Wicca, Ser bruxa é…

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“A bruxa não somente varre,
Ela bane más energias.
Ela não limpa, purifica.
A bruxa não canta, encanta.
Pois suas palavras são mágicas,
E sua boca é santa.
A bruxa controla seus desejos,
Disciplina sua mente,
Conhece seu corpo e anseios.
A bruxa ama a sua vida,
Sendo ela simples sutilmente.
E vive seu destino,
Como quem encanta a mente.
A bruxa corre, canta e dança,
Mas não perde nunca a pose,
Pois vive na liderança.
Ela é social, cordial e poderosa.
E ama intensamente,
Faz ritos, encantos, feitiços e poções,
Mas respeita incondicionalmente.
Mas acima de tudo,
A bruxa é bruxa sempre,
E não há, jamais, quem a tente!”
– Ávillys d’Avalon

Fonte: Recanto da Bruxas

 

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O Arco-Iris e sua magia, magia do arco-iris

Portal a&eO Arco-Iris e sua magia

Um arco-íris, também chamado arco-celeste, arco-da-aliança, arco-da-chuva, arco-da-velha, é um fenómeno óptico e meteorológico que separa a luz do sol em seu espectro, e contínuo quando o sol brilha sobre gotas de chuva.
É um arco multicolorido com o vermelho no seu exterior e o violeta em seu interior.
A ordem completa das cores é o vermelho, o laranja, o amarelo, o verde, o azul, o índigo e o violeta.
Seu nome provém da mitologia grega, onde Íris era uma Deusa que exercia a função de arauto Divino.
O arco-íris teve muitos significados em muitas culturas, a principal semelhança é que ele está sempre conectado com as divindades.
Na Bíblia cristã, o arco-íris foi criado no céu como promessa de Deus que nunca mais daria uma grande inundação.
Na cultura Yorubá, o arco-íris também é representado como mensageiro divino aos seres humanos na figura do orixá Oxumarê.
Na Birmânia o arco-íris é um espírito perigoso, na Índia, é um arco de flechas divinas que são disparados.
Na mitologia nórdica o arco-íris é a ponte que Odin construído a partir de Midgard, a casa dos homens, a Asgard, onde os deuses viviam, e as almas dos mortos merecedores passou ao longo do arco-íris.
Na Roma antiga o arco-íris era o manto de muitas cores de Isis, o atendente a Juno.
A sorte de ver um arco-íris pode ser transmitida a uma magia, se realizar momentos depois de vizualizá-lo.
Se desejar enquanto é visto, e neste momento imaginar este desejo, permaneça pensando até chegar no local que possa fazer sua magia, com vela, incenso, um cristal e um encantamento.
Mas nunca aponte com o dedo para um arco-íris diretamente, pois na próxima chuva sua sorte irá com ela.
Na Irlanda, qualquer pessoa que ver o arco-íris e tocar o chão, quando mais próximo estiver do arco-íris, mais perto estará de encontrar seu tesouro, seu pote de ouro.
Um arco-íris de manhã significa mais chuva durante o dia, mas um arco-íris que aparece no final do dia significa que a chuva já passou.
Pequenos pedaços de arco-íris que aparece em um céu nublado às vezes são chamados de galhas do tempo, e significam que nas próximas tempestades seus pedidos se realizarão.
Se um arco-íris desaparece muito rapidamente, o bom tempo está a caminho, e o amor também.
Um arco-íris geralmente significa que o período chuvoso está prestes a acabar.
Mas, para os gnomos, um arco-íris é o momento certo de fazer pedidos e fazer magia. E quando mais perto de você, mais sorte terá.

Para as Bruxas é um devaneio, e ajuda a concentrar energias favoráveis ás magias.

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Das festividades pagãs de Saturnália e Brumália ao Natal cristão

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Durante os três primeiros séculos da nossa Era os cristãos não celebravam o Natal. Na Bíblia, não há referências sobre o dia do nascimento de Jesus Cristo, nem recomendações para esse dia fosse celebrado, como seriam seus aniversários de morte e ressurreição.

Portanto, ao contrário do que muitos acreditam, a origem do Natal não está no nascimento de Jesus. A festa natalina tem origem pagã, associada às comemorações denominadas Saturnália e Brumália.

A Saturnália, festa em homenagem ao deus romano Saturno, ia de 17 a 24 de dezembro. Era uma comemoração alegre, com muita dança, em que ricos e pobres conviviam igualmente, com os senhores servindo os servos, numa inversão de papéis.

No dia 25 de dezembro, imediatamente após a Saturnália, comemorava-se aBrumália, o nascimento do deus-sol, ou “o nascimento do Sol Invicto“. A data, para eles, no Hemisfério Norte, coincidia com o solstício de inverno, dia “mais curto do ano“, com menos horas de luz. A partir do solstício de inverno, as noites começam a diminuir, e os dias a aumentar.

