalhado e difundido; dezenas de cidades o cultuavam sob formas e atributos variados.<\/p>\n<p>CON -Nome que os eg\u00edpcios davam a H\u00e9rcules.<\/p>\n<p>CANSO -Conso ou Consu, <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> lunar, que foi muito cedo integrado na teologia tebana e considerado filho de Amon e de Mut. Possui em Carnaque um templo admiravelmente bem con\u00adservado. E correntemente figurado sob o aspecto de um homem com cabe\u00e7a de falc\u00e3o encimada pelo disco lunar; mas aparece, tam\u00adb\u00e9m, como personagem multiforme, ou como crian\u00e7a. Conhecem-se v\u00e1rias de suas manifesta\u00e7\u00f5es: Conso o magn\u00e2nimo, que \u00e9 seu t\u00edtulo tebano por excel\u00eancia; Conso o conselheiro, em Tebas, &#8220;0 <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deus<\/a> Que Afasta Os Esp\u00edritos malignos&#8221;.<\/p>\n<p>CONSU -V. Canso.<\/p>\n<p>CRABO -Um dos <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> eg\u00edpcios.<\/p>\n<p>CREN\u00c7AS FUNERARIAS &#8211; Num pa\u00eds onde as cren\u00e7as va\u00adriam de uma cidade para outra, seria dif\u00edcil encontrar uma dou\u00adtrina comum no que tange \u00e0 morte e suas manifesta\u00e7\u00f5es. De feito, o assunto \u00e9 muito complexo e pass\u00edvel de v\u00e1rias interpre\u00adta\u00e7\u00f5es, pois as id\u00e9ias se interpenetram e v\u00e1rios ritos se sobrep\u00f5em, ao passo que um cede ao outro algumas de suas proprie\u00addades particulares.<br \/>\nTinha o a ideia mais antiga &#8211; referente ao outro mundo e \u00e0 sorte que aguarda os homens depois da morte \u00e9 n\u00e3o s\u00f3 a primitiva mas tamb\u00e9m a mais simples e que teve maior autoridade. O defunto era colocado no t\u00famulo, nas areias do deserto ou no rochedo in\u00f3spito &#8211; naquela zona exterior ao vale, \u00e0s verdes pradarias dos vivos -que os textos chamam &#8220;O-Lado-Escondido-Do-<a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deus<\/a>&#8221;; \u00e9 l\u00e1, pois, que o corpo inanimado reencontrar\u00e1 a Vida. O de\u00adfunto, na sua sepultura, conhecer\u00e1 nova exist\u00eancia, com desejos e necessidades iguais aos que na terra tinha, e com faculdades aparentemente id\u00eanticas. Logicamente, portanto, o corpo dever\u00e1 ter alimentos, os quais ser\u00e3o colocados ao lado em grandes jarras; o culto funer\u00e1rio assegurar\u00e1 a renova\u00e7\u00e3o desses alimentos, de modo que n\u00e3o venham a faltar totalmente. Essas <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> as mais antigas cren\u00e7as, atestadas pelas tumbas arcaicas, cavadas no deserto, onde o morto assumia a posi\u00e7\u00e3o embrion\u00e1ria, voltado sobre si mesmo. \u00c9 \u00f3bvio que muitas outras praxes se perderam no correr dos s\u00e9culos. Mesmo o sentido exacto dessa posi\u00e7\u00e3o cur\u00advada nos escapa; que significar\u00e1, tamb\u00e9m, o costume de orientar o corpo no t\u00famulo?<br \/>\nMais tarde outras concep\u00e7\u00f5es se ajuntaram \u00e0s primitivas; mas estas permanecer\u00e3o sempre. Por exemplo, a decora\u00e7\u00e3o dos t\u00famulos e a quest\u00e3o dos alimentos. H\u00e1 de tudo nos baixos\u00adrelevos e nas pinturas das tumbas: cenas da vida quotidiana, imagem de funerais, actividades campestres, cenas da vida dom\u00e9s\u00adtica e familiar, lembran\u00e7a de epis\u00f3dios hist\u00f3ricos, cerim\u00f3nias religiosas&#8230; A escolha varia de uma para outra tumba, mas a refei\u00e7\u00e3o do morto e a mesa carregada de oferendas permanece em todas, id\u00eantica, imut\u00e1vel. No Imp\u00e9rio Antigo, o morto levava com ele um card\u00e1pio dos mais generosos; mais tarde contenta\u00adram-se com a representa\u00e7\u00e3o dos alimentos de toda esp\u00e9cie; a magia da imagem pode, \u00e0 vontade, renovar-lhe as provis\u00f5es, dan\u00addo vida \u00e0s cenas de vindima ou colheita de frutas ou epis\u00f3dios de ca\u00e7a que figuram sobre os muros. A antiga ideia, pois, da vida al\u00e9m-t\u00famulo, n\u00e3o se perdeu; tudo se previu para que essa segunda vida decorra na abund\u00e2ncia; a alma que fugiu, no momento do desenlace, foi reintegrada no corpo pelos ritos da Abertura da Boca, de modo que o falecido, reconstitu\u00eddo em seus elementos vitais e provido de tudo que \u00e9 necess\u00e1rio para a vida, tinha diante dele uma eternidade que deveria ser passada no t\u00famulo.<br \/>\nDuas cren\u00e7as se sobrepuseram a esses velhos ritos, a de Os\u00edris e a de R\u00e9, o Sol. O Al\u00e9m de Os\u00edris estava ligado a v\u00e1rias ideias. Inicial\u00admente, Os\u00edris, transformado em <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> dos mortos pela extens\u00e3o hist\u00f3rica do seu culto, trouxe na sua esteira tudo aquilo que dizia respeito aos espa\u00e7os subterr\u00e2neos; o embalsamamento, actividade conservadora de An\u00fabis, a imagem da necr\u00f3pole do Oci\u00addente, constituem os aspectos da morte os\u00edrica. A seguir, o corpo, preservado pelo embalsamamento, ir\u00e1 viajar muito pelo outro mundo; o Livro dos Mortos descreve as v\u00e1rias etapas desse p\u00e9riplo ct\u00f4nio, os perigos dos quais dever\u00e1 triunfar, as f\u00f3rmulas que dever\u00e1 usar, as <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindades<\/a> que o sustentar\u00e3o. O galard\u00e3o final da vida os\u00edrica, o que espera o defunto no fim da sua longa jornada, depois do julgamento e consequente liberta\u00e7\u00e3o, isto \u00e9, a psicostasia, \u00e9 um trato de terra nos dom\u00ednios de Os\u00edris; l\u00e1 o defunto reencontrar\u00e1 suas actividades terrestres, aquelas que tinha deixado na terra. Esse Para\u00edso est\u00e1 situado no &#8220;Campo das Oferendas e no Campo das Jun\u00e7as&#8221; (Campo de Ialu); vinhe\u00adtas do Livro dos Mortos mostram o morto trabalhando, semeando, colhendo, atravessando os brejos no seu batel.<br \/>\nO uso das estatuetas de substitui\u00e7\u00e3o -para aqueles que n\u00e3o amavam o <a href=\"https:\/\/www.magianegra.com.pt\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"2\" title=\"Trabalhos de magia negra, saiba tudo aqui\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">trabalho<\/a> &#8211; os famosos sau\u00e1btis, simplificava as coisas, j\u00e1 que as imagens trabalhavam por eles.<br \/>\nQuanto \u00e0s cren\u00e7as solares, que foram as dos reis da V dinas\u00adtia, elas compreendiam os ritos da &#8220;tenda de purifica\u00e7\u00e3o&#8221;, no limite do deserto, e a &#8220;lustra\u00e7\u00e3o solar&#8221;, numa jarra; esses dois ritos levavam o defunto ao Para\u00edso solar, onde reinava o Grande Juiz (inicialmente R\u00e9); o morto, na escolta do barco do <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a>, acompanhava R\u00e9 no seu p\u00e9riplo celeste. Essas diversas doutri\u00adnas, que n\u00e3o tinham quase nada em comum, e outras ainda, como, por exemplo a sobreviv\u00eancia estelar na constela\u00e7\u00e3o de Orion, se soprepuseram de tal modo que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil encontrar um quadro inteiramente l\u00f3gico das ideias acerca da vida al\u00e9m\u00ad-t\u00famulo. Resumindo, poder\u00edamos dizer que o morto est\u00e1, ao mesmo tempo, no c\u00e9u, isto \u00e9, na barca do <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a>, sob a terra, trabalhando os campos de jun\u00e7a, e na sua sepultura, devorando as provis\u00f5es. quando for ocasi\u00e3o, retornar\u00e1 \u00e0 terra, a fim de rever os lugares que amou ou para atormentar os vivos. A vida al\u00e9m-t\u00famulo, destarte, oferece tr\u00eas aspectos diferentes quanto ao tempo: o dia ser\u00e1 reservado para o descanso na sepultura, com um ou outro eventual passeio pela terra; \u00e0 noite, numa via\u00adgem subterr\u00e2nea, o morto acompanhar\u00e1 o Sol no outro mundo, rebocani:lo a sua barca e detendo-se de passagem nos campos de Os\u00edris; ao raiar da madrugada, a alma errante voar\u00e1 novamente para a sepultura a fim de gozar da frescura e do sil\u00eancio que ela lhe oferece. Mas todas essas id\u00e9ias, parece, perdiam seu valor junto daquela que o eg\u00edpcio considerava positiva e certa: n\u00e3o h\u00e1 nada que valha um t\u00famulo bem constru\u00eddo e bem alimentado.<\/p>\n<p>CREPITO -<a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Divindade<\/a> que era- representada sob a figura de um menino acocorado.<\/p>\n<p>CROCODILO -Os eg\u00edpcios conheciam in\u00fameros processos m\u00e1gicos capazes de imunizar a agressividade do crocodilo, que chamavam &#8220;o agressor&#8221;. Os adora dores de Os\u00edris e de Horo consideravam o crocodilo aliado de Set.<br \/>\nMas, por estranho que pare\u00e7a, o crocodilo n\u00e3o \u00e9 um devo\u00adrador de homens e s\u00f3 chega a essa condi\u00e7\u00e3o levado por causas fortuitas. &#8220;O animal de goela terrificante&#8221; gosta \u00e9 de peixes.<br \/>\nO crocodilo \u00e9 um ser sa\u00eddo das \u00e1guas, como o Sol; os peixes eram os obscuros inimigos do Sol. \u00c9 l\u00f3gico, pois, que os eg\u00edpcios, na sua vis\u00e3o total e harmoniosa do Universo, tenham feito dele uma <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a>, Sobec ou Suco. Desde os pantanais do Delta at\u00e9 os bancos arenosos de Silsileh, de Ombos e de Gebelein, havia infinidade de templos dedicados a esse <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a>. Em Crocodil\u00f3polis (&#8220;Cidade dos Crocodilos&#8221;) de Faium e ao redor do lago Carun, ele era o Senhor Absoluto. Uma metade do belo templo de Com Ombo lhe era consagrada.<br \/>\nSobec, tanto como Amon, ganhou in\u00fameros atributos: &#8220;Sa\u00fa\u00adde a ti, Sobec o crocodilopolita, R\u00e9, Horo, <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> poderoso I Sa\u00fade a ti, Sobec o crocodilopolita, sa\u00fade a ti que te ergueste das Aguas Primordiais, Horo chefe do Egito, touro dos touros, grande ser macho, senhor das ilhas flutuantes. ..&#8221; Assim cantavam coti\u00addianamente os sacerdotes da Cidade dos Crocodilos, pedindo a salva\u00e7\u00e3o do Egito ao grande <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> solar, ct\u00f4nio e aqu\u00e1tico ao mesmo tempo.<br \/>\nNessa cidade, como em outras consagradas a Sobec, cria\u00advam-se crocodilos sagrados, bem como afirmava Her\u00f3doto. &#8220;O crocodilo foi trazido, foi domesticado; p\u00f5em-lhe nas orelhas pin\u00adgentes de pedras artificiais ou de ouro, braceletes nas patas dian\u00adteiras: d\u00e3o-lhe a comer alimentos determinados e v\u00edtimas; cui\u00addam dele, enquanto vive, do melhor modo poss\u00edvel; logo que morrem, <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> sepultados, embalsamados em f\u00e9retros sagrados. Ao contr\u00e1rio, os habitantes de Elefantina n\u00e3o consideram os croco\u00addilos sagrados, pois comem-lhes as carnes.&#8221;<\/p>\n<p>CULTO DOS ANIMAIS -V. Animais Sagrados.<\/p>\n<p>CULTO FUNER\u00c1RIO &#8211; Nenhum outro povo da Antiguidade tanto se preocupou com os problemas do al\u00e9m-mundo como os eg\u00edpcios; a prova dessa assertiva \u00e9 o n\u00famero imenso de t\u00famulos ricamente decorados e a abund\u00e2ncia de textos relativos aos funerais.<br \/>\nEntre outros povos, geralmente, os vivos temiam os mortos; no Egipto, por\u00e9m, os mortos dependiam dos vivos e estavam \u00e0 sua merc\u00ea. O eg\u00edpcio n\u00e3o temia a morte nem o que depois dela vinha; temia, isto sim, que os vivos (parentes, amigos, depen\u00addentes) dele se esquecessem e comprometessem definitivamente a sua vida al\u00e9m-t\u00famulo.<br \/>\nA morte terrestre era, apenas, uma etapa que conduzia a uma forma diferente de vida, seguramente mais fr\u00e1gil que a deste mundo, mas efectiva e real: a do corpo na sepultura; mas nada havia mais tem\u00edvel que uma segunda morte, pois esta seria definitiva. Ora, o destino do corpo sepultado est\u00e1 nas m\u00e3os dos vivos e <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> eles os \u00danicos que podem entreter este pouco de vida que lhe resta.<br \/>\nDa\u00ed a import\u00e2ncia do culto funer\u00e1rio. Esse culto implica, al\u00e9m dos funerais, o renovamento peri\u00f3dico dos alimentos e bebi\u00addas. Os t\u00famulos pr\u00e9-hist\u00f3ricos mostram j\u00e1 que o defunto levava com ele um rico sortimento de v\u00edveres; cumpria aos herdeiros, de modo especial ao filho mais velho do defunto, renovar as pro\u00advis\u00f5es e bebidas; na falta desses, qualquer pessoa podia cumprir essa merit\u00f3ria e piedosa fun\u00e7\u00e3o.<br \/>\nMas, \u00e0 medida que as gera\u00e7\u00f5es se sucediam, esses encargos se tomavam cada vez mais dif\u00edceis, pois em pouco havia muito mais defuntos a alimentar que vivos a trabalhar. Nasceram, ent\u00e3o, as funda\u00e7\u00f5es f\u00fanebres. Essas pr\u00e1ticas consistiam em reser\u00advar para o culto de um defunto um dom\u00ednio cujos rendimentos eram suficientes, ao mesmo tempo, para a alimenta\u00e7\u00e3o do defunto e, por transfer\u00eancia, para a do sacerdote encarregado de cuida! do t\u00famulo. Primitivamente esse sistema de funda\u00e7\u00e3o foi institu\u00eddo para uso do rei morto e do seu templo f\u00fanebre. Mas como o rei era o \u00danico propriet\u00e1rio do solo do E~to e dos seus recursos, e podia, a esse t\u00edtulo, conceder por favor a um dos seus pr\u00f3ximos o direito de construir uma mastaba \u00e0 sombra da pir\u00e2mide, assim, por extens\u00e3o, os defuntos podiam se beneficiar com as oferendas alimentares previstas para o culto real. Assim como quando o rei vivo alimentava seus fi\u00e9is, assim continuava a faz\u00ea-lo depois de morto. Da\u00ed as inscri\u00e7\u00f5es: &#8220;Oferenda que o rei concede&#8230;&#8221; Tal sistema s\u00f3 poderia subsistir com riquezas fantasticamente imensas e n\u00famero relativamente limitado de beneficiados. Ora, essas duas condi\u00e7\u00f5es n\u00e3o existiam e os eg\u00edp\u00adcios logo se viram obrigados a encontrar algum meio de assegurar a efetividade do culto funer\u00e1rio: com o rei \u00e9 que n\u00e3o podiam contar.<br \/>\nAssim, a partir da IV dinastia, os eg\u00edpcios criaram &#8220;funda\u00ad\u00e7\u00f5es&#8221; antes de morrerem: um sacerdote do ca, cujas fun\u00e7\u00f5es eram assegurar o culto e as oferendas ao defunto, vivia dos rendi\u00admentos que o pequeno trato de terra lhe oferecia. Destarte, vemos grandes grupos de pessoas viverem exclusivamente a custa de um morto.<br \/>\nMais tarde, com o sistema de heran\u00e7a, acontecia que o culto do morto era abandonado; criaram, ent\u00e3o, no Imp\u00e9rio M\u00e9dio, outro sistema: a funda\u00e7\u00e3o permanecia indivisa e s\u00f3 podia ser transmitida a um dos filhos do sacerdote primitivamente insti\u00adtu\u00eddo. Essas disposi\u00e7\u00f5es faziam parte do contrato lavrado entre o propriet\u00e1rio do t\u00famulo e o seu futuro curador f\u00fanebre.<br \/>\nAl\u00e9m desses cuidados, deduz-se, atrav\u00e9s dos textos, que os defuntos procuravam conseguir, junto dos <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a>, os benef\u00edcios alimentares que outrora encontravam junto dos templos reais. Sabemos que Hapidjefa, de Assiut, diariamente tomava sua parte das oferendas depostas no tempo de Upuaut; essa pr\u00e1tica, no Imp\u00e9rio M\u00e9dio, assumiu foros de exclusividade.<br \/>\nSabemos a import\u00e2ncia que os vivos ligavam ao fato de terem a sua est\u00e1tua, por privil\u00e9gio, erguida no p\u00e1tio do templo, pois assim podiam participar, junto com o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a>, das ofertas que o culto di\u00e1rio propiciava. O n\u00famero prodigioso de est\u00e1tuas parti\u00adculares encontradas em Camaque testemunham o uso irrestrito que desse privil\u00e9gio se fazia. Entretanto, a despeito de todas essas medidas, o abandono dos mortos por parte dos vivos era um facto evidente e o eg\u00edpcio n\u00e3o tinha esperan\u00e7as muito brilhan\u00adtes quanto ao futuro Que o aguardava. Cito, a prop\u00f3sito, as palavras do &#8216;!Canto do Harpista&#8221;: &#8220;Os divinos reis que outrora viveram, repousam em suas pir\u00e2mides, assim como os nobres glorificados. ..Constru\u00edram capelas cujo local n\u00e3o mais existe. Quem fez isto?.. Imotep, Hordjedef, cujas palavras est\u00e3o em todos os l\u00e1bios, onde agora repousam? Os muros foram destru\u00ed\u00addos, seus t\u00famulos desapareceram como se jamais tivessem exis\u00adtido&#8230; &#8221;<br \/>\nSurge, ent\u00e3o, uma desesperada tentativa de remediar todos esses males: a magia. Mandavam figurar nos t\u00famulos rela\u00e7\u00f5es detalhadas de alimentos, com cenas quotidianas da vida dom\u00e9s\u00adtica, campestre ou profissional; sucedem-se, nos t\u00famulos, as representa\u00e7\u00f5es de colheitas, de vindimas, da fabrica\u00e7\u00e3o do p\u00e3o, da cerveja. ..Julgavam, assim, em virtude de um preceito muito caro \u00e0 magia, a substitui\u00e7\u00e3o, assegurar o futuro do corpo do defunto.Paralelamente, sempre segundo a ideia de que a apar\u00eancia do rito \u00e9 suficiente para recriar a realidade dos objetos evocados, procuram reter a aten\u00e7\u00e3o de eventuais visitantes das necr\u00f3poles e deles obter a simples enuncia\u00e7\u00e3o da f\u00f3rmula de oferendas, cujo enunciado ser\u00e1 suficiente para fazer &#8220;sair&#8221; todos os alimentos requeridos: &#8220;\u00f3 vivos que estais sobre a terra, seme\u00adlhantes a mim; logo estar\u00e3o com o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> aqueles que disserem: milhares de p\u00e3es, de potes de cerveja; bois, aves etc., para o amigo \u00fanico&#8230;<br \/>\nCom o tempo, as \u00faltimas ilus\u00f5es dos eg\u00edpcios desvanece\u00adram-se. J\u00e1 n\u00e3o criam, e a realidade di\u00e1ria disso os convencia, que os vivos tivessem tempo ou quisessem se importar com os mortos. Os rituais das \u00faltimas \u00e9pocas mostram que os mortos se contentavam com liba\u00e7\u00f5es de \u00e1gua simb\u00f3lica, derramada todos os dez dias, enquanto que o rito que tinha o t\u00edtulo &#8220;Que Meu Nome Subsista&#8221;, reduziu o servi\u00e7o que os mortos imploravam dos vivos \u00e0 simples recita\u00e7\u00e3o do nome, suficiente para lhe dar, na tristeza do al\u00e9m, alguns momentos de p\u00e1lida sobreviv\u00eancia.<\/p>\n<p>&#8220;Feliz aquele que caminha nos caminhos de <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deus<\/a>&#8221;&#8230; Esse modo de falar, que se poderia crer pr\u00f3prio dos livros de sabedoria, aparece tamb\u00e9m nas inscri\u00e7\u00f5es: &#8220;Contentei <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deus<\/a> naquilo que ele amava, pois estava lembrado de que chegaria a <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deus<\/a> quando morresse&#8221;.<br \/>\nAcn\u00e1ton quis fazer triunfar a id\u00e9ia de uma <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a> \u00fanica e coletiva, o que n\u00e3o era, em si, cren\u00e7a nova nem subversiva; mas ele fez do novo <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> um ser vis\u00edvel e dotado de um nome, Aton. Isto era substituir os <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> por um <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deus<\/a>, era romper com o passado, com todas as convic\u00e7\u00f5es centen\u00e1rias e entronizar um rec\u00e9m-chegado tir\u00e2nico e exclusivista.<br \/>\nA religi\u00e3o eg\u00edpcia, nos seus \u00faltimos anos, evolu\u00eda para a id\u00e9ia de um <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> universal, \u00fanico, esp\u00e9cie de &#8220;alma colectiva&#8221;. O povo, insatisfeito com esse <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> abstrato, apegava-se mais e mais aos seus s\u00edmbolos terrestres, seus animais sagrados, aos g\u00eanios secund\u00e1rios, \u00e0s <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindades<\/a> folcl\u00f3ricas. Da\u00ed a id\u00e9ia que os autores faziam dos sacerdotes: eram grandes s\u00e1bios que con\u00adsagravam a vida a sublimes mist\u00e9rios, ao passo que o povo, turba ignorante, adorava os animais nos campos e as hortali\u00e7as nos canteiros.<\/p>\n<p>DIMON -Um dos quatro <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> <a href=\"https:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/feng-shui\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"22\" title=\"Fen Shui, veja mais aqui\">Lares<\/a> dos eg\u00edpcios. -V. An\u00e1quis.<br \/>\nDJED (COLUNA) &#8211; Esp\u00e9cie de fetiche pr\u00e9-hist\u00f3rico de natureza ainda mal definida. Figurava, talvez, uma \u00e1rvore arran\u00adcada ou uma estaca trabalhada; provavelmente desempenhava algum papel nos ritos agr\u00edcolas. A &#8220;erec\u00e7\u00e3o da coluna (ou pilar) Djed&#8221;, feita pelo rei, a favor do <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> Pt\u00e1, era um rito milen\u00e1rio que ainda subsistia na Baixa \u00e9poca. Hom\u00f3fono do termo &#8220;esta\u00adbilidade&#8221; ou &#8220;dura\u00e7\u00e3o&#8221;, o pilar (ou coluna) Djed servia de modelo para in\u00fameros amuletos e talism\u00e3s.<\/p>\n<p>DUAT &#8211; Outro nome para Tuat.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">DEUS<\/a> &#8211; Seria in\u00fatil acentuar o car\u00e1cter polite\u00edsta da religi\u00e3o eg\u00edpcia: tudo aquilo que o velho Egito nos deixou proclama eloquentemente esta verdade. Milhares de <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> e de <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusas<\/a>, g\u00eanios, dem\u00f3nios&#8230;<br \/>\nMas \u00e9 preciso distinguir os <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> elementares, elaborados pelos te\u00f3logos, e que n\u00e3o tiveram muito sucesso nas cren\u00e7as correntes e populares, dos g\u00eanios e <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> familiares da <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/mitos-e-mitologia\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"14\" title=\"Mitologia, veja mais aqui\">mito<\/a>\u00adlogia popular, que n\u00e3o deixaram nem templos nem monumentos. Essa diversidade de <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindades<\/a> \u00e9 mais fruto do desenvol\u00advimento do Estado unificado que uma tend\u00eancia politeista, pois o Egipto n\u00e3o era mais que uma por\u00e7\u00e3o de tribos independentes justapostas em virtude de condi\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas. Conv\u00e9m n\u00e3o esquecer que o eg\u00edpcio jamais suprimia algo que pertencesse ao passado; ele apenas justapunha o que existia ao que a evolu\u00e7\u00e3o consigo trazia.<br \/>\nAo lado desse polite\u00edsmo hist\u00f3rico, mas n\u00e3o inato, v\u00ea-se a tend\u00eancia que tinha o povo em atribuir a um s\u00f3 <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> v\u00e1rias ou mesmo todas as fun\u00e7\u00f5es. N\u00e3o \u00e9 isto sintoma de que o eg\u00edpcio era, por natureza, inclinado ao monote\u00edsmo? O Netjer, ideia abstrata que poder\u00edamos traduzir por &#8220;<a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a>&#8221; e que era representada por uma estaca encimada por um enfeite, servia como termo comum para designar cada um dos <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a>, fosse qual fosse seu nome ou atributos; era a soma daquilo que todos tinham em comum. O emprego dessa palavra indica a cren\u00e7a numa for\u00e7a divina, independente de qualquer <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a>, indetermi\u00adnada, impessoal. e. assim que encontramos nos textos a men\u00e7\u00e3o de <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deus<\/a> sem outro qualquer atributo: &#8220;N\u00e3o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> as disposi\u00e7\u00f5es do homem que se realizam, mas os des\u00edgnios de <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deus<\/a>&#8221;; &#8220;<a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deus<\/a> conhece aquele que por ele age&#8221;; <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deus<\/a> glorificar\u00e1 aquele que assim age&#8221;; &#8220;O homem \u00e9 limo e palha, <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deus<\/a> \u00e9 seu construtor&#8217;!;<\/p>\n<p>EGIPTO &#8211; A actual rep\u00fablica do nordeste da Africa, entre o Mar Vermelho e a L\u00edbia, ainda tem o nome de Egipto e compreen\u00adde, sobretudo, o vale do Nilo, do Sud\u00e3o ao Mediterr\u00e2neo. A parte habitada \u00e9 o pequeno vale, estreito e longo, pelo qual corre o rio Nilo, que com suas inunda\u00e7\u00f5es peri\u00f3dicas fertiliza a regi\u00e3o: O Egipto \u00e9 um presente do Nilo, disse Her\u00f3doto, e sua afirma\u00e7\u00e3o ainda hoje \u00e9 v\u00e1lida. A etimologia do nome Egipto, que nos veio do grego atrav\u00e9s do latim, se perde na noite dos tempos pr\u00e9-hel\u00ea\u00adnicos. Sabe-se que a cidade de M\u00eanfis era chamada, pelos nati\u00advos, de Hikuptah, &#8220;Castelo-Do-Ca-De-Pt\u00e1.&#8221;; segundo hip\u00f3tese plau\u00ads\u00edvel, dessa voz os gregos tiraram a palavra Aegyptos (ou Aigyp\u00adtos, como aparece nos poemas hom\u00e9ricos). Os povos da Asia designavam o Egito por um termo semita que serve ainda para nomear este pa\u00eds em l\u00edngua \u00e1rabe: Misr.<br \/>\nPara os antigos eg\u00edpcios o pa\u00eds era &#8220;O Negro e o Vermelho&#8221; ; o vermelho seria o quadro saariano cujo clima reina no Egito, seriam as extensas plan\u00edcies ardentes do deserto, de este e do oeste, onde a verdura se manifesta apenas nos o\u00e1sis l\u00edbicos; o negro seria o vale, anualmente enriquecido com o limo novo perpetuamente renovado; a fauna e a flora, tipicamente africanas, abundavam nas vertentes \u00e1ridas; mas desabrochavam com exube\u00adr\u00e2ncia nos p\u00e2ntanos e marn\u00e9is que marginavam o rio, imensas extens\u00f5es de terra negra, coberta de papiros, de l\u00f3tus, de jun\u00e7a; as irriga\u00e7\u00f5es artificiais levavam o benef\u00edcio da \u00e1gua a dist\u00e2ncias imensas, isto j\u00e1 nas mais recuadas eras.<br \/>\nO povo eg\u00edpcio sempre viveu do solo negro; e o nome deste tornou-se muito cedo o nome da regi\u00e3o: Kemi.<br \/>\nNas inscri\u00e7\u00f5es, por\u00e9m, onde domina o estilo enf\u00e1tico e pom\u00adposo, o Egipto \u00e9 mencionado pela justaposi\u00e7\u00e3o de um junco flo\u00adrido, s\u00edmbolo da regi\u00e3o meridional, e um tufo de papiros, ins\u00edgnia do Baixo Egito. Pois, geogr\u00e1fica e politicamente, o reino do fara\u00f3, &#8220;Senhor das Duas Terras&#8221;, \u00e9 duplo, compreende o Pa\u00eds do Norte e o Pa\u00eds do Sul.<br \/>\nDesde as origens, a ra\u00e7a, a flora, a fauna, as t\u00e9cnicas e as cren\u00e7as que dominaram no Egito procedem de quatro mundos distintos que ele une: o Saara, a Africa negra, o Oriente Pr\u00f3ximo e o Mediterr\u00e2neo. Nessa regi\u00e3o privilegiada, antes do ano 3000 a.C., o povo que l\u00e1 vivia soube elaborar uma civiliza\u00e7\u00e3o -\u00fanica no mundo -que foi pr\u00f3pria, mistura, contudo, de tradi\u00e7\u00f5es arcai\u00adcas e de cria\u00e7\u00f5es da vanguarda. Essa civiliza\u00e7\u00e3o conferiu, no curso das idades copta e mu\u00e7ulmana, originalidade prestigiosa ao pa\u00eds que forma hoje a parte capital da Rep\u00fablica Arabe Unida.<\/p>\n<p>ELURO &#8211;&#8216; <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Divindade<\/a> eg\u00edpcia, o gato.<\/p>\n<p>EMBALSAMAMENTO -A mumifica\u00e7\u00e3o dos mortos \u00e9 um desses mist\u00e9rios inquietantes que faz o prest\u00edgio do antigo Egito. Por que esse esfor\u00e7o, prolongado durante mil\u00eanios, para sub\u00adtrair \u00e0 corrup\u00e7\u00e3o os corpos que a vida abandonou?<br \/>\nA morte, para os eg\u00edpcios, n\u00e3o era um fim, mas uma pas\u00adsagem perigosa, no curso da qual os diversos elementos que constituem o corpo humano se dispersavam, mas conservando, individualmente, a sua integridade. Quando esses elementos se reuniam e se introduziam novamente no corpo, era poss\u00edvel a exist\u00eancia de nova vida, semelhante \u00e0 que os vivos aqui gozavam. Mas para obter esse resultado era mister preservar o corpo, o mais fr\u00e1gil, o mais corrupt\u00edvel desses elementos compostos que formavam o ser vivo; deixar que ele se decompusesse, era perder para sempre e inapelavelmente a possibilidade da reuni\u00e3o das for\u00e7as vitais.<br \/>\nHer\u00f3doto, impressionado com essa id\u00e9ia, descreveu minucio\u00adsamente o processo de embalsamamento. Inicialmente, com um gancho de ferro extra\u00edam o c\u00e9rebro pelas narinas; os res\u00edduos que permaneciam no interior da cabe\u00e7a, eram dissolvidos com certas drogas (&#8220;lavagem encef\u00e1lica&#8221;); a seguir, com uma pedra afiada, praticavam uma incis\u00e3o ao longo do flanco e esvaziavam o corpo de todas as v\u00edsceras (&#8220;eviscera\u00e7\u00e3o&#8221;); ent\u00e3o o interior do corpo era <a href=\"https:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/banhos-magicos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"20\" title=\"Banhos m\u00e1gicos, veja aqui\">lavado<\/a> com vinho de palmeira e polvilhado com plantas arom\u00e1ticas; enchiam, a seguir, o ventre com mirra mo\u00edda, c\u00e1ssia e outros ar\u00f4matas, exceto incenso; finalmente cosiam a abertura. Come\u00e7ava, ent\u00e3o, outra fase da embalsama\u00e7\u00e3o. A fim de desidratar a pel~, os ossos e as cartilagens, impregnavam o corpo com sal e o mergulhavam no natro durante setenta dias. Esse <a href=\"https:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/banhos-magicos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"20\" title=\"Banhos m\u00e1gicos, veja aqui\">banho<\/a> se operava no natro seco, capaz de absorver toda a umidade. Passados os setenta dias, retiravam a m\u00famia do natro, lavavam-na cuidadosamente e enrolavam-na com faixas de gaze muito fina, endurecidas com certa goma. O compri\u00admento desses faixas ou tiras \u00e9 consider\u00e1vel; as m\u00famias mais bem preparadas tinham faixas que contavam algumas centenas de metros de estofo finamente tecido e cuidadosamente enrolado; os dedos, as m\u00e3os e os p\u00e9s eram cobertos com faixas fin\u00edssimas; depois, o corpo todo era envolto em tiras mais largas, o envol\u00adt\u00f3rio externo. Todos esses tecidos eram empregados n\u00e3o a seco, mas humedecidos com \u00f3leos cosm\u00e9ticos, a fim de aderirem firme\u00admente ao corpo e impregn\u00e1-lo de suave perfume. No interior dessas camadas de faixa, \u00e0 medida que se processava o enfai\u00adxamento, colocavam, nos lugares prescritos, amuIetos de pedras semi-preciosas para assegurar a conserva\u00e7\u00e3o da m\u00famia; algumas faixas eram decoradas com desenhos feitos a tinta (figuras de <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindades<\/a> etc.).<br \/>\nO embalsamamento era caro; muitas classes n\u00e3o possu\u00edam posses suficientes para arcarem com o \u00d3nus de t\u00e3o custosa ope\u00adra\u00e7\u00e3o.<br \/>\nA palavra m\u00famia, que os eg\u00edpcios n\u00e3o conheciam, veio do \u00e1rabe mumya, &#8220;cad\u00e1ver embalsamado..<\/p>\n<p>EN\u00c9ADE -Uma en\u00e9ade (palavra grega que significa &#8220;no\u00adve&#8221;), em eg\u00edpcio pesedjet, era, inicialmente, a reuni\u00e3o de nove <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindades<\/a>, hierarquizadas ou complementares, cuja soma repre\u00adsentava todas as for\u00e7as elementares do Universo.<br \/>\nA en\u00e9ade mais conhecida \u00e9 a de Heli\u00f3polis. Atum, o criador solit\u00e1rio, e depois os pares (seus filhos) Shu-Tefnu; seus netos, Geb-Nut; finalmente os dois pares: Os\u00edris-Isis e Set-N\u00e9ftis.<br \/>\n\u00c0s vezes o n\u00famero de nove era insuficiente para nomear todos os <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a>; criava-se, ent\u00e3o, uma en\u00e9ade complementar.<br \/>\nN\u00e3o raro o col\u00e9gio divino n\u00e3o alcan\u00e7ava o n\u00famero nove ou o ultrapassava de pouco; assim, com o tempo, o termo perdeu seu sentido etimol\u00f3gico inicial, para designar, simplesmente, o &#8220;col\u00e9gio dvino&#8221; de uma teologia qualquer.<br \/>\nA &#8220;grande en\u00e9ade&#8221; de Abidos, por exemplo, compunha-se de apenas sete <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindades<\/a>; a en\u00e9ade tebana, por sua vez, contava quinze nomes diferentes. A teologia de Herm\u00f3polis, por\u00e9m, con\u00adservou o seu col\u00e9gio divino num grupo fixo de oito <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a>, a Ogdoade.