Em tempos remotos, os persas também tinham seus deuses inspirados no sol, e comemorações nos dias 24 e 25 de dezembro.

No dia que corresponde ao nosso 24 de dezembro, os persas queimavam o seu deus Agni, construído a partir de um tronco de árvore, e colocavam outro, novo, em seu lugar.

Com o novo deus, os dias começavam a aumentar porque, segundo supunham, o seu deus jovem estava cheio de vigor para produzir dias maiores. Adoravam-no então com diversas solenidades aparatosas e sacrifícios humanos.

No dia seguinte celebravam um estranho ritual: no templo onde ficava o deusAgni, havia uma fresta na cortina do lado oriental, por onde penetrava o sol ao amanhecer. Os raios iam incidiam na parte posterior da cabeça do sacerdote, que era dotado de uma careca espelhada. Ao refletirem-se nela projetavam-se num espelho em forma de sol, e daí incidiam no deus feito de madeira.

Já a festa germânica pagã do solstício do inverno, a Yule, tinha como costumes principais os grandes banquetes, a folia, a troca de presentes, os enfeites e as árvores.

E como da comemoração da Saturnália e da Brumália chegamos ao Natal cristão?

Veja o que conta a “Nova enciclopédia de conhecimento religioso de Schaff-Herzog” (The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge):

As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas nos costumes populares para serem suprimidas pela influência cristã. Essas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam seus irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã.

Recordemos que o mundo romano havia sido pagão. Antes do século IV os cristãos eram poucos, embora estivessem aumentando em número, e eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos. Porém, com a vinda do imperador Constantino (no século IV), que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares.

Tenhamos em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo o principal aquela festa idólatra de 25 de dezembro. Era uma festa de alegria (carnal) muito especial. Agradava ao povo! Não queriam suprimi-la.

… mais sobre a Saturnália…

O templo de SATURNO continha a estátua do Deus, recoberta de óleo, o que constituiria eventualmente uma técnica de preservação; estava além disso envolvida em laços de lã, que eram desfeitos no dia do Seu festival.

Macróbio diz que isto simboliza a semente que tinha estado nas entranhas e que brota no décimo mês, que era Dezembro, como o próprio nome do mês indica, isto no antigo calendário, no qual o primeiro mês do ano era Março.(«Saturnália», 1.8.5).
O templo de SATURNO também continha o tesouro do Estado («Aerarium Saturni»).

A SATURNÁLIA, o «melhor dos dias» (optimus dierum, de acordo com Catulo, em «Carmina» 14:15) era iniciada neste templo com um grande sacrifício, no qual os senadores e os cavaleiros usavam as togas. Os sacrifícios a SATURNO eram realizados «Graeco Ritu», isto é, de acordo com o Rito Grego, ou seja, com a cabeça descoberta («capite aperto»), segundo o que diz Plutarco em «Questões Romanas» (11). Tal facto pode derivar da identificação de SATURNO com o grego CRONOS, Rei da Idade do Ouro, que é um aspecto de SATURNO especialmente importante durante a SATURNÁLIA, por motivo óbvio, como a seguir se verá.

A seguir ao sacrifício, realizava-se um banquete («convivium publicum», ou «convivium dissolutum»), ao qual toda a gente podia ir e que parece ter sido estabelecido em 217 b.c. ou 433 a.u.c. (segundo Macróbio, «Saturnália», 1.10.18; e também segundo Tito Lívio, «Ab Urbe Condita», ou «Desde a Fundação da Cidade», 22.1.19).

Lívio diz que se realiza nesta ocasião um «lectisternium», ou seja, um banquete oferecido aos Deuses em certas cerimónias solenes ou em sinal de reconhecimento, em que as estátuas dos Deuses são colocadas em leitos junto das mesas.

Neste dia, usavam-se roupas menos formais («synthesis») e capas leves («pilei»); as pessoas enchiam as ruas gritando «Io Saturnalia!».

A alegria reinava; encerravam-se lojas, tribunais, escolas, e os aedis permitiam a jogatina em público.