<\/p>\n<p>ESCARABEU -Cole\u00f3ptero copr\u00f3fago e da cor de antra\u00adcito, tinha o escarabeu ou escaravelho, entre os eg\u00edpcios, o nome de qu\u00e9prer. Quando surgiu a linguagem escrita, o escarabeu ser\u00adviu para notar um termo assaz vago e complexo, o verbo qu\u00e9per, que pode si,gnificar &#8220;surgir para a vida tomando determinada forma&#8221;, &#8220;ser&#8221; ou &#8220;tornar-se&#8221;.<br \/>\nProvavelmente a homofonia com o verbo fez do escaravelho um dos s\u00edmbolos da renova\u00e7\u00e3o e em Heli\u00f3polis consideraram-no manifesta\u00e7\u00e3o do demiurgo &#8220;Que Traz A Exist\u00eancia de Si Mesmo&#8221;, o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> Qu\u00e9pri, o sol levante.<br \/>\nEntre outras figuras igualmente estranhas, o Vale dos Reis nos apresenta um escaravelho negro que sai da areia caminhando para tr\u00e1s, impulsionando urna esfera ruborescente. A explica\u00e7\u00e3o de Plutarco parece referir-se a essa extravagante figura: &#8220;Quanto ao escaravelho, pretendiam que sua esp\u00e9cie n\u00e3o possui animais f\u00eameos, todos <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> machos e eles depositam o s\u00e9men em Uinfi mat\u00e9ria que juntam em forma de esfera e a rolam diante deles com as patas trazeiras, imitando, nisto, o curso do sol, que se dirige do oriente para o ocidente e parece seguir dire\u00e7\u00e3o contr\u00e1\u00adria \u00e0 do c\u00e9u..;&#8221;<br \/>\nOs escaravelhos serviam corno sinetes e como amuletos. Encontraram-se aos milhares, de pedra dura, de esteatite, de calc\u00e1rio ou de faian\u00e7a. De tamanho variam entre 1 a 10 cm. Os formatos divergem, desde o tipo naturalista at\u00e9 o escara\u00adb\u00f3ide com \u00e9litros, \u00e9nfeitado com gravuras, e o com cabe\u00e7a de carneiro. Em geral, no ventre, se encontra urna inscri\u00e7\u00e3o ou desenho referente \u00e0 finalidade que se espera ele alcance; outros, como sinetes, trazem o nome do funcion\u00e1rio ou votos de felici\u00addades.<br \/>\nEscarabeus hist\u00f3ricos eram emitidos \u00e0 maneira das nossas medalhas comemorativas; havia duas s\u00e9ries principais, grande e pequena.<br \/>\nN\u00e3o raro os escaravelhos eram ornados com sinais profil\u00e1\u00adticos e escondiam criptogramas; comumente, alguns escaravelhos permitiram datar todo um estrato arqueol\u00f3gico e a &#8220;escarabeo\u00adlogia&#8221; \u00e9 capaz de dizer tanto quanto a numism\u00e1tica.<br \/>\nOs grandes &#8220;escaravelhos de &#8216;cora\u00e7\u00e3o&#8221;, geralmente talhados na pedra dura, ou feitos de faian\u00e7a, flanqueados de asas de fal\u00adc\u00e3o, eram talism\u00e3s funer\u00e1rios especiais.<\/p>\n<p>ESCORPI\u00c3O -A imagem caracter\u00edstica desse perigoso arac\u00adn\u00eddeo \u00e9 um dos mais antigos hier\u00f3glifos, usados para designar um soberano pr\u00e9-din\u00e1stico, o &#8220;Rei Escorpi\u00e3o&#8221;.<br \/>\nO escorpi\u00e3o ainda hoje pulula no Egipto.<br \/>\nA f\u00eamea do escorpi\u00e3o era a <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a> Selquet ou Selquit, no fundo <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a> benfazeja, pois atribu\u00eda poder \u00e0s manifesta\u00e7\u00f5es dos &#8220;encantadores de Selquet&#8221;, velha corpora\u00e7\u00e3o de feiticeiros\u00ad-curadores. Mas nas inscri\u00e7\u00f5es a ef\u00edgie da <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a> e toda manifes\u00adta\u00e7\u00e3o do escorpi\u00e3o amarelo eram substitu\u00eddas prudentemente pelo &#8220;escorpi\u00e3o d&#8217;\u00e1gua&#8221;, desprovido de cauda; esse substituto gr\u00e1fico n\u00e3o feriria o defunto, se o hier\u00f3glifo se revelasse por meio de magia.<br \/>\nAs numerosas conjura\u00e7\u00f5es contra os r\u00e9pteis venenosos aludem especialmente ao escorpi\u00e3o.<br \/>\nConta o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/mitos-e-mitologia\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"14\" title=\"Mitologia, veja mais aqui\">mito<\/a> que a gata sagrada, filha de R\u00e9, fora picada por um escorpi\u00e3o; o pai logo a cura. A recita\u00e7\u00e3o dessa hist\u00f3ria curava todo aquele que tivesse sido ferido por um escorpi\u00e3o, pois o paciente se identificava com a <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a> salva pelo <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> seu pai. Quando Isis fugia do perverso Set, estava escoltada por sete escorpi\u00f5es.Certa vez, urna mulher, apavorada, fechou-lhe a porta no nariz. Os escorpi\u00f5es foram tornados de furor; reuni\u00adram-se e deliberaram corno deveriam proceder; por fim acerta\u00adram que todos injetariam o veneno num s\u00f3, chamado T\u00e9fen, e que este deslizaria sob a porta e feriria a filha da mulher. De feito, tudo aconteceu como tinham planejado. Mas a <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a> Isis, preocupada em salvar uma inocente, inventou, ent\u00e3o, as f\u00f3rmulas que se recitam junto a urna crian\u00e7a atacada por um escorpi\u00e3o: &#8220;Veneno de T\u00e9fen, vai-te embora, corre pelo solo, sem circular nem entrar&#8230;&#8221;<\/p>\n<p>ESFINGE -Monstro fabuloso que se encontra na Gr\u00e9cia e no Egito.<br \/>\nNo Egito a Esfinge era uma est\u00e1tua colossal representando, em geral, um le\u00e3o agachado, com cabe\u00e7a de homem; a Esfinge f\u00eamea \u00e9 mais rara. A Esfinge era, propriamente, urna forma do Sol, Harmacuti, Harmaquis, Horo nos dois horizontes. As ru\u00ednas dos templos eg\u00edpcios da Tebaida oferecem longas avenidas de esfinges mon\u00f3litas.<br \/>\nA Esfinge grega \u00e9 um monstro cruel, leoa com cabe\u00e7a de mulher, enigm\u00e1tica, segundo se v\u00ea no <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/mitos-e-mitologia\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"14\" title=\"Mitologia, veja mais aqui\">mito<\/a> de \u00c9dipo. Os famo\u00adsos le\u00f5es divinos do Egito foram chamados pelos gregos de &#8220;esfin\u00adges&#8221;, mas na verdade <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> feras com a cabe\u00e7a de fara\u00f3, esfinges masculinas, &#8220;androesfinges&#8221; corno diz Her\u00f3doto.<br \/>\nA palavra grega sphinx e a voz eg\u00edpcia shespankh (&#8220;Est\u00e1tua Viva&#8221;), que os eg\u00edpcios usavam notadamente para designar os le\u00f5es androc\u00e9falos, n\u00e3o correspondem. <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">S\u00e3o<\/a> termos anal\u00f3gicos; a partir dessa analogia, alguns s\u00e1bios acreditam que o nome e o aspecto da esfinge grega seja urna long\u00ednqua heran\u00e7a vinda do Egito atrav\u00e9s da S\u00edria. Restaria, apenas, explicar, a mudan\u00e7a de caracteres, pois a Esfinge bondosa do Egito tomou-se perver\u00adsa nas terras hel\u00eanicas. No vale do Nilo, com efeito, mesmo nos raros casos em que ela \u00e9 f\u00eamea (Esfinges de Rainhas), mesmo quando assume a forma de pantera com asas de falc\u00e3o e se lan\u00e7a sobre os chefes b\u00e1rbaros, a Esfinge, moralmente, nada tem de monstro perverso. \u00c9, sempre, um poder soberano, impla\u00adc\u00e1vel para com os rebeldes, mas protetora dos bons.<br \/>\nA Esfinge de Giz\u00e9 goza da mais merecida fama; \u00e9 a maior e uma das mais anti~as Esfinges. Consiste numa colina calc\u00e1ria, de 200 m de comprimento, que Qu\u00e9fren mandou esculpir; a pedra bruta transformou-se num gigantesco le\u00e3o, guarda das galerias ocidentais, por onde v\u00e3o o Sol e os mortos. Em o Novo Imp\u00e9rio, dessa Esfinge fizeram o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> Harmaquis, o &#8220;Horo do Horizonte&#8221;; os reis que iam ca\u00e7ar por aqueles lados dedica\u00adram-lhe estelas. Urna col\u00f4nia de cativos cananeus viu nela o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> palestinense Hurun.<br \/>\nV\u00e1rias vezes (notadamente sob Tutm\u00f3sis IV) foram obriga\u00addos a libert\u00e1-Ia das dunas de areia que o vento lan\u00e7ava sobre o seu corpo; seu <a href=\"https:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/beleza-bem-estar\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"19\" title=\"Beleza e bem-estar, veja tudo aqui\">rosto<\/a> teria ainda aquele misterioso e suave encanto se um vizir da Idade M\u00e9dia n\u00e3o lhe tivesse mutilado os tra\u00e7os.<\/p>\n<p>FAGRE -Peixe vermelho do qual os eg\u00edpcios fizeram uma <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a>.<\/p>\n<p>FALCAO -O falc\u00e3o de bela plumagem, rapace e atrevido, era comum no Egito. Dizia-se que &#8220;o inimigo se sentia parali\u00adsado diante do Fara\u00f3, corno as aves diante do falc\u00e3o&#8221;. O <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> Horo (&#8220;O Mastado&#8221;, talvez alus\u00e3o aos longos e ele\u00ad vados giros que a ave faz na imensid\u00e3o dos c\u00e9us) assumia a forma do falc\u00e3o ou o aspecto de um homem hieracoc\u00e9falo. Mas n\u00e3o se creia que toda <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a> assim representada seja Horo. Efetivamente, v\u00e1rios <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> se tinham encarnado no falc\u00e3o. R\u00e9, por exemplo, com o disco solar sobre a cabe\u00e7a, Mutu, com dois altos rem\u00edgios, Soc\u00e1ris, falc\u00e3o mumificado etc\u2026<\/p>\n<p>FARAO -A palavra &#8220;fara\u00f3&#8221; s\u00f3 come\u00e7ou a ser divulgada no primeiro milen\u00e1rio a.C. Transmitida pela B\u00edblia, a palavra vem do eg\u00edpcio pir-\u00f3, &#8220;<a href=\"https:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/feng-shui\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"22\" title=\"Fen Shui, veja mais aqui\">casa<\/a> grande&#8221;; primeiro designava o pal\u00e1cio, mais tarde serviu para identificar o senhor do pal\u00e1cio.<br \/>\nEm nenhuma \u00e9poca da hist\u00f3ria eg\u00edpcia o nome fara\u00f3, sozinho era o t\u00edtulo oficial do rei; o protocolo oficial compreendia cinco nomes.<br \/>\nA apar\u00eancia do fara\u00f3 era magn\u00edfica. Suas ins\u00edgnias o iden\u00adtificavam com os <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a>; como eles, trazia na cintura uma cauda de animal, que ca\u00eda para tr\u00e1s; usava uma barbicha posti\u00e7a que j\u00e1 era, em si mesma, uma <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a>; na m\u00e3o sustentava o cetro com a cabe\u00e7a setiana (de Set); os fi\u00e9is cantavam hinos a suas coroas animadas de vida <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/esoterismo\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"11\" title=\"Esoterismo, veja mais aqui\">sobrenatural<\/a>; no meio da fronte osten\u00adtava o uraeus. O fara\u00f3, era, em suma, o filho carnal do <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> supremo.<\/p>\n<p>F\u00c9NIX -Ave maravilhosa, c\u00e9lebre nas tradi\u00e7\u00f5es da Gr\u00e9cia e do Egipto. O nome parece provir da palavra boinu (ou bonu ou vonu), donde os gregos fizeram phenix; a palavra eg\u00edpcia servia para designar o pav\u00e3ozinho de Os\u00edris. O prot\u00f3tipo da f\u00eanix m\u00eds\u00adtica \u00e9, provavelmente, o belo gavi\u00e3o do Egito, ou talvez, a gar\u00e7a cendrada (ardea cinerea), de bico longo e com a cabe\u00e7a ornada de duplo penacho. O gavi\u00e3o do Egito era adorado em Heli\u00f3\u00adpolis, assim como nas cidades onde havia um culto regular do <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> Sol; era, pois, a encarna\u00e7\u00e3o dos <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> solares. Os gregos fizeram da f\u00eanix um animal fant\u00e1stico, do tamanho de uma \u00e1guia, com topete na cabe\u00e7a, dourada no pesco\u00e7o, cauda branca matizada de penas vermelhas; seus olhos brilhavam. Vivia 500 anos (outros falam de 1000 ou de 5000); quando sentia que seu fim se aproximava, fazia no deserto um ninho com plantas odor\u00ed\u00adferas; inflamava-se aos raios do sol e das suas cinzas nascia um ovo ou uma outra f\u00eanix. O primeiro cuidado do rec\u00e9m-nas\u00adcido era levar os restos mortais do pai ao templo de Heli\u00f3polis. Era o s\u00edmbolo da imortalidade da alma, ou do ano que renas\u00adce ap\u00f3s haver perecido, ou, enfim, de um grande ciclo astron\u00f3\u00admico, diferente do ciclo sot\u00edaco.<\/p>\n<p>FESTAS -O ano eg\u00edpcio comportava grande n\u00famero de dias feriados: o Primeiro do Ano, festas bimensais, come\u00e7o de esta\u00e7\u00f5es, come\u00e7o das sementeiras, das colheitas, da cheia anual etc. Ao lado desses, mais ou menos fixos, havia outros eventuais, como o coroamento do fara\u00f3, jubileu ou algum anivers\u00e1rio parti\u00adcularmente caro ao povo ou \u00e0 <a href=\"https:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/feng-shui\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"22\" title=\"Fen Shui, veja mais aqui\">casa<\/a> real. Mas as festas mais significativas eram as dos mortos. As fam\u00edlias, ent\u00e3o, dirigiam\u00ad-se para as necr\u00f3poles a fim de levarem alimentos aos seus defun\u00adtos; mas eram festas privadas. Ao contr\u00e1rio, \u00e0s paneg\u00edrias anuais das grandes <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindades<\/a>, interrompiam por muitos dias as atividades do pa\u00eds, atra\u00edam milhares de peregrinos, convulsionavam a vida social de uma ou mais cidades. Her\u00f3doto nos fala das festas de Bub\u00e1stis, que atra\u00edam 700 000 peregrinos, homens e mulheres, todos dispostos a rir, comer bem, beber melhor e divertir-se a valer.<br \/>\nEm Tebas realizavam-se anualmente a festa de Opet e a festa do Vale.<br \/>\nOutra festa c\u00e9lebre era aquela no curso da qual Hator de Dendera ia anualmente passar alguns dias em Edfu, com seu divino esposo Horo. Ao lado dessas festas regionais, cada cidade religiosa tinha seu pr\u00f3prio calend\u00e1rio; havia prociss\u00f5es, mimos e representa\u00e7oes.<br \/>\nNo quarto m\u00eas do ano eg\u00edpcio (Khoiak), o pa\u00eds inteiro, em devoto recolhimento, aguardava a ressurrei\u00e7\u00e3o de Os\u00edris.<\/p>\n<p>FRASIO -<a href=\"https:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/oraculos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"24\" title=\"Or\u00e1culos, veja mais aqui\">Adivinho<\/a> de Chipre, que Bus\u00edris -v. essa pala\u00advra -imolou sobre seus altares.<\/p>\n<p>FTA -V. Pt\u00e1.<\/p>\n<p>FUNERAIS -O sepultamento de um cad\u00e1ver comportava quatro fases. Primeiro o luto na fam\u00edlia do defunto, ao redor do leito mortu\u00e1rio, dominado por uivos, gritos e lamenta\u00e7\u00f5es das carpideiras profissionais, que batiam no peito, arrancavam os <a href=\"https:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/beleza-bem-estar\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"19\" title=\"Beleza e bem-estar, veja tudo aqui\">cabelos<\/a> e cobriam-se de p\u00f3; o c\u00e9u era testemunha da dor que experimentavam; como em Roma, quanto mais rico fosse o de\u00adfunto, maior era o berreiro e as vocifera\u00e7\u00f5es.<br \/>\nDepois organizava-se o cortejo at\u00e9 o Nilo; o defunto passava o rio no catafalco, sobre uma barca\u00e7a; duas mulheres represen\u00adtavam Isis e N\u00e9ftis; os lamentos prosseguiam durante a travessia. Na margem ocidental o f\u00e9retro (ou sarc\u00f3fago de madeira) era colocado num carro tirado por vacas e organizava-se nova pro\u00adciss\u00e3o; os parentes choravam, as carpideiras uivavam, os sacer\u00addotes incensavam o defunto. Chegavam, ent\u00e3o \u00e0 necr\u00f3pole; come\u00ad\u00e7am os ritos finais, oficiados pelos sacerdotes: Abertura da Boca, adeus ao morto, pronunciado pela vi\u00fava e descida do f\u00e9retro ao t\u00famulo, com seu mobili\u00e1rio; logo a seguir os presentes parti\u00adcipavam de um festim f\u00fanebre em comunh\u00e3o com o morto.<br \/>\nNas cidades onde a necr\u00f3pole se encontrava na mesma mar\u00adgem, as cerim\u00f4nias eram mais r\u00e1pidas, pois n\u00e3o tinham a nave\u00adga\u00e7\u00e3o; os demais ritos eram id\u00eanticos.<\/p>\n<p>GATO -Nos tempos pr\u00e9-hist\u00f3ricos do Egito, havia na regi\u00e3o uma esp\u00e9cie de gato selvagem, que errava pelas bordas do deser\u00adto. Davam-lhe o nome de chaus. Tinha a cauda curta, era peludo e agressivo e infatig\u00e1vel ca\u00e7ador. Os gatos selvagens que ainda hoje enxameiam no Egito <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> descendentes desses primitivos chaus.<br \/>\nSem d\u00favida foi este felino selvagem e n\u00e3o o seu confrade domesticado, o prot\u00f3tipo inicial do &#8220;Grande Gato Que Est\u00e1 Em Heli\u00f3polis&#8221;, do qual fala o Livro dos Mortos, ente solar muito antigo, que protegia o homem e dilacerava a serpente do mal postada ao lado da \u00e1rvore sagrada. O gato dom\u00e9stico, muito gracioso, manifestou-se muito tardiamente; sua primeira manifes\u00adta\u00e7\u00e3o ocorre em 2100 a.C.: a m\u00e3e de um funcion\u00e1rio do rei Mentuhotep I se chamava &#8220;A Gata&#8221;. A partir do Imp\u00e9rio M\u00e9dio as representa\u00e7\u00f5es do gato domesticado <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> mui numerosas; os eg\u00edpcios o chamavam por meio de uma onomatop\u00e9ia: my\u00e9u.<br \/>\nO Olho do Sol, filha de R\u00e9 (Olho em eg\u00edpcio \u00e9 do g\u00eanero feminino), encolerizara-se e fugira para o deserto da N\u00fabia; conseguiram apazigu\u00e1-la; a leoa de fogo tomou, ent\u00e3o, o aspecto de uma graciosa gata, Bastet, a <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a>-felino.<\/p>\n<p>GEB -Ser divino, masculino, que personifica a Terra, espo\u00adso da <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a> Nut, o C\u00e9u (Terra em eg\u00edpcio \u00e9 do g\u00eanero masculino e c\u00e9u feminino); ambos estavam separados por Shu, a Atmos\u00adfera. Segundo as lendas de Heli\u00f3polis, Geb participava da en\u00e9ade. Segundo tz:adi\u00e7\u00e3o mais recente, Geb teria arrebatado \u00e0 for\u00e7a o reino de seu pai, Shu, que se tornara muito velho. Antigamente Geb era representado sem nenhum atributo; a iconografia mais recente empresta-lhe uma coroa.<\/p>\n<p>GEBEB -O <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a>-Terra. -V. Geb.<\/p>\n<p>G\u00c9NIOS &#8211; Menos rica do que a civiliza\u00e7\u00e3o mesopot\u00e2mica, contudo, a demonologia eg\u00edpcia contava grande n\u00famero de g\u00e9nios malfazejos; eram for\u00e7as do Caos, seres h\u00edbridos, homens sem cabe\u00e7a, animais monstruosos, toda uma fauna misteriosa que causava pavor. As paredes do Vale dos Reis est\u00e3o cobertas com as figuras dessas estranhas figuras.<br \/>\nHavia legi\u00f5es de dem\u00f4nios que eram causa das enfermidades e que invejavam a sorte dos felizes; n\u00e3o tinha n\u00famero o cortejo de maus esp\u00edritos, masculinos e femininos, \u00edncubos, son\u00e2mbulos, epil\u00e9pticos, afogados que gostavam de atormentar os vivos e arrebatar as criancinhas dos ber\u00e7os.<br \/>\nHavia, por fim, os emiss\u00e1rios de Secmet, que, por parte da <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a>, traziam a doen\u00e7a e a morte \u00e0queles que negligen\u00adciavam seu culto.<br \/>\nA todos esses seres inquietantes opunham-se os &#8220;bons G\u00eanios&#8221;, protetores de Os\u00edris, guardi\u00e3es dos templos e das sepulturas.<\/p>\n<p>HARACTI &#8211; O <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a>-falc\u00e3o Horo.<br \/>\nHARIDI &#8211; Serpente adorada no Egipto.<br \/>\nHARMAQUIS &#8211; O Horo do Horizonte, o Sol. Era represen\u00adtado pela Esfinge de Giz\u00e9.<\/p>\n<p>HATOR &#8211; Hator era a <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a> de importantes cidades: Gebe\u00adlein, Cusa, Atfih, Imau, M\u00eanfis. Os gregos a identificaram com Afrodite, e todas as cidades que a cultuavam passaram a cha&#8217;\u00admar-se &#8220;Afrodit\u00f3polis&#8221;. Senhora do c\u00e9u, alma viva das \u00e1rvores, <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a> com forma de vaca, alimentadora do soberano do Egito, m\u00e3e de Horo (como Isis), <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a> do ouro, <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a> em figura de leoa (e confunde-se, ent\u00e3o, com Tefnut), Hator era a personalidade m\u00faltipla de v\u00e1rias <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindades<\/a>. Existe, at\u00e9, um grupo de &#8220;Sete Hators&#8221;, esp\u00e9cies de fadas, que atribu\u00edam aos rec\u00e9m-nascidos ou os males ou os bens.<br \/>\nOs eg\u00edpcios, ainda, faziam dela a Senhora dos pa\u00edses long\u00edn\u00adquos: Punto, Biblos, Sinal&#8230;<br \/>\nSobre a margem esquerda, em Tebas como em Menfis, Hator tornou-se a padroeira da montanha dos mortos e \u00e9 nesse papel c\u00f3smico e familiar que a representa a vaca encontrada na sua c\u00e1pela de Deir el-Bahari. Mas \u00e9 no grande templo de Dendera que ela aparece com seus aspectos mais cl\u00e1ssicos: ao mesmo tempo <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a> universal, jovem am\u00e1vel, sorridente e bela, e <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a> da Alegria, da Dan\u00e7a e da M\u00fasica.<\/p>\n<p>HEMFTA -<a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Divindade<\/a> que corresponde ao Zeus grego.<\/p>\n<p>HEROS -Um dos quatro <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> <a href=\"https:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/feng-shui\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"22\" title=\"Fen Shui, veja mais aqui\">Lares<\/a> dos eg\u00edpcios. &#8211; V. An\u00e1quis.<\/p>\n<p>HIDRIA &#8211; Vaso de todos os lados furados e que representava o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> das \u00e1guas. A palavra \u00e9 de origem grega.<\/p>\n<p>HIERABOSCOI &#8211; Sacerdotes que estavam encarregados de alimentar os gavi\u00f5es sagrados. Do grego hi\u00e9rax, &#8220;gavi\u00e3o&#8221; ou &#8220;falc\u00e3o&#8221; e b\u00f3sko, &#8220;eu alimento&#8221;.<\/p>\n<p>HIPOP\u00d3TAMO &#8211; Os eg\u00edpcios serviam-se da sua figura para escrever a palavra &#8220;pesado&#8221;. O hipop\u00f3tamo era sobretudo odiado por causa dos seus imen\u00adsos e continuados grunhidos e por causa do dano que causava aos agricultores: &#8220;Da colheita, os r\u00e9pteis tomaram uma metade, os hipop\u00f3tamos comeram a outra&#8221;. De feito, esse imenso her\u00adb\u00edvoro n\u00e3o era uma criatura perversa; n\u00e3o atacava os homens nem os animais dom\u00e9sticos; mas, numa sociedade essencialmente agr\u00edcola, era tem\u00edvel inimigo.<br \/>\nDestarte, consideraram o animal como manifesta\u00e7\u00e3o de for\u00ad\u00e7as negativas; votaram-no, pois, a Set, o perverso, e em Edfu, cidade do bom Horo, havia harpoadores sagrados, cujo of\u00edcio consistia em ca\u00e7ar os pesados hipop\u00f3tamos.<br \/>\nMas o ,grande paquiderme n\u00e3o foi sempre e em toda parte considerado um ser nefasto. O hipop\u00f3tamo f\u00eamea.. com largos flancos gordos, com imensos seios pendentes, simbolizava a fecun\u00addidade. Foi identificada, portanto, com a <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a> Tu\u00e9ris. Repre\u00adsentavam-na sob a forma de um hipop\u00f3tamo, erguido sobre as patas trazeiras, com os seios pendentes e apoiada no n\u00f3 m\u00e1gico, s\u00edmbolo da prote\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>HORO &#8211; Os <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a>-falc\u00f5es foram muito numerosos no Egipto. O mais c\u00e9lebre \u00e9 Horo.<br \/>\nInicialmente Horo foi um grande <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> do c\u00e9u, assim como o falc\u00e3o \u00e9 o rei dos ares. <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deus<\/a> dos espa\u00e7os a\u00e9reos, cujos olhos eram o sol e a lua, transformou-se logo no pr\u00f3prio Sol, em parti\u00adcular com o nome de R\u00e9-Haracti. Mas continuava a ser o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> que reinava sobre o c\u00e9u e os astros. A partir da I dinastia, Horo tornou-se o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a>-falc\u00e3o protetor do rei, e, em certo sentido, o pr\u00f3prio Fara\u00f3. Feito filho de Os\u00edris e de Isis, sobrinho de Set, Horo lutou para reaver seus direitos.<\/p>\n<p>HUPE -P\u00e1ssaro que era reverenciado em todo o Egito.<\/p>\n<p>IBIS &#8211; Ave sagrada. Era crime capital matar uma, mesmo por acaso. Segundo a tradi\u00e7\u00e3o, protegia o vale do Nilo contra as invas\u00f5es das serpentes aladas.<br \/>\nA &#8220;\u00edbis sagrada&#8221;, de plumagem branca, com cabe\u00e7a e cauda pretas, era a encarna\u00e7\u00e3o de Tot. Chamava-se vulgarmente hib.<\/p>\n<p>ICNEUMON -&#8220;Rato do Fara\u00f3&#8221;, mangusto. Era adorado pelos eg\u00edpcios; constava que comia os ovos dos crocodilos. Encontrou-se grande quantidade de icn\u00eaumons de bronze; os animaizinhos est\u00e3o sentados sobre as patas trazeiras, com as dian\u00adteiras erguidas em sinal de adora\u00e7\u00e3o. Representava uma divin\u00addade solar cujos caracteres especiais ainda n\u00e3o est\u00e3o bem deter\u00admmados.<\/p>\n<p>IMOTEP -O S\u00e1bio divinizado. Sua vida e obra nos <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> mal conhecidas; foi conselheiro do rei Djeser (III dinastia, 2900 a.C.); atribuem-lhe o in\u00edcio dessa admir\u00e1vel arquitetura de pedra que veio, subitamente, substituir, sobre o plat\u00f4 de Sacara, as antigas constru\u00e7\u00f5es de tijolos; era o padroeiro dos pedreiros.<br \/>\nMas n\u00e3o se tornou <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> em virtude das suas habilidades como arquiteto; tampouco as suas obras liter\u00e1rias lhe mereceram tal gra\u00e7a: perderam-se todas (se \u00e9 verdade que escreveu alguma). Na Baixa Epoca votaram-lhe culto como curador; a sua ca\u00adpela, em Sacara (chamada Asklepieion pelos gregos), tornou-se um sanat\u00f3rio para o qual aflu\u00edram os coxos de todo o Egito. Gozava de grande prest\u00edgio entre os gregos que o chamavam Imuthes.<\/p>\n<p>ISIS -Atrav\u00e9s das lendas os\u00edricas, Isis tornou-se a figura mais popular do pante\u00e3o eg\u00edpcio; irm\u00e3 e esposa do <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> Os\u00edris, recolheu-lhe o corpo defunto, depois que Set o matou; com a ajuda de N\u00e9ftis e de Tot conseguiu, com o vento das suas asas, restituir-lhe o sopro vital, a vida; por fim, quando Os\u00edris, nascido para uma vida nova, mas restrita ao al\u00e9m, partiu para sempre, criou com cuidado o filho Horo, nos brejos do Delta; figura popular, \u00e9 o tipo da esposa e m\u00e3e.<br \/>\nN\u00e3o se sabe de quem \u00e9 filha nem em que cidade nasceu. Segundo uma tradi\u00e7\u00e3o extravagante, teria se casado com Os\u00edris no seio da sua m\u00e3e, de sorte que quando nasceu j\u00e1 estava \u00a0g\u00e1\u00advida de um filho. Isis e Os\u00edris reinaram muito tempo no Egipto, no meio da felicidade geral de todos; mas Os\u00edris, que resolvera conquistar a tndia, partiu com um ex\u00e9rcito de homens e mulhe\u00adres; \u00e0 sua volta Set, seu irm\u00e3o, conspirou contra ele e o matou; mas Set n\u00e3o gozou por muito tempo do fruto do crime; Isis for\u00admou um ex\u00e9rcito e deu o comando a Horo; este venceu Set em duas batalhas.<br \/>\nDepois da morte de Isis os eg\u00edpcios a adoraram juntamente com seu marido e irm\u00e3o; como, durante a vida, tinham ambos se esfor\u00e7ado para desenvolver a agricultura no pa\u00eds, o boi e a vaca tornaram-se seus s\u00edmbolos; a seguir publicou-se que a alma de 1sis fora habitar a Lua, ao passo que a de Os\u00edris se dirigira para o Sol.<br \/>\nOs eg\u00edpcios criam que as cheias peri\u00f3dicas do Nilo eram produzidas pelas l\u00e1grimas de Isis, derramadas por causa da morte de Os\u00edris e era por isso que celebravam a festa da <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a> quando as \u00e1guas come\u00e7avam a subir.<br \/>\n\u00cdsis passou, tamb\u00e9m, por ser a Natureza ou M\u00e3e de todas as coisas. Davam-lhe diferentes nomes, segundo seus atributos; veneravam-na em todas as cidades do Egito, de modo especial em Bub\u00e1stis, Copto e Alexandria. Seu culto passou para Roma e chegou at\u00e9 \u00e0s G\u00e1lias.<br \/>\nRepresentavam Isis ora sob os tra\u00e7os de mulher, com cornos de vaca, s\u00edmbolo das fases da lua, ora com um sistro na m\u00e3o direita e um vaso na esquerda, ora com a cabe\u00e7a coroada de torres, como Cibele, tendo a seus p\u00e9s o globo da terra; \u00e0s vezes davam-lhe asas, um carc\u00e1s ao ombro e nas m\u00e3os o Corno da Abund\u00e2ncia (&#8220;Cornuc\u00f3pia\u201d).<br \/>\nEra considerada, tamb\u00e9m, como grande <a href=\"https:\/\/www.magianegra.com.pt\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"4\" title=\"Bruxas e Bruxos, saiba tudo aqui\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">feiticeira<\/a>, mas boa e caridosa. Seu poder m\u00e1gico velava, principalmente, sobre as crian\u00e7as. Sabe-se que Isis, por esperteza, surpreendeu o nome m\u00e1gico do <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> supremo, o que lhe conferiu poderes extraordin\u00e1rios.<\/p>\n<p>ISIS (FESTA DO NAVIO DE) -Festa anual que os eg\u00edpcios celebravam em honra de \u00a0 Isis como rainha do mar. Essa festa se realizava no m\u00eas de mar\u00e7o. Conduziam num navio, ricamente adornado, cestas com perfumes e tudo aquilo que era necess\u00e1rio ao sacrif\u00edcio; depois lan\u00e7avam ao mar uma composi\u00e7\u00e3o feita com leite e outras mat\u00e9rias; fingiam, ent\u00e3o, que o navio vogava \u00e0 merc\u00ea dos ventos. Essa festa passou para os gregos e romanos; estes \u00faltimos faziam despesas imensas para que a festa de Isis fosse magnificent\u00edssima.<\/p>\n<p>ISIAS -Sumo-sacerdote ou pr\u00edncipe dos sacerdotes eg\u00edpcios. Fez uma est\u00e1tua do <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> An\u00fabis, que o tempo poupou.<\/p>\n<p>LE\u00c3O -Atualmente n\u00e3o h\u00e1 le\u00f5es no Egito; na pr\u00e9-hist\u00f3ria, por\u00e9m, eram assaz numerosos. Consideravam-no o animal real por excel\u00eancia. A <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/mitos-e-mitologia\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"14\" title=\"Mitologia, veja mais aqui\">mitologia<\/a> conhece o le\u00e3o sob os mais diversos aspectos; dele deriva a Esfinge.<br \/>\nOs eg\u00edpcios domesticavam os le\u00f5es; os Rams\u00e9s faziam guerra acompanhados de le\u00f5es.<br \/>\nO pa\u00eds estava cheio de templos dedicados \u00e0 <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a>-leoa, que era venerada com diversos nomes: Bastet em Bub\u00e1stis, P\u00e1quet em Beni Hassan, Hator em Gebelein, Secmet em M\u00eanfis e na maior parte dos santu\u00e1rios leonmos.<br \/>\nA g\u00e9nese heliopolitana narrava que os primeiros <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> nas\u00adcidos do demiurgo solar se tinham manifestado como um casal de le\u00f5ezinhos, no tempo em que Atum engendrou Shu e Tefnut, em Heli\u00f3polis, quando era Uno e quando se transformou em Tr6is.<br \/>\nA leoa emprestou seus caracteres ao Olho de R\u00e9 para que este aniquilasse a humanidade. Sobre os telhados dos templos, o le\u00e3o \u00e9 a <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a> que afugenta Set e seus perversos companheiros.<\/p>\n<p>LINGUA -A velha l\u00edngua fara\u00f3nica conta mais de 5000 anos; os primeiros textos aparecem por volta de 3 lDO a.C.; o copta, \u00faltimo aspecto dessa l\u00edngua milenar, n\u00e3o se apagou intei\u00adramente diante do \u00e1rabe sen\u00e3o por volta do XVII s\u00e9culo; serve, ainda, como l\u00edngua lit\u00fargica nas igrejas coptas do Egito. A l\u00edngua eg\u00edpcia pertence \u00e0 fam\u00edlia camito-sem\u00edtica; \u00e9 das mais simples: o feminino em t, o plural em u, ui; n\u00e3o possui casos; na <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/oracoes\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"15\" title=\"Ora\u00e7\u00f5es, veja mais aqui\">ora\u00e7\u00e3o<\/a>, em geral, o verbo ocupa o primeiro lugar, seguido do sujeito, do objeto direto, do objeto indireto e do adv\u00e9rbio: Escrever eu carta a ti amanh\u00e3.