 

Nas casas com servos, os donos tratavam-nos como iguais. No seio da família, juntamente com os escravos, escolhia-se um rei momo, ou «Saturnalicius Princeps», que usava máscara e trajava de vermelho (a cor dos Deuses), o que não deixa de fazer lembrar o actual Pai Natal. Na verdade, esta igualdade, e por vezes inversão social (escravos a serem servidos por senhores) seria mais simbólica e religiosa do que propriamente social e real, pois que na maior parte dos casos eram os escravos que preparavam o banquete e, por detrás da desordem festiva, permanecia a sólida ordem romana.
Ofereciam-se presentes, tais como pequenos objectos de cerâmica, incluindo bonecas de cerâmica («sigillaria») às crianças (especialmente nos sextos e sétimos dias). Aos amigos, davam-se velas de cera («cerei»). Catão (em «De Agricultura», 57), recomendava que se concedesse aos subordinados uma ração adicional de 3+1/2 de vinho («vinum familiae»).

 

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Wicca, O Nome Mágico

Portal a&eO Nome Mágico

 

“O ato de dar um nome diferente para alguém que passa por uma cerimônia sagrada está presente em muitas culturas. Isso representa a separação do eu mundano, aquela parte de nós que usamos no dia-a-dia, do Eu mágico, a parte de nós usada quando praticamos magia.

No ritual de Dedicação ganhamos um novo nome, um Nome Mágico. Esse é o nome pelo qual seremos reconhecidos na comunidade Pagã e dentro do Coven.

O uso e a escolha de um nome mágico apropriado nos dá a possibilidade de resgatar o poder sobre nós e sobre nossa identidade.

Esse nome deve descrever quem a pessoa é e o que ela deseja ser ou se tornar. Na realidade o Nome Mágico reflete a natureza da pessoa.

Sendo assim não deve ser escolhido aleatoriamente. Esse nome deve descrever a força, o interior, a visão de mundo da pessoas que o está escolhendo.

Existem 3 tipos de nomes distintos;

O Nome da Arte : aquele nome que recebemos quando passamos pelo ritual de Dedicação. É um nome público.

O Nome de Círculo ou Coven: o nome que pode ser conhecido pelos membros do Coven ao qual pertencemos e é o nome pelo qual somos chamados quando estamos dentro do Círculo Mágico em nosso Coven.

Nome Iniciático, Secreto ou Mágico: é o nome que recebemos em nosso Ritual de Iniciação e que deve ser mantido em sigilo. Só conhecido por nós e pelos Deuses e às vezes pela sacerdotisa e/ou sacerdote que nos iniciou.

O primeiro passo para a escolha do nome é prestar atenção em sua personalidade.

  • Quem você é?
  • No que acredita?
  • O que deseja atrair para sua vida?
  • Com quais cores, animais, flores ou outros elementos da natureza sente alguma relação profunda?
  • Possui alguma ligação ou gosto pessoal por alguma Deusa ou Deus?

Baseado nessas indagações, procure por um nome que realmente tenha a ver com você e referências em inúmeras fontes:

  • Natureza
  • Cores
  • Animais
  • Deusas e Deuses
  • Mitos
  • Ervas, árvores e plantas
  • Pedras
  • Planetas

Se mesmo com essas dicas, você ainda sente dificuldade em criar ou escolher seu Nome Mágico ou não deseja um em Português, tente listas, com nomes de diferentes culturas.”

Fonte: Adaptado do livro: Coven – criando e organizando seu próprio grupo – Claudiney Prieto

 

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Oração para alcançar graças dos Reis Magos

Portal a&eOração para alcançar graças dos Reis Magos

 

Ó amabilíssimos Santos Reis, Baltazar, Melquior e Gaspar!

Fostes vós avisados pelos Anjos do Senhor sobre a vinda ao mundo de Jesus, o Salvador, e guiados até o presépio de Belém de Judá, pela Divina Estrela do Céu.

Ó amáveis Santos Reis, fostes vós os primeiros a terem a ventura de adorar, amar e beijar a Jesus Menino, e oferecer-lhe a vossa devoção e fé, incenso, ouro e mirra.

Queremos, em nossa fraqueza, imitar-vos, seguindo a Estrela da Verdade.

E descobrindo a Menino Jesus, para adorá-lo.

Não podemos oferecer-lhe ouro, incenso e mirra, como fizestes.

Mas queremos oferecer-lhe o nosso coração contrito e cheio de fé católica.

Queremos oferecer-lhe a nossa vida, buscando vivermos unidos à sua Igreja.

Esperamos alcançar de vós a intercessão para receber de Deus a graça que tanto necessitamos. (Em silêncio fazer o pedido).

Esperamos, igualmente, alcançarmos a graça de sermos verdadeiros cristãos.

Ó bondosos Santos Reis, ajudai-nos, amparai-nos, protegei-nos e iluminai-nos!

Derramai vossas bênçãos sobre nossas humildes famílias, colocando-nos debaixo de vossa proteção, da Virgem Maria, a Senhora da Glória, e São José.

 

Nosso Senhor Jesus Cristo, o Menino do Presépio, seja sempre adorado e seguido por todos. Amém!

 

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