<\/p>\n<p>LIVRO DOS MORTOS &#8211; A partir do Novo Imp\u00e9rio, depu\u00adnham um livro (papiro ou couro) junto do corpo do defunto, no sepulcro. Esses manuscritos, encontrados \u00e0s centenas, escritos em hier\u00f3glifos, em hier\u00e1tico e em dem\u00f3tico, <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> textos funer\u00e1rios; praticamente revelam a id\u00e9ia que tinham os sacerdotes-m\u00e1gicos do Universo e refletem as mil cren\u00e7as funer\u00e1rias. Mas n\u00e3o repro\u00adduzem, como \u00e0s vezes se imagina, uma B\u00edblia eg\u00edpcia, um manual de inicia\u00e7\u00e3o filos\u00f3fica ou mesmo um livro que tratasse metodi\u00adcamente dos destinos p\u00f3stumos. <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">S\u00e3o<\/a> compila\u00e7\u00f5es de encanta\u00e7\u00f5es (completadas com desenhos destinados a aumentar o poder opera\u00adt\u00f3rio), cuja leitura ou presen\u00e7a \u00e9 suficiente para assegurar \u00e0alma um destino feliz e triunfante, divino e humano ao mesmo tempo.Todas as compila\u00e7\u00f5es desse g\u00eanero trazem o t\u00edtulo:<br \/>\n&#8220;F\u00f3rmulas para sair \u00e0 luz&#8221;, ou &#8220;Livro do vir \u00e0 luz&#8221;, em eg\u00edpcio Per-em-hru; entretanto, como os depredadores \u00e1rabes das cata\u00adcumbas davam o nome de Kit\u00e1bul m\u00e1it o mait\u00edn, isto \u00e9, &#8220;Livro do Morto&#8221; ou &#8220;Livro dos Mortos&#8221;, a todo rolo de papiro que encontravam com as m\u00famias, foi adotado modernamente este nome para aquela c\u00e9lebre compila\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>LOTO -Crescia aquela planta que os gregos e os romanos chamavam loto em todos os marn\u00e9is e s\u00edtios palustres do Egito. Dava uma bela flor. Conheciam os eg\u00edpcios dois tipos (atesta\u00addos pelos desenhos e relevos, pois n\u00e3o h\u00e1 quase uma \u00fanica manifesta\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica, pict\u00f3rica ou iconogr\u00e1fica que n\u00e3o repre\u00adsente o loto, &#8220;0 bras\u00e3o floral do Egito&#8221;), o Nymphaea lotus e o Nymphaea caerulea. Bem mais tarde, foi introduzida uma ter\u00adceira esp\u00e9cie, vinda da lndia, o Nymphaea nelumbo, que foi des\u00adcrito por Her\u00f3doto e que \u00e9 comumente figurado nos monumentos helen\u00edsticos. Os rizomas feculosos do loto entravam na alimen\u00adta\u00e7\u00e3o do eg\u00edpcio. De todas as ninf\u00e1ceas do antigo Egito, sem d\u00favida o loto azul foi o mais sagrado. Enquanto o loto branco exalava um perfume forte e agressivo, o aroma do loto azul era suave e doce: cheirava a vida divina. Foi, tamb\u00e9m, o emblema primitivo do jovem <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> de M\u00eanfis, Nef\u00e9rtum, senhor dos perfu\u00admes. Era para os eg\u00edpcios o que <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> as rosas para n\u00f3s: as mais belas flores, a rainha das flores. Eles chamam o loto de nanufar, em o Novo Imp\u00e9rio, e o termo chegou at\u00e9 n\u00f3s, o nen\u00fafar. Entrava, tamb\u00e9m, o loto nas formas arquiteturais, nos capi\u00adt\u00e9is das colunas, nos arabescos das volutas que encimavam as cornijas.<br \/>\nLOTUS &#8211; V. Loto.<\/p>\n<p>MAAT -Filha de R\u00e9. Era a encarna\u00e7\u00e3o da Verdade e da Justi\u00e7a, assim como representava o equil\u00edbrio do Universo, a rela\u00e7\u00e3o harmoniosa dos elementos entre si, a coes\u00e3o de todas as partes que formam a manuten\u00e7\u00e3o do todo. \u00c9, por conseguinte, a Ordem Universal; mas como influi tamb\u00e9m nas pessoas, torna-se, ent\u00e3o, a Ordem \u00c9tica, que determina como agir e como proceder, n\u00e3o s\u00f3 consigo mesmo mas tamb\u00e9m com os demais.<\/p>\n<p>MACACO -Dois tipos de macacos aparecem desenhados ou esculpidos nos antigos monumentos eg\u00edpcios, o Cercopithecus aethiops e o Papio Hamadryas, isto \u00e9, o cercopiteco e o babu\u00edno.<br \/>\nO macaco era um <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> no Egito. N\u00e3o era animal original do pa\u00eds, mas importado. N\u00e3o obstante, eram numerosos e bem conhecidos dos eg\u00edpcios. Os animalistas tini tas os esculpiam com predile\u00e7\u00e3o; os senhores das mastabas m\u00eanfitas costumavam reu\u00adnir num grupo seus an\u00f5es, c\u00e3es e macacos. No outro mundo a alma precisava ter muita sorte para escapar aos macacos que pescavam com redes; mas havia, tamb\u00e9m, macacos bons, amigos do Sol e dos homens. Os cinoc\u00e9falos costumavam, ao raiar do sol, gritar agudamente; acreditavam, ent\u00e3o, que os macacos aju\u00addavam o astro-rei a sair das trevas e o saudavam com grandes guinchos quando viam que o astro vencera. No Egito, assim como na Babil\u00f4nia, o babu\u00edno era a imagem do Sol. Mas o maca\u00adco supremo que o Egito inteiro adorava, era Tot, o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> de Herm\u00f3polis Magna (&#8220;Herm\u00f3polis a Grande&#8221;, Tuna em eg\u00edpcio). Quando seu culto se implantou nessa cidade, o Tot do Delta, sem renunciar \u00e0 sua figura de \u00edbis, assumiu tamb\u00e9m o aspecto de babu\u00edno. Destarte passaram a figurar a <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a> como um velho cinoc\u00e9falo sentado, m\u00e3os nos joelhos, pesada juba, o sexo arrogante e erecto e ar pensativo; em cima, o disco lunar. Quando o Olho de R\u00e9 se tornou gata, o macaco tentou conven\u00adc\u00ea-Ia a voltar, pois Tot era o padroeiro dos s\u00e1bios e dos letrados.<\/p>\n<p>MAC\u00c9DON &#8211; Filho de Os\u00edris.<\/p>\n<p>MASTABA -Tumbas particulares no Antigo Imp\u00e9rio, que se agrupavam em quarteir\u00f5es regulares, tanto em Giz\u00e9, como em Sacara e em outras localidades. Em geral dispunham-se ao redor da pir\u00e2mide real. Existem v\u00e1rios tipos, conforme sejam feitas de tijolos, de pedra ou de cal\u00e7\u00e1reo; distinguem-se, tam\u00adb\u00e9m, pela disposi\u00e7\u00e3o interior.<br \/>\nEm geral a mastaba se comp\u00f5e&#8217; de duas partes independen\u00adtes: a sepultura e a capela; a sepultura, disposta no fundo de um po\u00e7o, cont\u00e9m o sarc\u00f3fago de pedra e o material funer\u00e1rio indispens\u00e1vel \u00e0 vida da alma no outro mundo; essa sepultura era murada depois do enterramento; o po\u00e7o, entulhavam-no com pedras e cascalho; a parte constru\u00edda da mastaba, vis\u00edvel acima do solo, consistia num pequeno outeiro feito com materiais gros\u00adseiros, coberto ou cercado por um muro de pedras; o plano era geralmente retangular e os muros ligeiramente inclinados. Da\u00ed o nome: mastaba, em \u00e1rabe, quer dizer &#8220;banco&#8221; ou &#8220;ban\u00adque ta&#8221;. No exterior dessa massa erguia-se uma pequena capela, onde se realizava o culto funer\u00e1rio. A capela era acess\u00edvel aos visitantes. Nela depunham os vivos as oferendas e queimavam incenso em honra do defunto.<\/p>\n<p>MEMNON (COLOSSOS DE) &#8211; As duas est\u00e1tuas colossais do rei Amen\u00f3fis III, sentado, que tradi\u00e7\u00e3o milenar diz ser as &#8220;est\u00e1tuas de M\u00eamnon&#8221;, fazem parte da paisagem tebana.<br \/>\nOs antigos consideravam esses dois simulacros como partici\u00adpando das Maravilhas do Mundo. Atualmente est\u00e3o isoladas as duas est\u00e1tuas, no meio de campos cultivados. <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">S\u00e3o<\/a> mon\u00f3litos de gr\u00e9s e medem 15 metros de altura; contudo, a fama desses colos\u00adsos n\u00e3o prov\u00e9m da sua grandeza nem da originalidade. Em 27 a.C. um terremoto ou convuls\u00e3o tel\u00farica abalou a campina tebana; o colosso mais ao norte fendeu-se e partiu-se em dois, na altura da cintura. A partir desse fato, segundo um fen\u00f4meno f\u00edsico que foi constatado recentemente nos templos de Edfu e Carnaque, a pedra se p\u00f5e a vibrar quando se processam os brus\u00adcos movimentos de umidade e calor que acompanham o nascer do dia. A est\u00e1tua produzia um som n\u00edtido, firme, sonoro. Esse fen\u00f4meno intrigou profundamente n\u00e3o s\u00f3 os eg\u00edpcios mas tam\u00adb\u00e9m os viajantes que por l\u00e1 passavam e por fim pessoas que se dirigiam ao local a fim de assistirem ao prod\u00edgio. Estrab\u00e3o, que provavelmente ouviu o &#8220;canto da est\u00e1tua&#8221;, n\u00e3o acreditou em poderes miraculosos.<br \/>\nMas quem era M\u00eamnon? Por que lhe puseram tal nome? O <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/mitos-e-mitologia\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"14\" title=\"Mitologia, veja mais aqui\">mito<\/a> diz o seguinte: &#8220;M\u00eamnon era filho da Aurora e de Titono, neto de Laomedonte. Segundo alguns, era rei da P\u00e9rsia, conforme outros, da Eti\u00f3pia ou do Egito. No d\u00e9cimo ano do ass\u00e9dio de Tr\u00f3ia, correu em socorro de Priamo, com v\u00e1rios carros de combate, e distinguiu-se pela sua bravura. Foi morto por Aqui\u00adleso Aurora, desesperada, lan\u00e7ou-se aos p\u00e9s de J\u00fapiter pedindo-Ihe que concedesse ao filho algum privil\u00e9gio que o distinguisse dos demais mortais. J\u00fapiter acedeu aos rogos da m\u00e3e desolada; logo que a fogueira f\u00fanebre foi acesa, viu-se sair dela uma infinidade de p\u00e1ssaros, que se separaram em dois bandos e come\u00e7aram a lutar ferozmente, ao redor da pira funer\u00e1ria, at\u00e9 que todos tom\u00adbaram mortos. Foram chamados Memn\u00f4midas. T\u00e3o insigne honra n\u00e3o acalmou o esp\u00edrito da m\u00e3e. Diariamente continuou a chorar, e o seu pranto \u00e9 o orvalho que cai ao amanhecer. Em Tebas, no Egito, a est\u00e1tua de M\u00eamnon vibrava em acordes har\u00admoniosos logo que as primeiras luzes da Aurora a atingiam. Era a resposta do filho aos doces chamados da m\u00e3e.&#8221;<br \/>\nS\u00e9timo Severo, animado das melhores inten\u00e7\u00f5es, resolveu consertar a est\u00e1tua mutilada; escultores reconstitu\u00edram o colosso. Mas esse fato trouxe como conseq\u00fc\u00eancia que M\u00eamnon se tornou um colosso igual aos outros e perdeu a voz.<br \/>\nSomente o nome, agora, evoca essa long\u00ednqua e maravilhosa hist\u00f3ria. MENDES -<a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Divindade<\/a> que era adorada principalmente na cidade que tinha o mesmo nome. Os habitantes de Mendes a contavam entre os oito principais <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a>. Mendes era, tamb\u00e9m, o nome do bode consagrado a um <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> que foi pelos gregos identificado a P\u00e3; outros cr\u00eaem que Mendes era o pr\u00f3prio <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a>.<\/p>\n<p>MENES -Legislador e primeiro rei do Egito, segundo a lenda. Ensinou aos seus s\u00faditos o culto dos <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a>, no n\u00famero dos quais mais tarde foi colocado. Menes \u00e9 forma grecizada de Menei.<\/p>\n<p>MENFIS -1) Filho de J\u00fapiter e de Protogenia; desposou a Libia.<br \/>\n2) Filha de Ucoreu. Foi amada do Nilo, que se transformou em touro, e teve dela um filho, chamado Egito, de for\u00e7a e vir\u00adtude maravilhosas. Fazem-na, tamb\u00e9m, esposa de P-pafo e m\u00e3e da Libia. Deu seu nome a uma cidade do Egito.<br \/>\n3) Cidade do Nilo, muito antiga, constru\u00edda \u00e0s margens do Nilo. Foi capital do pais. No seu lugar existe, hodiernamente, uma pequena aldeia, Mit-Rahined.<\/p>\n<p>MEN\u00daTIS -<a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Divindade<\/a> que era adorada num burgo do mesmo nome, perto da cidade de Canopo.<\/p>\n<p>METEMPSICOSE -Her\u00f3doto escreveu o seguinte: &#8220;Os eg\u00edp\u00adcios foram os primeiros que afirmaram ser a alma humana imor\u00adtal; pela morte do corpo ela passa sucessivamente a outras for\u00admas vivas, e ap\u00f3s haver habitado alternadamente todos os corpos dos animais da terra, do mar e do ar, penetra novamente no corpo dum homem; \u00e9 necess\u00e1rio 3 000 anos para que ela conclua todas essas migra\u00e7\u00f5es.&#8221; O Livro dos Mortos e outras inscri\u00e7\u00f5es parecem confirmar o que disse Her\u00f3doto; encontramos in\u00fameras f\u00f3rmulas para o defunto se transformar em f\u00eanix, em falc\u00e3o, em l\u00f3tus, em andorinha&#8230; Malgrado as apar\u00eancia, n\u00e3o se pode falar em metem psicose a respeito dos eg\u00edpcios. As f\u00f3rmulas do Livro dos Mortos e outras inscri\u00e7\u00f5es permitem a alma ba n\u00e3o se tornar prisioneira do sepulcro, onde o corpo jaz para sempre; permitem que a alma se evole sob formas diferentes e erre sobre a terra. Mas <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> transmigra\u00e7\u00f5es passageiras; a alma n\u00e3o percor\u00adre, sucessivamente, ciclos de reencarna\u00e7\u00e3o; ela permanece, defini\u00adtivamente, ligada ao corpo embalsamado na sua tumba; pode, apenas, fazer pequenos passeios c\u00e1 fora. Os casos de real reencarna\u00e7\u00e3o dum morto numa nova exis\u00adt\u00eancia pertencem \u00e0 literatura popular e fazem parte dos &#8220;contos fant\u00e1sticos&#8221;.<\/p>\n<p>MIN &#8211; <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deus<\/a> itif\u00e1lico que foi identificado pelos gregos ao grande P\u00e3o Era o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">santo<\/a> protetor de Akhmim e de Copto e guar\u00addi\u00e3o das rotas e estradas da antig\u00fcidade.<br \/>\nImpressiona, nessa <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a>, o tranq\u00fcilo impudor com que exibe o seu monstruoso falo erecto, com uma m\u00e3o levantada para tr\u00e1s, a direita, em forma de esquadro; sobre sua cabe\u00e7a flutua o chicote real, s\u00edmbolo do terror salutar; o outro bra\u00e7o desliza sob as vestes e segura a raiz do falo divino; \u00e9 a imagem do touro que cobre as f\u00eameas, senhor da gera\u00e7\u00e3o, cuja prociss\u00e3o abria o tempo das colheitas e ao qual se oferecia, solenemente, alface que estava impregnada, dizia-se, de virtudes afrodis\u00edacas. O corpo \u00e9 negro, pois o rito queria que as est\u00e1tuas de Min fossem ungidas com uma subst\u00e2ncia vivificante, feita de betume e ingre\u00addientes carbonizados. Na cabe\u00e7a trazia duas enormes plumas, o que ainda mais elevava seu talhe esbelto e esguio.<\/p>\n<p>MNP-VIS &#8211; Touro consagrado ao Sol na cidade sagrada de Heli\u00f3polis; tributavam-lhe o mesmo culto que ao touro Apis.<\/p>\n<p>MOMENFIS &#8211; Cidade do Egipto cujos habitantes adoravam uma <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a> identificada a V\u00eanus ou a Mrodite, com culto particular. Os habitantes dessa cidade tinham uma novilha sagrada, como os de Menfis possu\u00edam o touro Apis.<br \/>\nMONTU -<a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deus<\/a>-falc\u00e3o da Tebaida, padroeiro de v\u00e1rios sobe\u00adranos da XI dinastia. Parece que Montu, na origem, foi uma <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a> guerreira.<br \/>\nEclipsado por Amon, reconquistou seu prest\u00edgio quando o clero tebaI1o come\u00e7ou a decair. V\u00e1rios templos foram erguidos em sua honra, em Tebas, Medamud, Tod e Ermant.<br \/>\nSeu animal sagrado era o touro B\u00faquis, que era enterrado nos corredores do Buqueum de Ermant.<\/p>\n<p>MORTE -N\u00e3o h\u00e1 nenhuma na\u00e7\u00e3o que tenha consagrado \u00e0 Morte e \u00e0 esperan\u00e7a de sobreviver a ela tantos esfor\u00e7os como os eg\u00edpcios. \u00c9 \u00f3bvio que eles nela n\u00e3o encontravam nenhum encan\u00adto. &#8220;A morte \u00e9 penosa -dizem os textos -fonte de l\u00e1grimas e de pesar.&#8221; Todos almejavam ter um belo enterro, mas espera\u00advam que esse ocorresse somente na mais avan\u00e7ada idade. Cento e dez anos era a idade ideal que todos esperavam alcan\u00e7ar.<br \/>\nOs mensageiros de Secmet e de Bastet, portadores da morte, eram particularmente temidos. N\u00e3o havia, entre os eg\u00edpcios, um <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> particular que perso\u00adnificasse a Morte, e isto porque a morte, para eles, n\u00e3o era um fim, mas sim o come\u00e7o de outra situa\u00e7\u00e3o, a vida al\u00e9m-t\u00famulo.<\/p>\n<p>M\u00daMIAS &#8211; V. Embalsamamento.<br \/>\nMUT &#8211; <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deusa<\/a>-m\u00e3e do C\u00e9u, mulher de Amen-R\u00e9, em Tebas. Com cabe\u00e7a de abutre, simbolizava a maternidade. Quensu, seu filho, completava a trindade tebana.<\/p>\n<p>NECABIT &#8211; V. Necbet.<br \/>\nNECBET -<a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deusa<\/a>-abutre da cidade de EI-Kab, no Alto Egito. Necbet tornou-se rapidamente a <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a> tutelar do Sul, como Uadjyt, a serpente de Buto, evocava os marn\u00e9is do Delta. Sob esse t\u00edtulo era representada como assegurando a prote\u00e7\u00e3o ao rei, enquanto o abutre entrava simb\u00f3licamente no penteado dos soberanos. Senhora dos desertos, Necbet foi, com a evolu\u00e7\u00e3o gradual das teologias, comparada a outras <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusas<\/a>, tais como Hator, e logo integrada no ciclo solar.<br \/>\nA cren\u00e7a popular fez de Necbet a <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a> protetora dos nasci\u00admentos e dos partos, raz\u00e3o pela qual os gregos a identificaram com Ilithyia.<\/p>\n<p>NEF\u00c9RTUM -Nef\u00e9rtum ou Nef\u00e9rtem, uma das <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindades<\/a> da tr\u00edade &#8216;de M\u00eanfis. Era filho de Pt\u00e1 e Sequet, <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> do ardor do sol nascente, representado com uma chama em forma de l\u00f3tus sobre a cabe\u00e7a, como s\u00edmbolo da for\u00e7a geradora. Figurava, tam\u00adb\u00e9m, como assessor do morto diante do tribunal de Os\u00edris.<\/p>\n<p>N\u00c9FTIS &#8211; Irm\u00e3 de fsis. Participou dos ritos relativos \u00e0 prote\u00e7\u00e3o e ao renascimento do <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> morto, Os\u00edris. Algumas tradi\u00e7\u00f5es fazem dela a esposa de Set ou a m\u00e3e de An\u00fabis. Parece que jamais N\u00e9ftis foi adorada particularmente; essa a raz\u00e3o pela qual \u00e9 associada a outras <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusas<\/a>, como An\u00fa\u00adquis; sob essa forma era adorada em Kom Mer, no Alto Egito, em \u00e9poca tardia.<\/p>\n<p>NEIT &#8211; <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deusa<\/a> muito antiga da cidade de Sais. Seus aspec\u00adtos e fun\u00e7\u00f5es eram m\u00faltiplos: criadora assexuada, \u00e1gua primor\u00addial que, por primeiro, ganhou a vida e da qual procedem todas as criaturas, m\u00e3e do Sol; \u00e0s vezes \u00e9 confundida com Nut, a ab\u00f3\u00adbada celeste: outras tradi\u00e7\u00f5es a representam como <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a> arquei\u00adra, repelindo com flechas os maus. g\u00eanios; outras, ainda, fazem dela a protetora do sono, a criadora da arte de tecer, a padroeira das un\u00e7\u00f5es com \u00f3leo e uma das quatro <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusas<\/a> que velavam sobre os sarc\u00f3fagos e os vasos canopos.<br \/>\nConforme os lugares do culto, associa-se ao crocodilo Sobec e \u00e0s vezes a Os\u00edris. Seu prest\u00edgio cresceu a partir da XXVI dinastia. Os gregos a identificaram com Atena.<\/p>\n<p>NEITME -<a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Divindade<\/a> eg\u00edpcia que foi assimilada \u00e0 Atena grega; \u00e9 prov\u00e1vel que seja a mesma Neit.<\/p>\n<p>NEOMENIAS -Festas da lua nova, que eram celebradas na S\u00edria, no Egito e na Gr\u00e9cia. Apolo era honrado com o ep\u00edteto de Neom\u00eanio, principalmente na \u00e9poca da lua nova.<\/p>\n<p>NILO -1) Neto de Atlas. Deu seu nome ao rio Nilo. 2) <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deus<\/a> dos eg\u00edpcios, que era venerado sob a forma do <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> Nilo. 3) Rio do Egipto, o mais longo do mundo (6500 km), intimamente ligado \u00e0 hist\u00f3ria dos eg\u00edpcios. A etimologia \u00e9 duvidosa; herdamos a palavra dos gregos, Neilos; h\u00e1 muita fantasia a respeito da origem desse nome. L\u00ea-se, \u00e0s vezes, que o Nilo era um <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> chamado Hapi. N\u00e3o \u00e9 bem exato; o Nilo, como entidade topogr\u00e1fica, era chamado pelos eg\u00edpcios de Ioteru, &#8220;O Rio&#8221;; Hapi n\u00e3o \u00e9 o rio divinizado, mas antes o esp\u00edrito do Nilo, sua ess\u00eancia din\u00e2mica; por isso diziam: \u201cA vinda de Hapi&#8221;, isto \u00e9, a cheia se aproximava.<br \/>\nRepresentavam o Nilo sob a figura de um andr\u00f3gcno pan\u00ad\u00e7udo com peito de velha ama, verde e azul como as ondas, cabe\u00adludo e desnudo como um pescador dos paludes.<\/p>\n<p>NO DE \u00cdSIS &#8211; Amuleto que tem vagamente a forma de uma cruz ansada; vulgarmente chamam-no de &#8220;cruz eg\u00edpcia&#8221;; os dois bra\u00e7os caem. Sua significa\u00e7\u00e3o inicial \u00e9 incerta; o emprego corrente, na decora\u00e7\u00e3o, em colunas djed, fez com que o referissem a fsis. O n\u00f3 da cintura das <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindades<\/a> apresenta, por vezes, essa forma.<\/p>\n<p>NUN -\u00c9 o &#8220;Esp\u00edrito de <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> movendo-se sobre a superf\u00edcie das \u00e1guas&#8221;. Era o nome que davam ao princ\u00edpio criador da vida na primeira massa d&#8217;\u00e1gua da cria\u00e7\u00e3o. Era personificado como um <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> macho e f\u00eamea autogerado, capaz de produzir prole.<br \/>\nRepresentavam-no como <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a> masculina solar, casado com Mut; era chamado &#8220;O pai dos <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a>&#8221; c\u00f3smicos em Her\u00adm\u00f3polis.<\/p>\n<p>NUT -Filha de Shu e de Tefnut, casou-se com Geb, o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a>\u00ad-Terra. Personif\u00edca a ab\u00f3bada celeste. Os baixos-relevos a repre\u00adsentam como uma mulher cujos p\u00e9s atingem o horizonte oriental, enquanto seu corpo se curva por cima da terra e seus bra\u00e7os atingem as fronteiras do poente; outras tradi\u00e7\u00f5es fazem dela uma grande vaca levantada por cima do mundo; ao longo do seu corpo navegam os astros; transformada em m\u00e3e do Sol-R\u00e9, acre\u00additavam que ela, todas as tardes, engolia o disco solar e o vomi\u00adtava todas as manh\u00e3s.<br \/>\nEm Heli\u00f3polis consideravam-na a m\u00e3e de Os\u00edris, Isis, N\u00e9ftis e Set. Uma lenda referida por Plutarco, explica como Nut, que seu pai havia tornado est\u00e9ril, por ter ficado extremamente enco\u00adlerizado com ela, ganhou no jogo de dados cinco dias, do seu parceiro Tot, o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> que regia o tempo; Nut aproveitou-se desses cinco dias (que foram acrescidos aos 360 do ano comum) que ganhara para p\u00f4r no mundo, clandestinamente, cinco filhos.<\/p>\n<p>OGDOADE &#8211; \u00a0\u201cGrupo de oito&#8221;. A palavra designa os quatro pares de for\u00e7as elementares que, segundo os te\u00f3logos de Herm\u00f3\u00adpolis, precederam \u00e0 cria\u00e7\u00e3o do mundo. Eram os seguintes: Nun e Naunet, a \u00e1gua primitiva; Heh e Henet, o infinito espacial; Kek e Keket, as trevas; Amon e Amaunet, aqueles que n\u00e3o podem descobrir. Este \u00faltimo par, segundo as tradi\u00e7\u00f5es, trazia outros nomes que evocavam o Nada e o Vazio ou a indetermina\u00e7\u00e3o espacial.<br \/>\nN\u00e3o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a>, pois, <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindades<\/a> do universo organizado, mas personifica\u00e7\u00f5es de elementos do caos, antes da cria\u00e7\u00e3o. For\u00e7as obscuras de um mundo ainda n\u00e3o organizado, esses oito <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> tinham o aspecto de r\u00e3s e de serpentes, criaturas espont\u00e2neas das \u00e1guas primordiais. Por obra e gra\u00e7a dessas <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindades<\/a> surgiu o primeiro outei\u00adro, onde, ent\u00e3o, de um l\u00f3tus, nasceu o Sol. A cidade de Herm\u00f3polis, em honra da ogdoade, recebeu o nome de Quemenou ou Quemenu, &#8220;A Cidade dos Oito&#8221;; dessa palavra derivou o copta Shmun e o \u00e1rabe moderno Ashmunein. O admir\u00e1vel destino hist\u00f3rico do <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> Amon, <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a> teba\u00adna, hom\u00f3fono de um dos <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> da ogdoade, explica a impor\u00adt\u00e2ncia que nos documentos greco-romanos se deu ao col\u00e9gio her\u00admopolitano dos oito <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> iniciais.&#8217; Acreditavam que sob a colina de Djeme (Medinet Habu) descansavam esses oito deu\u00adses; a\u00ed eles recebiam, nos \u00faltimos tempos da civiliza\u00e7\u00e3o eg\u00edpcia, a liba\u00e7\u00e3o funer\u00e1ria que os <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> vivos seus sucessores, vinham, de d\u00e9cada em d\u00e9cada, lhes derramar.<\/p>\n<p>ON &#8211; O Sol.<br \/>\nONFIS -O mesmo que Os\u00edris.<br \/>\nON\u00daFIS -Touro consagrado a Os\u00edris.<\/p>\n<p>ON\u00daRIS &#8211; Literalmente a palavra significa: Aquele que reconduziu a 10n!!;\u00cdnqua&#8221;. O Olho do Sol, uma <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a>, ficara irritada e fugira para os desertos da Libia onde se transformou numa leoa.On\u00faris con\u00adseguiu fazer com que voltasse, inteiramente apaziguada. <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deus<\/a> guerreiro, figurado com altas plumas e puxando uma corda que descia do c\u00e9u, tinha dois grandes santu\u00e1rios, Tis e Sebenitcs. Sua c\u00e9lebre lenda foi objecto de adapta\u00e7\u00f5es locais. Admitia-se, tamb\u00e9m, que On\u00faris era o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> Tot, a <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a> s\u00e1bia; a <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a> furiosa que fugira para a L\u00edbia era Hator; o perseguidor era Shu, filho de R\u00e9 e a leoa, Tefnut.<\/p>\n<p>OPAS &#8211; Nome de uma <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a> que foi identificada ao Hefestos grego (Vulcano em latim).<br \/>\nOPET -<a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deusa<\/a> adorada especialmente em Tebas e represen\u00adtada com corpo de hipop\u00f3tamo, erguido sobre as patas traseiras, com grandes seios pendentes. Era o s\u00edmbolo da maternidade e lacta\u00e7\u00e3o. Davam-lhe o nome de &#8220;A Branca&#8221; e &#8220;O Har\u00e9m&#8221;. -V. Tu\u00e9ris.<\/p>\n<p>ORAS -<a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Divindade<\/a> que foi assimilada ao Febo grego (Apolo).<\/p>\n<p>OSIRIS -Os\u00edris \u00e9 o mais conhecido dos <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> eg\u00edpcios. Os gregos o faziam filho de Zeus e de N\u00edobe ou de Cronos e de R\u00e9ia.<br \/>\nConforme o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/mitos-e-mitologia\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"14\" title=\"Mitologia, veja mais aqui\">mito<\/a> original, Osiris reinou com Isis sobre o Egito numa fase particularmente feliz; todos viviam satisfeitos, n\u00e3o havia pobreza, nem doen\u00e7as, nem \u00f3dios. O casal real ensi\u00adnava aos s\u00faditos as normas fundamentais da civiliza\u00e7\u00e3o, a agri\u00adcultura e muitas outras artes extremamente \u00fateis \u00e0 vida. Depois Osiris empreendeu long\u00ednquas viagens; fez memor\u00e1veis conquis\u00adtas e pereceu quando regressou gra\u00e7as \u00e0s emboscadas de Set (Tifon ou Tif\u00e3o), seu irm\u00e3o. Os eg\u00edpcios, a fim de conservarem a mem\u00f3ria dos benef\u00edcios que desse principe haviam recebido, outorgaram-lhe honras divinas sob o nome de Ser\u00e1pis, sua grande <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a>; e, como Os\u00edris havia ensinado aos homens a agricul\u00adtura, lhe deram o boi por s\u00edmbolo. Representavam Os\u00edris com uma mitra ou um globo sobre a cabe\u00e7a, um bast\u00e3o na m\u00e3o esquerda e o chicote na direita. \u00c0s vezes, em lugar da cabe\u00e7a humana lhe emprestavam cabe\u00e7a de gavi\u00e3o. A hera lhe estava consagrada.<br \/>\nSegundo outro <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/mitos-e-mitologia\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"14\" title=\"Mitologia, veja mais aqui\">mito<\/a>, Os\u00edris havia encerrado num ovo doze figuras piramidais brancas, a fim de caracterizar os infinitos benef\u00edcios que ele desejava atribuir aos homens; mas T\u00edfon (ou Set) abriu o ovo e nele introduziu, secretamente, doze outras pir\u00e2mides negras e por esse meio o mal sempre se encontra mis\u00adturado ao bem.<br \/>\nEssencialmente Os\u00edris era o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> da ressurrei\u00e7\u00e3o humana; no fim da V dinastia, o fara\u00f3 morto era um Os\u00edris; no come\u00e7o do Imp\u00e9rio M\u00e9dio, todos os mortos <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> Os\u00edris.<br \/>\nPlutarco deixou-nos uma narrativa acerca de Os\u00edris: Nascido durante os cinco dias complementares -v. Nut -do ano, Os\u00ed\u00adris tornou-se rei do Egito; casou-se com Isis, sua irm\u00e3; logo arrancou o povo \u00e0 vida de priva\u00e7\u00f5es e de animais selvagens, fazendo com que conhecessem os frutos da terra e os <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> do c\u00e9u; a seguir percorre a terra para a civilizar. Mas o irm\u00e3o de Os\u00edris, Set (que Plutarco chama de T\u00edfon ou Tif\u00e3o), enche-se de inveja ao ver que Os\u00edris \u00e9 amado por todos. A ele se ligam 72 c\u00famplices; toma as medidas, secretamente, da estatura de Os\u00edris, e constr\u00f3i um cofre soberbo, admiravelmente decorado e ordena que o conduzam para a sala onde se realiza um banquete. \u00c0 vista do cofre todos se admiram; Set (ou T\u00edfon), rindo, pro\u00admete fazer presente do cofre \u00e0quele que nele couber perfeita\u00admente; todos o experimentam mas n\u00e3o serve a ningu\u00e9m; enfim Osms entra no cofre e seu corpo cabe perfeitamente nele; no mesmo instante os conjurados se lan\u00e7am sobre o cofre e o fecham com pregos, cravos e chumbo derretido. A seguir lan\u00e7am-no no mar (ou no Nilo). Come\u00e7a, ent\u00e3o, a busca de Os\u00edris. Segundo a vers\u00e3o eg\u00edpcia, Isis e N\u00e9ftis encontram o cad\u00e1ver do <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> na margem de Nedit, o local da sua morte. Mas, paralelamente ao desenvolvimento tardio do culto das rel\u00edquias (cada cidade reli\u00adgiosa se gabava de possuir um peda\u00e7o do corpo divino), uma lenda mais complexa refere o desmembramento de Os\u00edris por Set: Isis teria encontrado o corpo de seu marido no porto de Biblos e o reconduzira para o Egipto, depois de muitas aventuras. Mas Set, que descobrira o esconderijo onde Isis depositara o corpo do marido, o teria cortado em peda\u00e7os e os disseminara por todo o pa\u00eds; recome\u00e7ou a busca; cada peda\u00e7o encontrado era sepultado no pr\u00f3prio local onde Isis o achara; a ressurrei\u00e7\u00e3o do <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> ora era atribu\u00edda a sua m\u00e3e Nut, ora \u00e0 piedade de R\u00e9, que mandara em socorro o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> Tot e seus infal\u00edveis sortil\u00e9gios, ora a An\u00fabis. Lendas posteriores referem as lamenta\u00e7\u00f5es de Isis e de N\u00e9ftis, os apelos dilaceradores que dirigem ao <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> para que retornasse \u00e0 terra. Isis, por fim, concebe de seu esposo, j\u00e1 defunto, um filho; durante muito tempo esconde este fruto p\u00f3stumo dos seus amores nos p\u00e2ntanos de Qu\u00eamis, a fim de subtra\u00ed-lo aos furores de Set; por fim Hora, atingida a idade viril, vinga o pai.<br \/>\nAlguns epis\u00f3dios da lenda osir\u00edaca eram representados anual\u00admente em Abidos: a sa\u00edda do <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a>, sua barca, guiada pelo c\u00e3o Upuaut, sua morte, enterramento e vingan\u00e7a. Paralelamente a essas evoca\u00e7\u00f5es dram\u00e1ticas que se realizavam no meio de grande concurso de povo, havia outras cerim\u00f4nias secretas, os mist\u00e9rios, que se efetuavam em salas retiradas dos templos. Essas festivi\u00addades eram realizadas no quarto m\u00eas do ano eg\u00edpcio, quando as \u00e1guas da inunda\u00e7\u00e3o se retiravam; faziam, ent\u00e3o, pequenas est\u00e1\u00adtuas de barro de Os\u00edris e misturavam limo por cima; a seguir, semeavam gr\u00e3os que logo germinavam e conservavam a figura da est\u00e1tua: era o Os\u00edris que vegetava. \u00c9 interessante observar que ainda hoje os eg\u00edpcios fazem lentilhas germinar em algod\u00e3o impregnado d&#8217;\u00e1gua, em certas festas religiosas.<\/p>\n<p>OZOCOR &#8211; <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Divindade<\/a> que os eg\u00edpcios assimilaram ao H\u00e9ra\u00adcles grego (H\u00e9rcules).<\/p>\n<p>PAAMILA &#8211; Mulher da Tebaida, a quem uma voz sobrena\u00adtural anunciou o nascimento de um her\u00f3i que um dia deveria fazer a felicidade do Egito. Tratava-se de Os \u00edris, de quem Paa\u00admila foi ama.<br \/>\nPAAMILES &#8211; \u00a0Ep\u00edteto de Os\u00edris.<br \/>\nPAAMILIAS &#8211; Festas que se celebravam em honra de Os\u00ed\u00adris, institu\u00eddas em mem\u00f3ria da sua ama Paamila.<br \/>\nPACT &#8211; Esposa de Pt\u00e1 no grupo de M\u00eanfis. Era uma divin\u00addade fellna, com cabe\u00e7a de le\u00e3o ou de gato, similar de Bast; usualmente era portadora de males. Algumas vezes era inclu\u00edda na companhia de Set ou funcionava como seu equivalente na triade.<br \/>\nPALMICIO &#8211; <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Divindade<\/a> eg\u00edpcia tamb\u00e9m chamada Palmites.<br \/>\nPALMITES -<a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Divindade<\/a> eg\u00edpcia.<br \/>\nP ANMELES &#8211; Nome grego que se dava a Os\u00edris e que signi\u00adfica UAquele Que Vela Sobre Tudo&#8221;.<\/p>\n<p>PASSAROS &#8211; Os pr\u00f3prios hier\u00f3glifos nos d\u00e3o conta da alta estima que os eg\u00edpcios dedicavam aos p\u00e1ssaros e aves. Mais de vinte esp\u00e9cies figuram nos <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/horoscopos\/astrologia\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"25\" title=\"Astrologia, veja mais aqui\">signos<\/a> hierogl\u00edficos; um t\u00famulo do Imp\u00e9rio M\u00e9dio, numa frisa, ostenta 29 vol\u00e1teis, incluindo dois morcegos.<\/p>\n<p>PEIXES &#8211; Os peixes eram comuns no Egito; abundavam no Nilo, nos canais, nos profundos paludes e nos lagos costeiros do mar de Faium.<br \/>\nNas tumbas antigas ou nos quadros de pesca, os peixes apa\u00adrecem desenhados ou esculpidos com rara perfei\u00e7\u00e3o, e <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> de v\u00e1rios tipos: enguias, carpas, percas, mormiros, oxirrincos, silu\u00adros, o perverso fagre de grandes dentes, Uo c\u00e3o do Nilo&#8221;, como diz o fel\u00e1, e outras variedades mais. Mas um tabu, de origem e data incertas, mas evidentemente milen\u00e1rio, interditava a todo ser sacralizado, rei, sacerdote, morto glorioso, comer peixes; o povo profano, por\u00e9m, n\u00e3o se privava desse prato, fosse fresco, seco ou salgado. Em determinadas \u00e9pocas n\u00e3o se podia comer peixe; noutras era mister com\u00ea-los assados; uma cidade consi\u00adderava tal peixe tabu, ao passo que outra dele fazia uso regalado. Sabe-se que o mormiro tinha a sua cidade sagrada, Oxirrinco, onde era grandemente venerado; pois um dia houve guerra entre Oxirrinco e a cidade fronteira porque esta comera o seu <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a>, o mormiro sagrado. A perca estava consagrada a Neit, a enguia ao <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> de Heli\u00f3polis. Havia a <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a> \u201crainha dos peixes&#8221;, o golfi\u00adnho f\u00eamea, protetor de Mendes. Outrora, dizem as lendas, o barbo, o fagre e o oxirrinco partilharam seu sexo com Os\u00edris que fora emasculado pelo cruel Set. Os adoradores do crocodilo afirmavam que os peixes eram rebeldes, votados \u00e0 morte.<\/p>\n<p>PERINA -<a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Divindade<\/a> confundida com a Atena grega (Mi\u00adnerva em latim). Essa <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a> achava-se sentada. Esse ep\u00edteto lhe foi dado em virtude de Perina, bordadora, t\u00ea-la, pela primeira vez, representado nessa atitude.<\/p>\n<p>PSICOSTASIA \u2013 \u201cpesagem da alma&#8221;, palavra grega que se aplica ao ato que \u00e9 reproduzido em m\u00faltiplos exemplares e de maneira \u00e0s vezes um pouco diversa, no Livro dos Mortos.<br \/>\nConforme a concep\u00e7\u00e3o eg\u00edpcia, o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> justiceiro est\u00e1 entro\u00adnizado sob um dos seI (em geral \u00e9 Os\u00edris), cercado de Isis e de N\u00e9ftis; n\u00e3o raro R\u00e9, o grande juiz, acha-se presente. Diante dele assentam-se os 42 assessores. O morto \u00e9 introduzido por An\u00fabis; seu cora\u00e7\u00e3o \u00e9 colocado num dos pratos da balan\u00e7a; Maat em outro; Tot fiscaliza a pesagem e anota o resultado numa tabuinha. Durante essa opera\u00e7\u00e3o que ir\u00e1 decidir da sua sorte, o morto pronuncia a dupla &#8220;confiss\u00e3o negativa&#8221;; a primeira \u00e9 geral: &#8220;N\u00e3o cometi injusti\u00e7as&#8230; n\u00e3o maltratei os animais&#8230; n\u00e3o blasfemei&#8230; n\u00e3o fiz ningu\u00e9m chorar&#8230; M; a segunda, em 42 artigos, dirige-se, sucessivamente, a cada um dos ju\u00edzes-assessores: &#8220;O juiz tal, n\u00e3o cometi injusti\u00e7as&#8230;; \u00f3 juiz tal, n\u00e3o matei nin\u00adgu\u00e9m. ..; \u00f3 juiz tal, n\u00e3o permaneci surdo \u00e0s palavras da verda\u00adde&#8230;M Junto da balan\u00e7a, uma personagem de pesadelo, &#8220;A Devoradora&#8221;, aguarda o resultado da pesagem para se lan\u00e7ar sobre ele se o julgamento for desfavor\u00e1vel; caso contr\u00e1rio o de\u00adfunto ser\u00e1 admitido na regi\u00e3o do al\u00e9m. Como se v\u00ea, a psicos\u00adtasia eg\u00edpcia \u00e9 original; os gregos n\u00e3o a conheceram.<\/p>\n<p>PTA &#8211; <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deus<\/a> da cidade de M\u00eanfis, figurado sob forma huma\u00adna, estreitamente encerrado num estojo, como uma m\u00famia no seu f\u00e9retro.<br \/>\nA teologia local o considera criador do mundo; foi ele quem p\u00f4s na terra as formas vis\u00edveis, por meio da l\u00edngua (o verbo criador) e por meio do cora\u00e7\u00e3o (o pensamento).<br \/>\nO destino hist\u00f3rico de M\u00eanfis fez dele o padroeiro da rea\u00adleza e o regente das festas jubilares.<br \/>\nTradi\u00e7\u00e3o muito antiga o considera inventor das t\u00e9cnicas, e os art\u00edfices o adoram como seu padroeiro; o sumo-sacerdote de Pt\u00e1 tinha o t\u00edtulo de &#8220;Decano dos mestres-art\u00edfices&#8221;. Os gregos o identificaram com Hefestos.<br \/>\nCom o correr dos s\u00e9culos, assimilou-se ao <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> funer\u00e1rio So\u00adc\u00e1ris, depois, por interm\u00e9dio deste, com Os\u00edris; constituiu, ent\u00e3o, uma familia divina com a <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a> Secmet; o filho desse casal era Nef\u00e9rtum, &#8220;O L\u00f3tus Perfumado&#8221;.<\/p>\n<p>QUEB &#8211; A Terra. O mesmo que Seb ou Geb. -V. Sebo<\/p>\n<p>QUEBSNAUF &#8211; Um dos esp\u00edritos de Amentet. Era a <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a> cabe\u00e7a-de-falc\u00e3o que zelava o f\u00edgado, a b\u00edlis e a bexiga.<\/p>\n<p>QU\u00c9FERA &#8211; Nome do <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> Sol-Nascente da primeira massa d&#8217;\u00e1p;ua da cria\u00e7\u00e3o; diariamente renasce no este, depois da via\u00adgem noturna ao inferno. Consideram-no o &#8220;Pai dos <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a>&#8221;, cria\u00addor universal, que simboliza o nascimento e a ressurrei\u00e7\u00e3o. O escaravelho era o seu emblema.<\/p>\n<p>QUENSU &#8211; Filho de Amon-R\u00e9 e de Mut na trindade de Tebas. Era o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> da cura, identificado com a Lua.<\/p>\n<p>QU\u00c9PRI &#8211; Q Sol-Levante, representado pelo escaravelho. \u2014 V. Qu\u00e9fera e Escarabeu.<\/p>\n<p>RA -V. R\u00e9.<br \/>\nRAMSEION &#8211; V. Ramseum.<br \/>\nRAMSEUM -&#8220;O Castelo de Milh\u00f5es de Anos do Rei Usi\u00admar\u00e9-Eleito-De-R\u00e9 Que se Uniu Em Tebas, no Dom\u00ednio De Amon \u00c0 Oeste De Tebas&#8221;, foi simplificado, pelos s\u00e1bios, com o nome de Ramseum. O historiador grego Diodoro, inexatamente, o chamou de t\u00famulo de Osimt1ndias; Osim\u00e2ndias \u00e9 deforma\u00e7\u00e3o grega do nome eg\u00edpcio Usimar\u00e9, prenome de Rams\u00e9s II.<br \/>\nEsse belo templo funer\u00e1rio, construido por Rams\u00e9s para Amon e para ele mesmo, ainda hoje pode ser visto, ao nordeste dos Colossos de M\u00eamnon.<\/p>\n<p>R\u00c9 -O <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> R\u00e9 (R\u00e1 nas antigas obras e nas palavras cru\u00adzadas) \u00e9 o mesmo Sol, realidade vis\u00edvel. Sem d\u00favida foi adorado desde os tempos mais antigos em todo o Egito. Mas sua metr\u00f3pole foi Heli\u00f3polis (&#8220;Cidade do Sol&#8221;, H\u00e9lios, em grego); nessa cidade tinha o nome de Atum e presidia \u00e0 grande En\u00e9ade. No dom\u00ednio funer\u00e1rio era o chefe do reino do al\u00e9m, o Grande Juiz dos antigos tempos; mas cedeu, ao menos em parte, seu lugar a Os\u00edris.<br \/>\nOs <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/mitos-e-mitologia\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"14\" title=\"Mitologia, veja mais aqui\">mitos<\/a> que se referem a R\u00e9 <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> todos inspirados na sua via\u00adgem diurna pelo c\u00e9u do Egito; quando ele surge, nas long\u00ednquas costas orientais, um coro de cinoc\u00e9falos o acolhe com alegria; R\u00e9, ent\u00e3o, sobe na Barca do Dia e navega at\u00e9 a tarde; nesse mo\u00admento muda de condu\u00e7\u00e3o e se acolhe na Barca da Noite que o conduzir\u00e1 \u00e0s regi\u00f5es do mundo inferior. Essa di\u00e1ria navega\u00e7\u00e3o de R\u00e9 era assim sintetizada: Ao surgir, crian\u00e7a, Qu\u00e9fri ou Qu\u00e9pri; homem maduro ao meio-dia, R\u00e9; anci\u00e3o \u00e0 tarde, Atum.<\/p>\n<p>REIS-SACERDOTES &#8211; Sob Rams\u00e9s XI, no fim do Novo Imp\u00e9rio, o general Herihor tornou-se &#8220;o primeiro profeta de Amon&#8221; o senhor dos bens do todo-poderoso <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> de Tebas. Por volta de 1080 a.C. a dinastia ram\u00e9sida se extingue e Esm\u00eandis de T\u00e2nis funda, no Delta, a XXI dinastia. Mas os descendentes de Herihor fizeram da Tebaida um principado praticamente independente; tr\u00eas desses reis-sacerdotes mandaram escrever seus nomes no cartucho, \u00e0 moda do fara\u00f3. Esses pont\u00edfices militares exerceram uma ditadura teocr\u00e1tica; toda decis\u00e3o, relativa a vivos ou a mortos, era formulada como um <a href=\"https:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/oraculos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"24\" title=\"Or\u00e1culos, veja mais aqui\">or\u00e1culo<\/a> de Amon.<\/p>\n<p>SAUABTIS &#8211; Pequenas estatuetas feitas de madeira, de pe\u00addra, de bronze e de faian\u00e7a. Eram amuletos m\u00e1gicos, por sua forma de m\u00famia real; eram de car\u00e1ter agr\u00edcola, pois traziam o alvi\u00e3o ou enxad\u00e3o.<br \/>\nNo M\u00e9dio Imp\u00e9rio, quando aparece o uso das estatuetas Sau\u00e1btis, era de praxe colocar-se uma no t\u00famulo do falecido. No curso do Novo Imp\u00e9rio chegavam a empilhar 700 numa \u00fanica sepultura; n\u00e3o eram, ent\u00e3o, substitutos da pessoa, mas escravos.<\/p>\n<p>SEB -Seb ou Geb ou Queb, era o primeiro <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> do mundo, consorte de Nut. Pai de Os\u00edris e de Set, de \u00a0Isis e de N\u00e9ftis, con\u00adforme a teologia heliopolitana. Acredita-se que tenha sido o autor do Ovo Celeste.<\/p>\n<p>SECMET &#8211; Secmet significa, literalmente, &#8220;A Poderosa&#8221;.<br \/>\nEra a <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a>-leoa que teve santu\u00e1rios em todos os lugares onde o le\u00e3o costumava beber; mas seu centro principal foi M\u00eanfis, onde a consideravam esposa de Pt\u00e1 e m\u00e3e de Nef\u00e9rtum, o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a>-Loto. Representava a manifesta\u00e7\u00e3o do Olho de R\u00e9 cheio de f\u00faria e a destruidora dos inimigos do Sol.<br \/>\nPor meio do rito de &#8220;Apaziguar Secmet&#8221;, os homens alcan\u00ad\u00e7avam tomar prop\u00edcia essa <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a> sanguin\u00e1ria, senhora dos men\u00adsageiros da Morte, respons\u00e1vel por todas as epidemias e panzoo\u00adtias. Mas os sacerdotes de Secmet formavam uma das mais antigas corpora\u00e7\u00f5es de m\u00e9dicos e de veterin\u00e1rios, o que vem comprovar a verdade de que &#8220;quem sabe matar, sabe tamb\u00e9m curar&#8221;. Amen\u00f3fis III multiplicou as imagens da <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a>, assentada, no templo de Mut (Carnaque) e no seu santu\u00e1rio funer\u00e1rio.<\/p>\n<p>SEQUET &#8211; <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Divindade<\/a> da Tr\u00edade de M\u00eanfis, encabe\u00e7ada por Pt\u00e1. Consideravam os seus filhos Nef\u00e9rtum e Imotep. Era a <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a> do calor ardente ou do fogo.<\/p>\n<p>SERAPEU &#8211; O Serapeu de M\u00eanfis continha nas galerias subterr\u00e2neas as sepulturas dos touros Apis. Mariette a\u00ed encon\u00adtrou, em l85G-5l, 24 sarc\u00f3fagos de basalto ou granito, dos quais os mais pesados atingem 70 toneladas. Uma c\u00e2mara, murada no ano 30 do reinado de Rams\u00e9s, estava intacta, e via-se, ainda, o sinal dos p\u00e9s do \u00faltimo eg\u00edpcio que havia deixado o lugar antes de ser ele definitivamente selado.<br \/>\nSob Ptolomeu I, o velho Serapeu conheceu nova fase e nova atividade; o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> rec\u00e9m-introduzido, Ser\u00e1pis, n\u00e3o s\u00f3 deu seu nome ao \u00e1ntigo monumento, mas o transformou numa esp\u00e9cie de sana\u00adt\u00f3rio, onde os enfermos vinham em busca de curas milagrosas; \/tinha pessoal recluso, voluntariamente, os catoques. O acesso do Serapeu foi ornado com longos dromos de esfinges, e est\u00e1\u00adtuas de poetas e fil\u00f3sofos gregos foram dispostas em hemiciclo na sua vizinhan\u00e7a.<\/p>\n<p>SERAPIS &#8211; <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deus<\/a> introduzido no Egito sob o reinado de Pto\u00adlomeu I e destinado, sem d\u00favida, por seu criador, a ser <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a> comum a gregos e eg\u00edpcios. Tomou alguns caracteres de Os\u00edris, mas o essencial dos seus atributos \u00e9 grego; assemelha-se ora a Zeus ora a Ascl\u00e9pios ora a Dioniso. Seu culto espalhou-se de Alexandria (onde o Serapeu era considerado uma das Maravilhas do Mundo) para os pa\u00edses mediterr\u00e2neos. O prest\u00edgio extraor\u00addin\u00e1rio do culto de lsis eclipsou, parcialmente, o brilho do de Ser\u00e1pis.<br \/>\nRepresentavam-no com a cabe\u00e7a coberta por um alqueire, para figurar a abund\u00e2ncia, da qual esse <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a>, considerado como o Sol, era o pai. Freq\u00fcentes vezes era assimilado ao <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> Plut\u00e3o (o Hades grego). Conforme a teologia alexandrina, em Ser\u00e1pis estavam contidos todos os <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a>.<\/p>\n<p>SERPENTE &#8211; Os nilotas sempre temeram as serpentes, as dos p\u00e2ntanos, as dos campos, as dos desertos. O homem pr\u00e9\u00ad-hist\u00f3rico das margens pantanosas do Nilo temia uma serpente que n\u00e3o picava, mas sufocava a v\u00edtima, a tem\u00edvel serpente Pit\u00e3o (ou P\u00edton).<br \/>\nNos velhos <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/mitos-e-mitologia\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"14\" title=\"Mitologia, veja mais aqui\">mitos<\/a> aparece a serpente de ferro nascida do l\u00f3tus primordial. As serpentes podiam ser ben\u00e9ficas ou nocivas. Todas, mais ou menos divinas. As serpentes das areias, da terra e da lama eram fundamentalmente benfazejas; mas havia aquela longa serpente que deslizava pelos campos h\u00famidos ou pelos brejos e que, estando col\u00e9rica, tomava a forma dilatada da uraeus, a ainda hoje famosa naja; perigosas eram as v\u00edboras, que emer\u00adgiam silenciosamente das areias ardentes: a v\u00edbora carenada, a v\u00edbora de cauda negra e a famosa cerasta cornuda (o hier\u00f3glifo te). Todos os curadores conheciam de cor o repert\u00f3rio das f\u00f3r\u00admulas conjurat\u00f3rias relativas ao &#8220;veneno de toda serpente, macho ou f\u00eamea.. de todo escorpi\u00e3o, de todo r\u00e9ptil capaz de picar&#8230;&#8221; A boa senhora-cobra, Renutet, padroeira do celeiro, recebe do fel\u00e1 as prim\u00edcias do campo, pois vigia o crescimento das plantas. Com o advento do Cristianismo, Renutet transforma-se em <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">santa<\/a> Term\u00fatis, ama presumida de Mois\u00e9s.<br \/>\nNas rochas tebanas, Merseger, \u201cA Amiga do Sil\u00eancio&#8221;, amada do bom povo de Deir el-Medinet, protege a necr\u00f3pole.<br \/>\nO Destino era uma serpente, fosse ele bom ou mau.<br \/>\nO folclore egipcio est\u00e1 cheio de avatares of\u00eddicos.<\/p>\n<p>SET -Set foi identificado com T\u00edfon pelos gregos.<br \/>\nO porco, o asno, o hipop\u00f3tamo e o \u00f3rix do deserto procedem de Set. O pr\u00f3prio <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> encarnou-se numa esp\u00e9cie animal fan\u00adt\u00e1stica, misto de porco, asno, girafa, c\u00e3o e oc\u00e1pi.<br \/>\nLendo-se Plutarco chega-se \u00e0 conclus\u00e3o de que Set era o Mal. De facto, o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> &#8220;vermelho&#8221; jamais foi uma criatura bon\u00addosa e cheia de carinhos; mas \u00e9 ele, n\u00e3o obstante, que com a lan\u00e7a fere o horr\u00edvel Ap\u00f3pis. Os reis hicsos, estabelecidos em Av\u00e1ris, cidade de Set, o tomaram por Baal; os Tutm\u00f3sidas guer\u00adreiros comparavam-se a Set. Houve urna \u00e9poca em que Set patrocinava a produ\u00e7\u00e3o dos o\u00e1sis. Mas o crescente favor popular em rela\u00e7\u00e3o a Os\u00edris p\u00f4s fim a essa honor\u00e1vel carreira; ele se transformou, e para sempre, num feroz dem\u00f4nio.<\/p>\n<p>SHU &#8211; Shu e Tefnu, filhos do demiurgo, constituem o pri\u00admeiro par da En\u00e9ade heliopolitana. Representa a Atmosfera. Sustenta, com o bra\u00e7o erguido a c\u00fapula celeste acima da terra, separando Geb (a Terra) da sua esposa (Nut, o C\u00e9u); \u00e9 a perso\u00adnifica\u00e7\u00e3o teol\u00f3gica do sopro luminoso que anima as criaturas ter\u00adrestres.<br \/>\nO sincretismo religioso o confunde com Consu, Tot, On\u00faris e Cnum.<\/p>\n<p>SIGALION &#8211; <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Divindade<\/a> eg\u00edpcia que foi confundida com o Harp\u00f3crates grego, <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> do sil\u00eancio.<br \/>\nHarp\u00f3crates \u00e9 de origem eg\u00edpcia, filho de Isis e de Os\u00edris. Alguns o confundem com Horo.<\/p>\n<p>SOBEC &#8211; <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Divindade<\/a>-crocodilo. \u2014 V. Crocodilo.<br \/>\nSOCARIS &#8211; <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Divindade<\/a> eg\u00edpcia.<br \/>\nSUCO &#8211; Crocodilo domesticado que era honrado com culto religioso em Ars\u00ednoe, cidade do Egipto.<\/p>\n<p>TALAMOS &#8211; Nome de dois templos que o touro Apis tinha em M\u00eanfis.<br \/>\nTEFNUT &#8211; <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deusa<\/a>-leoa, irm\u00e3 e esposa de Shu. Era m\u00e3e de Seb (a Terra) e de Nut (o C\u00e9u).<br \/>\nTEIR &#8211; <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Divindade<\/a> eg\u00edpcia que foi assimilada ao Hermes (Merc\u00fario) grego.<br \/>\nTELETAS &#8211; Ritos solenes que se celebravam em honra de \u00cdsis.<br \/>\nTERM\u00faTIS -Isis considerada como a <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a> vingadora dos crimes.<br \/>\nTEUTATES &#8211; <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Divindade<\/a> confundida com An\u00fabis. Davam\u00ad-lhe, tamb\u00e9m, o nome de Tuis. &#8211; V. Tot.<br \/>\nTIQUES &#8211; Segundo <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> dom\u00e9stico dos eg\u00edpcios.<\/p>\n<p>TIQUIS &#8211; O mesmo que Tiques, um dos quatro <a href=\"https:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/feng-shui\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"22\" title=\"Fen Shui, veja mais aqui\">Lares<\/a> dos eg\u00edpcios.<\/p>\n<p>TITRAMBO -<a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Divindade<\/a> eg\u00edpcia que foi confundida com H\u00e9cate. O nome significa&#8221; Aquela Que Inspira Furor&#8221;. Conv\u00e9m n\u00e3o esquecer que o culto de H\u00e9cate, a <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a> tri\u00adforme, originou-se no Egito, e, conforme a tradi\u00e7\u00e3o, foi levado \u00e0 Gr\u00e9cia por Orfeu.<\/p>\n<p>TOT -<a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deus<\/a>-lunar com forma de \u00edbis. Era adorado em todo o Egipto, mas em Herm\u00f3polis recebia culto especial. Contudo, quando fez sua apari\u00e7\u00e3o nessa cidade, j\u00e1 ela con\u00adtava com uma bela fauna divina: a lebre sagrada, oito <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a>\u00ad-r\u00e3s, serpentes e um babu\u00edno. Mas Tot rapidamente se instalou e mais rapidamente ainda se livrou dos inc\u00f4modos vizinhos: a lebre permaneceu apenas no nome do nomo; as oito <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindades<\/a>\u00ad-r\u00e3s transformaram-se na Ogdoade dos primeiros tempos; as serpentes dispersaram-se; o babu\u00edno foi obrigado a conviver com a\u00edbis para poder encarnar a forma material de Tot. Parece que Tot reinava sobre tudo que comportasse opera\u00e7\u00e3o intelectual: a cria\u00e7\u00e3o da linguagem escrita, separa\u00e7\u00e3o das linguas, confec\u00e7\u00e3o de anais e de leis; era o padroeiro dos escribas. Era o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> que contava, media e calculava, n\u00e3o s\u00f3 o tempo e as divis\u00f5es tem\u00adporais, mas tamb\u00e9m os n\u00fameros como entidades cient\u00edficas; era, portanto, o padroeiro dos matem\u00e1ticos. Nos <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/mitos-e-mitologia\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"14\" title=\"Mitologia, veja mais aqui\">mitos<\/a> aparece, sempre, como o diligente secret\u00e1rio dos <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a>, o assessor indis\u00adpens\u00e1vel a toda a\u00e7\u00e3o divina. Por conta das suas habilidades em hier\u00f3glifos e em n\u00fameros, tornou-se o mais reputado m\u00e1gico do Egito; n\u00e3o \u00e9 por menos que os te\u00f3logos de M\u00eanfis o consideravam a l\u00edngua de Pt\u00e1, isto \u00e9, a express\u00e3o verbal pela qual o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a> d\u00e1 exist\u00eancia ao Universo. Em outros textos aparece como o cora\u00ad\u00e7\u00e3o de R\u00e9, isto \u00e9, a ess\u00eancia do pensamento criador.<br \/>\nA biblioteca de Herm\u00f3polis, sua cidade, era c\u00e9lebre: dizia-se que l\u00e1 havia criptas secretas onde estavam guardados rolos escri\u00adtos pela pr\u00f3pria m\u00e3o do <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deus<\/a>.<br \/>\nOs gregos o assimilaram a Hermes (Merc\u00fario); sob o nome de Trismegisto teve papel important\u00edssimo na chamada &#8220;litera\u00adtura herm\u00e9tica&#8221;; na verdade, as id\u00e9ias expendidas atrav\u00e9s desses livros <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/santos\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"9\" title=\"Santos e Santas, veja mais aqui\">s\u00e3o<\/a> mediterr\u00e2neas, e resultam mais do sincretismo reli\u00adgioso alexandrino que das velhas cren\u00e7as eg\u00edpcias; Tot apenas emprestou-lhes o nome.<\/p>\n<p>TRIADE -Agrupamento secund\u00e1rio de um esquema inva\u00adri\u00e1vel (pai, m\u00e3e e filho) de uma <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a> de determinada cidade; os elementos da Tr\u00edade, em geral, anteriormente, existiam separados. Em Tebas havia a Trfade composta de Amon, Mut e Consu, em M\u00eanfis a de Pt\u00e1, Secmet e Nef\u00e9rtum, e em Edfu a de Horo, Hator e Harsomtus&#8230;<\/p>\n<p>TRISMEGISTO &#8211; Nome do Hermes (Merc\u00fario) grego con\u00adfundido com Tot. A palavra grega significa &#8220;Aquele Que \u00c9 Tr\u00eas Vezes Grande&#8221;. Trismegisto era o conselheiro de Os\u00edris. Atri\u00adbui-se-lhe a inven\u00e7\u00e3o de infinidade de coisas \u00fateis \u00e0 vida.<br \/>\nUm outro Hermes traduziu as obras do acima referido sobre medicina, <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/horoscopos\/astrologia\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"25\" title=\"Astrologia, veja mais aqui\">astrologia<\/a> e teologia eg\u00edpcias.<\/p>\n<p>TUAT &#8211; As doze regi\u00f5es do reino dos mortos, atrav\u00e9s das quais a &#8220;barca de um milh\u00e3o de anos&#8221; de R\u00e9 todas as noites navegava; eram gargantas ou muros guardados por serpentes. Cada uma dessas regi\u00f5es correspondia a uma hora das 12 que formavam a noite; em cada uma dessas horas (ou regi\u00f5es) pro\u00adcessavam-se provas especiais com julgamento e os dem\u00f4nios eram impedidos de passar. \u00c0s vezes tem o nome de Duat.<\/p>\n<p>TU\u00c9RIS &#8211; A grande <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a>-hipop\u00f3tamo. Era adorada sob a designa\u00e7\u00e3o de &#8220;A Grande&#8221;; assistia \u00e0s m\u00e3es em <a href=\"https:\/\/www.magianegra.com.pt\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"2\" title=\"Trabalhos de magia negra, saiba tudo aqui\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">trabalho<\/a> de parto, quer fossem de <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a>, de reis ou de simples mortais. Figuravam-na erguida sobre as patas trazeiras, com longos seios pendentes, um chap\u00e9u redondo na cabe\u00e7a e apoiada no n\u00f3 m\u00e1gico.<\/p>\n<p>UATCHET -<a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">Deusa<\/a>-padroeira do Baixo Egito e do Delta. Era irm\u00e3 de Necbet. Enquanto 1sis buscava Os\u00edris, ela tomou conta do pequeno Horo e dele cuidou com carinho.<\/p>\n<p>UBASTET -V. Bastet.<\/p>\n<p>UCOREU -Rei do Egito, pai de M\u00eanfis.<\/p>\n<p>URAEUS -Uraeus \u00e9 forma grecizada do termo eg\u00edpcio uraios, que significa &#8220;basilisco&#8221;, atrav\u00e9s do latim. Designa a <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusa<\/a> de diversos nomes que, personificando o Olho ardente de R\u00e9 e simbolizando a natureza \u00edgnea das coroas, tomava o aspecto de uma serpente f\u00eamea ardendo de furor. A uraeus, com o pesco\u00e7o dilatado, figurava na fronte do fara\u00f3; aparecia nos frisos dos templos, e nos hipogeus reais cuspia fogo contra os inimigos.<\/p>\n<p>VACA &#8211; Se o boi ou o touro gozava de grande prest\u00edgio no Egipto antigo, maior ainda era o da vaca. Imolavam-se bois, jamais uma vaca leiteira. Era, com efeito, como vaca leiteira e como m\u00e3e, m\u00e3e celeste do Sol, &#8220;Jovem bezerro de boca pura&#8221;, e tamb\u00e9m como esposa do Sol, &#8220;O touro de sua pr\u00f3pria m\u00e3e&#8221;, que os eg\u00edpcios a adoravam.<br \/>\nFosse Hator ou qualquer outra <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">divindade<\/a>, era sempre a vaca\u00ad-c\u00e9u, guarda do mundo dos mortos e alimentadora do fara\u00f3.<br \/>\nOs <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> que tomavam forma de touro (Montu, Min, Amon etc.) e os touros nos quais os <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> se encarnavam (Apis, Mn\u00e9\u00advis, B\u00faquis etc.), tinham tamb\u00e9m suas vacas sagradas, sobre as quais afirmavam o car\u00e1ter de procriado~s universais.<\/p>\n<p>VESTES &#8211; O eg\u00edpcio jamais se vestia de l\u00e3, j\u00e1 porque era considerada desprez\u00edvel, j\u00e1 por causa do clima. Vestiam-se todos de linho. Os homens do povo costumavam usar apenas uma tanga.<br \/>\nAs mulheres variavam muito no trajar; as <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deusas<\/a>, por\u00e9m, apareciam sempre trajadas da mesma maneira: vestido justo mantido sob o peito por duas fitas ou correias, muito largas.<br \/>\nEm geral os <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a> masculinos aparecem muito sumaria\u00admente vestidos, bem como o homem do povo, que se contentava com um cal\u00e7\u00e3o ou com uma tanga.<\/p>\n<p>VINHO &#8211; A videira sempre foi objecto de cultura particular no Egipto. A vinha, em eg\u00edpcio era krm; o vinho, erpi. Segundo o <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/mitos-e-mitologia\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"14\" title=\"Mitologia, veja mais aqui\">mito<\/a>, os bagos de uva nasceram dos olhos de Horo. No Egipto todos bebiam vinho, desde o mais humilde lavrador at\u00e9 o fara\u00f3 e os <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"10\" title=\"Deuses e Deusas, veja mais aqui\">deuses<\/a>.<br \/>\n(Fonte:\u201dDicionario de <a href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/mitos-e-mitologia\/\" data-internallinksmanager029f6b8e52c=\"14\" title=\"Mitologia, veja mais aqui\">mitologia<\/a>\u201d, de Tassilo Orpheu Spalding)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/Portal-ae.jpg\" alt=\"Portal a&amp;e\" \/>\u00a0<strong>Voltar ao tema: <\/strong><span style=\"color: #008000;\"><a style=\"color: #008000;\" href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/simpatias\/simpatias-para-engravidar\/\">Simpatias para engravidar<\/a> <strong>|\u00a0<\/strong><a style=\"color: #008000;\" href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/simpatias\/simpatias-angelicais\/\" target=\"_blank\">Simpatias angelicais<\/a>|\u00a0 <a style=\"color: #008000;\" href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/simpatias\/simpatias-amor\/\">Simpatias Amor<\/a> |<a style=\"color: #008000;\" href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/amarracoes-2\/\" target=\"_blank\">Amarra\u00e7\u00f5es<\/a>|<a style=\"color: #008000;\" href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/esoterismo\/encantamentos\/\">Encantamentos<\/a>|<a style=\"color: #008000;\" href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/simpatias\/simpatias-ciganas\/\">Simpatias ciganas<\/a>|\u00a0<a style=\"color: #008000;\" href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/wicca\/\">Wicca<\/a>\u00a0|<strong><a style=\"color: #008000;\" href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/simpatias\/simpatias-magias-egipcias\/\">Simpatias &amp; magias eg\u00edpcias<\/a><\/strong> | <a style=\"color: #008000;\" href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/banhos-magicos\/\">Banhos m\u00e1gicos<\/a> | <a style=\"color: #008000;\" href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/esoterismo\/talismas-amuletos-patuas\/\" target=\"_blank\">Amuletos &amp; Talism\u00e3s<\/a> | <a style=\"color: #008000;\" href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/simpatias\/simpatias-dinheiro-prosperidade\/\">Simpatias Dinheiro &amp; Prosperidade<\/a> | <a style=\"color: #008000;\" href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/esoterismo\/incensos\/\">Incensos m\u00e1gicos<\/a> | <strong><a style=\"color: #008000;\" href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/saber\/dicionarios-magicos\/\">Dicion\u00e1rios<\/a><\/strong> | <strong><a style=\"color: #008000;\" href=\"http:\/\/www.astrologosastrologia.com.pt\/blog\/deuses\/mitos-e-mitologia\/\">Mitos &amp; Mitologia<\/a><\/strong> |<\/span><\/p>\n ","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dicion\u00e1rio da Mitologia Eg\u00edpcia &nbsp; A &#8211; Entre os eg\u00edpcios era o hier\u00f3glifo que representava a \u00edbis, ave sagrada. AALU &#8211; O C\u00e9u. Designava, tamb\u00e9m, os &#8220;Campos de paz&#8221; na ab\u00f3bada terrestre, onde R\u00e9 tinha seu trono; era, portanto, a morada dos deuses e das deusas, assim como das almas de todos os eg\u00edpcios respeit\u00e1veis. 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